Curiosidades
PlurieBR lança pesquisa inédita para mapear riscos psicossociais no ambiente de trabalho
Ferramenta digital conecta dados de diversidade, saúde mental e segurança do trabalho com foco na NR-01 e será implementada em diversa empresas ainda em 2025
A plataforma PlurieBR, pioneira em soluções de tecnologia para diversidade, equidade, inclusão e pertencimento (DEIP), iniciou em maio a aplicação de uma nova pesquisa voltada à identificação de riscos psicossociais nas organizações. A iniciativa, que complementa o já conhecido Raio-X da Diversidade, integra a jornada de conformidade com a NR-01, norma que passa a exigir em 2026 a avaliação de fatores relacionados à saúde emocional e ao ambiente de trabalho.
Segundo Laura Salles, fundadora e CEO da PlurieBR e professora do MBA de ESG da Saint Paul, o novo módulo surge como uma resposta prática às necessidades das empresas que buscam não apenas cumprir exigências legais, mas transformar a cultura organizacional a partir de dados concretos. “Sempre trabalhamos com senso de pertencimento e segurança psicológica como pilares de uma cultura inclusiva e saudável. Agora, com a nova NR-01, ampliamos essa atuação para incluir o mapeamento dos riscos psicossociais, com foco em saúde mental e impacto em indicadores como rotatividade, promoção e atração de talentos”, afirma.
A pesquisa será aplicada em até 30 empresas ainda este ano, e está disponível tanto para atuais clientes da PlurieBR quanto para organizações externas interessadas em cumprir a norma. “A ideia é que esse mapeamento complemente as práticas de diversidade já existentes, criando uma visão 360º da cultura corporativa. Usamos os dados cruzados com informações do RH para gerar diagnósticos completos para as lideranças”, detalha Laura.
Medir, mitigar, treinar e cuidar
A jornada proposta pela PlurieBR segue quatro etapas: mensuração dos riscos, mitigação com base nos dados, treinamentos de letramento e, por fim, ações de cuidado e reparação. A marca atua diretamente na primeira fase, e indicar parceiros para os outros pilares.
A metodologia apoia empresas que queiram desenvolver uma cultura inclusiva de forma consistente e com impacto mensurável. Contamos com uma rede de parceiros para apoiar as diferentes fases dessa jornada, garantindo um processo estruturado e efetivo desde o diagnóstico até as ações práticas. “O treinamento é parte essencial desse processo. Dar nome às questões e letrar as lideranças sobre diversidade é o que torna o ambiente realmente acolhedor”, explica a CEO.
De acordo com dados da própria plataforma, empresas que utilizam os módulos há mais de seis meses registram avanços significativos, como aumento na fidelização e ascensão de talentos diversos, além da redução de casos de assédio e discriminação. “Temos clientes que já notam reflexos positivos inclusive em indicadores externos, como reputação em sites como o Glassdoor”, completa.
Liderança ativa e experiência do usuário
Outro diferencial da metodologia está na centralidade das lideranças. A PlurieBR estimula que executivos e gestores utilizem os dados de maneira contínua para nortear decisões estratégicas. “É muito difícil implementar mudanças culturais sem uma liderança ativa. Propomos uma escuta constante e uso diário dos indicadores”, diz Laura.
A experiência do usuário também é uma prioridade da empresa. “Nosso foco é criar uma comunidade entre clientes, promovendo trocas entre as empresas e aprendizado coletivo. RHs e colaboradores se beneficiam diretamente dessa rede ativa de boas práticas”, pontua.
Inovação e expansão internacional
Além da nova pesquisa, a PlurieBR está em fase de testes de uma funcionalidade inédita no mercado: uma ferramenta que mensura o impacto financeiro da diversidade nas empresas. “Queremos mostrar como ações inclusivas afetam rotatividade, faturamento e produtividade. Em breve, vamos disponibilizar essa versão beta para nossos clientes testarem com exclusividade”, antecipa Laura.
A expansão internacional também está em curso. Com incentivo da União Europeia e respaldo das legislações de sustentabilidade da região, a plataforma iniciará sua atuação em Portugal a partir de junho. “A Europa vem reforçando seu compromisso com a diversidade. A PlurieBR está pronta para atender esse novo mercado com inovação, tecnologia e propósito”, conclui a fundadora.
As empresas que desejam participar devem entrar em contato através do email contato@pluriebr.com ou whatsapp (11) 96922-4343.
