Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Social

Ação solidária transforma rotina de crianças internadas no Hospital de Santa Maria

Publicado em

Iniciativa reuniu colaboradores e promoveu momentos de leveza, esperança e humanização no ambiente hospitalar

 

A rotina hospitalar ganhou novas cores e significados para crianças internadas no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Em uma ação marcada por gestos de cuidado e afeto, pacientes e acompanhantes vivenciaram momentos de leveza e acolhimento em meio ao tratamento.
A iniciativa, idealizada pela técnica de enfermagem da pediatria Sthefane Natália Santos da Silva, aconteceu na última segunda-feira (06). “Eu sempre quis realizar algo assim. As crianças já estão em uma situação de vulnerabilidade, então pensamos em proporcionar um momento acolhedor. Como as mães não podem trazer chocolate, organizamos a entrega para elas”, explica.
Para viabilizar a ação, colaboradores da unidade se mobilizaram e contribuíram de diferentes formas, com apoio também de voluntários externos. A atividade contemplou pacientes da pediatria e da Unidade de Cuidados Prolongados Pediátricos (UCPPed), ampliando o alcance da iniciativa e fortalecendo o espírito de solidariedade.
Além da entrega de chocolates, a programação incluiu uma breve reflexão sobre o significado da data, destacando valores como esperança, renovação e cuidado com o próximo. Também foram realizadas atividades lúdicas, como distribuição de chapeuzinhos de coelho, oficina de balões e pintura de rosto, proporcionando momentos de descontração às crianças.
Internada há quatro meses com a filha Sophia Vitória Pereira, de 3 anos, Joice Moisés de Oliveira vivenciou a ação de forma especial. Prestes a receber alta, ela destacou a importância do momento. “Foi uma surpresa muito bonita. Só tenho a agradecer a todos que se dedicaram a esse gesto de carinho. E agora, com a volta dela para casa, tudo ganha um significado ainda maior”, relata.
Para a chefe do Serviço de Enfermagem da UCPPed, Raquel Caetano, iniciativas como essa reforçam o compromisso com a humanização do cuidado. “Sabemos que a internação, principalmente quando prolongada, pode ser um período delicado para a criança e para a família. Ver o envolvimento das equipes em ações que vão além da assistência técnica demonstra o cuidado integral com os pacientes”, destaca.

CRÉDITOS:

Texto por Por Talita Motta
Foto: Divulgação/ IgesDF
COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Leia Também:  Projeto “Em um Piscar de Olhos” promove saúde ocular para alunos de escolas públicas do DF

Social

CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA

Published

on

Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.

A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.

A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.

Advertisement

O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.

Leia Também:  Empresas serão obrigadas a fiscalizar vacinas dos colaboradores?

Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.

Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.

Advertisement

É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA