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O que parar de beber álcool pode fazer pela minha vida sexual?

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Entenda os impactos positivos que o hábito de não consumir bebidas alcoólicas pode gerar na vida sexual das pessoas

Sergii Gnatiuk/Getty Images

Além do Dry January – movimento que sugere passar o mês de janeiro inteiro sem beber álcool -, já foi percebida a movimentação de boa parte da Geração Z de parar de ingerir bebidas alcoólicas. E fica a pergunta: como isso pode impactar na vida sexual?

Apesar de existir uma romantização do consumo de álcool na sociedade e a atitude ser vista como “careta” por muitas pessoas, o fato é que deixar de consumir álcool traz muitos benefícios, e o sexo é uma das áreas afetadas positivamente.

Se você ainda está na dúvida sobre largar ou não esse hábito, confira alguns dos impactos positivos da sobriedade na vida sexual:

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Zero ressaca

As ressacas são frequentes entre as pessoas que bebem, e junto dela vêm muitos sintomas físicos, como dores de cabeça e enjoo, e emocionais, a exemplo de ansiedade e vergonha. Se sentindo dessa forma, é mais difícil sentir vontade de transar. Logo, poder viver uma vida sem ressacas impede que a “fossa” alcoólica evite o sexo.

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Mais excitação e ereção

De acordo com o terapeuta sexual André Almeida, o álcool é uma substância depressora do sistema nervoso central, que pode interferir nos processos de excitação e ereção.

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Menor nível de consciência

“O consumo de álcool aliado ao sexo pode trazer riscos, como a diminuição do senso crítico e de responsabilidade e até aumento de riscos de violência entre parceiros íntimos”, pontua André.

Sem passar cheque

Por fim, sabe-se que o álcool solta o intestino devido à aceleração que provoca no trato intestinal, podendo até causar diarreias. Logo, se a ideia for fazer um sexo anal mais seguro, o ideal é evitar a bebida alcoólica.

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Fonte: Metropoles
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Trabalhar fora de casa sem gastar muito: como escolher espaços produtivos em Brasília

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Especialista Flávio Hideo, fundador do Grupo 365, orienta sobre como escolher ambientes que ajudem na produtividade

Encontrar um lugar adequado para trabalhar ou estudar fora de casa, sem gastar muito, tem se tornado um desafio para moradores do Distrito Federal. No Brasil, cerca de 6,6 milhões de pessoas ainda trabalham remotamente, segundo o IBGE, o que ajuda a explicar a busca por ambientes que ofereçam mais foco e estrutura fora de casa, como bibliotecas, cafés e espaços compartilhados.

Nesse cenário, a escolha do local passou a ser um fator estratégico para manter o rendimento ao longo do dia. Mais do que o preço, aspectos como conforto, nível de ruído, acesso à internet e localização devem ser levados em consideração na hora de definir o ambiente ideal.

Segundo Flávio Hideo, fundador do Grupo 365, um dos principais erros é priorizar apenas o menor custo. “Nem sempre o lugar mais barato será o mais vantajoso. É importante avaliar o custo-benefício, considerando estrutura, localização e o quanto aquele ambiente contribui para a produtividade”, afirma.

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De acordo com o especialista, ambientes barulhentos ou com estrutura inadequada tendem a comprometer o desempenho. “Locais com muitas distrações ou internet instável dificultam a concentração e podem impactar diretamente a rotina de trabalho ou estudo”, explica.

Hideo destaca que já existem alternativas acessíveis para quem precisa trabalhar fora de casa, como espaços que oferecem estrutura adequada e um ambiente planejado para foco, como o 365. “Hoje é possível encontrar opções que equilibram custo e qualidade, com conforto e condições adequadas para manter a produtividade”, pontua.

Home office ainda é o modelo preferido entre trabalhadores

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Mesmo sendo o modelo preferido por muitos profissionais, o home office nem sempre garante as condições ideais de produtividade. Distrações, falta de estrutura adequada e dificuldades de concentração fazem com que parte dos trabalhadores busque alternativas fora de casa ao longo da rotina.

Além da escolha do espaço, o planejamento da rotina também é essencial para evitar gastos desnecessários. Avaliar a frequência de uso, o tempo de permanência e custos extras, como consumo e deslocamento, pode fazer diferença no orçamento ao final do mês.

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“A análise dos custos de forma mais ampla mostra que o mais barato nem sempre é a melhor escolha. Um ambiente adequado influencia diretamente na produtividade, na organização da rotina e na qualidade das entregas. Por isso, escolher bem o espaço deve ser visto como um investimento no próprio desempenho”, conclui.

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