Sobre a PlurieBR
A PlurieBR é a primeira plataforma SaaS do Brasil especializada em gestão e acompanhamento de dados em tempo real de diversidade, equidade, inclusão e pertencimento (DEIP). Com foco em transformar ambientes corporativos por meio de métricas em tempo real e ações direcionadas, a plataforma oferece uma solução robusta e inovadora para empresas que buscam integrar DEIP em sua cultura organizacional. Fundada por Laura Salles, a PlurieBR utiliza tecnologia para mapear, monitorar e promover iniciativas inclusivas, ajudando organizações de diversos setores a alcançar resultados concretos e sustentáveis na promoção da diversidade e inclusão.
Para mais informações, visite o site oficial, o LinkedIn ou o Instagram.
Sobre Laura Salles
É fundadora e CEO da PlurieBR, primeira plataforma SaaS de gestão e acompanhamento de dados em tempo real de diversidade, equidade, e inclusão e pertencimento (DEIP) do Brasil, que mapeia métricas em tempo real e apoia ações direcionadas nessa área. Laura, que possui mais de oito anos de experiência em gestão de operações, comunicações e pessoas, é formada em hospitalidade, e é especialista em Diversidade, Equidade e Inclusão pela Universidade Cornell. Atua também como conselheira de inovação da ACSP, e professora do MBA de ESG da Saint Paul e de cursos de DEI da Trevisan.

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Carolina Lara
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Curiosidades
Dengue: especialista alerta para cuidados essenciais dentro de casa
Crédito: Reprodução internet
Com o avanço da doença no mundo, Brasil pode registrar até 1,8 milhão de casos em 2026
São Paulo, fevereiro de 2026 – De acordo com o Governo do Estado de São Paulo, até o dia 5 de fevereiro, foram registrados mais de 4.640 casos de dengue e um óbito. Somente em 2025, foram confirmados 882.884 casos e 1.124 óbitos no território paulista, o que reforça o alerta para o avanço da doença na região.
O cenário local acompanha uma tendência nacional. Um estudo divulgado pelo projeto internacional IMDC (InfoDengue-Mosqlimate Dengue Challenge), em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e a FGV (Fundação Getúlio Vargas), estima que o país possa registrar 1,8 milhão de casos de dengue em 2026. Desse total, 54% das incidências devem se dar no Estado de São Paulo e 10% em Minas Gerais. A projeção indica uma leve alta em relação a 2025, quando houve 1,7 milhão de casos prováveis da doença, segundo o Ministério da Saúde.
No panorama global, a dengue também preocupa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 100 e 400 milhões de pessoas podem ser infectadas todos os anos. A dengue é uma das doenças transmitidas por mosquitos mais comuns no mundo e nos últimos anos tem avançado para novas regiões fora das áreas tropicais, incluindo partes da Europa e do Mediterrâneo Oriental.
Diante desse cenário, para Juliana Damieli, pesquisadora de desenvolvimento de produto e mercado Latam da BASF Soluções para a Agricultura, a expansão da doença está relacionada a uma combinação de fatores, como mudanças climáticas, aumento das temperaturas, chuvas intensas e fragilidade dos sistemas de saúde. “A maior parte dos criadouros do Aedes aegypti está no ambiente domiciliar. Por isso, inspeções frequentes e a eliminação de água acumulada são medidas decisivas”, afirma.
A especialista detalha que o mosquito passa por quatro fases de desenvolvimento: ovo, larva, pupa e adulto. “Ovo, larva e pupa ocorrem exclusivamente em água. Já o adulto é o responsável por transmitir vírus como dengue, zika e chikungunya. Apenas as fêmeas se alimentam do sangue, pois precisam dele para desenvolver os ovos e depois depositá-los”. Por isso, o controle mais eficaz acontece antes da fase adulta.“Eliminar recipientes com água parada é a principal forma de interromper o ciclo e reduzir a transmissão”, reforça.
Juliana destaca que a transmissão também depende das condições ambientais. Temperaturas mais altas aceleram o desenvolvimento do mosquito; alta umidade favorece a sobrevivência das fêmeas; e períodos chuvosos aumentam a oferta de criadouros. “Além disso, os ovos do Aedes aegypti são resistentes à dessecação e podem permanecer viáveis por meses em ambiente seco, eclodindo quando voltam a ter contato com água. Isso ajuda a explicar a persistência do vetor mesmo fora dos períodos mais chuvosos”.
A proximidade do mosquito com o ambiente humano (domicílio e peridomicílio) também dificulta o controle baseado apenas em ações externas, já que há abrigo, acesso a hospedeiros e muitos criadouros artificiais. “Urbanização desordenada e manejo inadequado de resíduos aumentam o risco ao criar microambientes favoráveis ao mosquito”, acrescenta.
Entre os pontos que costumam passar despercebidos dentro de casa, a especialista chama atenção para ralos pouco utilizados, comuns em banheiros externos, lavanderias e áreas de serviço. “A água retida na caixa sifonada pode favorecer o desenvolvimento de larvas. Como medida prática, a aplicação semanal de sal nesses ralos ajuda a reduzir a sobrevivência das larvas e interromper o ciclo do inseto”, orienta.
Ela também ressalta que plantas como bromélias e bambus podem acumular água, mas tendem a ter menor relevância epidemiológica do que criadouros artificiais. Já plantas aromáticas, como citronela, manjericão e lavanda, podem contribuir como repelentes naturais em ambientes internos e pouco ventilados, mas não eliminam o mosquito nem substituem as medidas de controle.
Cuidados práticos em casa
Juliana esclarece que pequenas atitudes no dia a dia fazem diferença na prevenção da dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Entre as principais recomendações estão:
- Eliminar qualquer acúmulo de água em recipientes, mesmo pequenos;
- Manter caixas d’água, tonéis e reservatórios totalmente vedados;
- Lavar com água e sabão bebedouros de animais, bandejas de refrigeradores e ralos pouco utilizados;
- Aplicar semanalmente sal nos ralos pouco utilizados;
- Manter calhas limpas e desobstruídas;
- Armazenar garrafas vazias com a abertura voltada para baixo;
- Descartar corretamente materiais que possam acumular água;
- Manter áreas externas livres de resíduos e objetos sem função;
- Preencher pratos de plantas com areia até a borda;
E faz o alerta para o risco de resistência do mosquito aos inseticidas, especialmente quando há uso repetido dos mesmos produtos. Segundo ela, o mosquito pode desenvolver resistência rapidamente aos métodos tradicionais de controle quando exposto continuamente aos mesmos princípios ativos.
“O combate à dengue precisa combinar manejo ambiental, educação da população, vigilância entomológica e melhorias estruturais. A soma dessas ações reduz de forma mais sustentável a densidade do vetor e ajuda a prevenir surtos”, finaliza a pesquisadora da BASF Soluções para a Agricultura.
Vacinação contra a dengue
Como estratégia complementar de prevenção, a vacinação também surge como uma ferramenta importante para reduzir o impacto da doença. Desenvolvida pelo Instituto Butantan, a vacina é a primeira do mundo aplicada em dose única e que induz proteção contra os quatro sorotipos da dengue.
O imunizante, a Butantan-DV, foi aprovado pela Anvisa para pessoas de 12 a 59 anos. Os estudos apontaram eficácia de quase 75% contra casos gerais da doença, mais de 91% contra casos graves e 100% contra hospitalizações.
A imunização abrangerá nesse primeiro momento as equipes multiprofissionais de unidades básicas de saúde, incluindo agentes comunitários, enfermeiros, médicos e demais profissionais cadastrados.
BASF na Agricultura. Juntos pelo seu Legado.
Sobre BASF Soluções para Agricultura
Tudo o que fazemos, fazemos por amor à agricultura. A agricultura é fundamental para fornecer alimentos saudáveis e acessíveis suficientes para uma população em rápido crescimento, ao mesmo tempo em que reduz os impactos ambientais. É por isso que trabalhamos com parceiros e especialistas para integrar nossos compromissos de sustentabilidade em todas as nossas decisões de negócio. Com €919 milhões em 2024, investimos em uma sólida estrutura de P&D, combinando ideias inovadoras com ações práticas no campo. Nossas soluções são desenvolvidas para os diversos sistemas produtivos. Conectamos sementes e biotecnologias, soluções de proteção de cultivos, ferramentas digitais e iniciativas de sustentabilidade com o objetivo de contribuir com agricultores, agricultoras e outros elos da cadeia produtiva para que tenham os melhores resultados. Com equipes especializadas nos laboratórios, campo, escritório e produção, nós fazemos tudo o que está ao nosso alcance para construir um futuro sustentável na agricultura. Em 2024 nossa área gerou vendas de €9.8 bilhões. Para mais informações, por favor visite www.agriculture.basf.com ou nossos canais nas redes sociais.
Sobre a BASF
Na BASF, criamos química para um futuro sustentável. Nossa ambição: queremos ser a empresa química preferida para viabilizar a transformação verde de nossos clientes. Combinamos sucesso econômico com proteção ambiental e responsabilidade social. Cerca de 112 mil colaboradores e colaboradoras do Grupo BASF contribuem para o sucesso de nossos clientes em quase todos os setores e em quase todos os países do mundo. Nosso portfólio compreende, como negócios principais, os segmentos de Químicos, Materiais, Soluções Industriais e Nutrição e Cuidados; nossos negócios autônomos estão agrupados nos segmentos de Tecnologias de Superfície e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de € 65,3 bilhões de euros em 2024. As ações da companhia são negociadas na bolsa de valores de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos Estados Unidos. Mais informações em www.basf.com.
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