Diversas
Ateliê de férias no MAB Educativo
Jogos e oficinas artísticas deixam as férias dos brasilienses ainda mais divertidas. Atividades são gratuitas e acontecem no Museu de Arte de Brasília
Neste mês de dezembro, o programa MAB Educativo realiza o ateliê de férias no Museu de Arte de Brasília. O público poderá soltar a imaginação com as oficinas, além de realizar visitas mediadas pelas exposições. Neste final de semana, nos dias 7 e 8, o programa realizará o fim de semana dos jogos. As atividades são dedicadas aos apaixonados pelos jogos e por uma aprendizagem brincante. Serão apresentados ao publico vários jogos inéditos que foram criados ao longo do Curso de Mediação Cultural, promovido pela Mediato neste ano.
Na quinta-feira, as atividades são voltadas para técnicas artísticas que estão presentes na exposição “Museu Imaginário”. Já na sexta, atividades que conversam com o teatro e as artes da cena. No sábado, é a vez de criar colagens inspiradas na obra de Zé Antônio, um artista popular com uma técnica contemporânea. E no domingo, o público irá experimentar técnicas de escultura e produção de papel machê, um material superversátil e que recicla materiais que iriam para o lixo. Outro material a ser explorado é o arame, que pode trazer várias possibilidades criativas.
Vale lembrar que a programação é para toda a família. Para participar das oficinas não é necessário agendamento, basta consultar a programação e chegar. Sujeito à lotação. A iniciativa conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.
Visitas bilíngues
Já pensou em visitar o Museu de Arte de Brasília com uma visita mediada bilíngue? O programa MAB Educativo oferece essa experiência todos os sábados, sempre às 14h, com sessões em inglês ao acervo do MAB, com duração de 1 hora. É uma excelente oportunidade para treinar outro idioma.
Programação:
Fim de semana dos Jogos (7 e 8 de dezembro)
Sábado
10h30 – Contação de Histórias
14h – Visita Mediada em inglês
15h às 17h – Jogos na exposição Museu Imaginário
Domingo
10h30 – Contação de Histórias
15h às 17h – Jogos na exposição Museu Imaginário
Programação (do dia 12 ao dia 22 de dezembro)
Quinta – Descobertas com cores e formas
10h30 – Oficina de Pintura Infantil (a partir de 4 anos) – 10 vagas
14h – Oficina de Stencil (a partir de 6 anos) – 12 vagas
16h30 – Oficina de Aquarela (a partir de 6 anos) – 12 vagas
Sexta – Brincadeiras e jogos cênicos
10h30 – Oficina de Brincadeiras Populares (a partir de 4 anos) – 12 vagas
14h – Oficina de Jogos Teatrais (a partir de 6 anos) – 12 vagas
16h30 – Oficina de Escrita Criativa (a partir de 8 anos) – 12 vagas
Sábado – Mergulho na exposição Museu Imaginário
10h30 – Contação de Histórias (de 18 meses a 3 anos) – 10 vagas
14h- Visita mediada em inglês
15h – Visita mediada com jogos na exposição Museu Imaginário
16h30 – Oficina de Colagens Contemporâneas (a partir de 6 anos) – 12 vagas
Domingo – Aventuras com Escultura
10h30 – Contação de Histórias (a partir de 3 anos)
14h – Oficina de Escultura em Papel Machê (a partir de 6 anos) – 10 vagas 15h – Visita Patrimonial com jogos
16h30 – Oficina de Escultura em Arame (a partir de 8 anos) – 12 vagas
Conheça as oficinas:
Oficina de Pintura Infantil (a partir de 4 anos)
Nesta oficina, as crianças serão convidadas a explorar o mundo das cores e formas. Após uma introdução às técnicas de pintura com guache, acontece uma etapa coletiva para unir ideias para criar uma grande obra de arte em grupo. Uma experiência que valoriza tanto a expressão individual quanto o trabalho em equipe, despertando a imaginação e o espírito colaborativo dos pequenos artistas.
Oficina de Stencil (a partir de 6 anos)
Para divertir e aprender a criar desenhos incríveis com a técnica do stencil, uma técnica de arte de rua que guarda muitas semelhanças com a gravura. A ideia é fazer uma imagem a partir de um molde vazado com a silhueta do desenho. As crianças poderão desenvolver suas próprias formas e padrões, descobrindo como construir imagens em camadas com muita criatividade.
Oficina de Aquarela (a partir de 6 anos)
As crianças vão mergulhar em um universo delicado e vibrante, cheio de cores e transparências. Irão aprender algumas técnicas básicas para dar vida às suas criações. Em etapas, as crianças terão a oportunidade de experimentar a tinta sobre o papel seco e sobre o papel molhado, explorando as infinitas possibilidades de mistura de cores, texturas e manchas.
Oficina de Brincadeiras Populares (a partir de 4 anos)
Convidamos todas as crianças para uma tarde repleta de brincadeiras populares que atravessaram gerações e continuam a encantar corações. Venha redescobrir a magia de atividades como amarelinha, jogar pião, elástico e muitas outras que fizeram parte da infância de tantas pessoas.
Oficina de Jogos Teatrais (a partir de 6 anos)
Gosta de teatro? Então vem improvisar com o MAB Educativo! Nessa oficina, as crianças conhecerão vários jogos teatrais de variados tipos. Como jogos de aquecimento, jogos de atenção, jogos de improviso, jogos de expressão corporal, etc. Os pequenos artistas terão a oportunidade de liberar sua imaginação, desenvolver habilidades de comunicação, colaboração e descobrir o poder da improvisação.
Oficina de Escrita Criativa (a partir de 8 anos)
Você já pensou em escrever um poema? Um conto, ou até mesmo um roteiro para um filme? Vamos conhecer algumas técnicas de escrita criativa para destravar a imaginação e transformar ideias em palavras. Vem criar histórias cativantes, explorar personagens e dar vida a cenários incríveis.
Oficina de Colagens Contemporâneas (a partir de 6 anos)
Experimente técnicas de arte contemporânea na oficina inspirada na obra do artista Zé Antônio. As colagens de Zé Antônio são feitas a partir de uma técnica na qual ele mesmo produz os recortes que utiliza na colagem. A partir de materiais como papel kraft, tinta guache, tesouras e cola é possível produzir novas obras de arte contemporâneas inspiradas na técnica desenvolvida por Zé Antonio.
Oficina de Escultura em Papel Machê (a partir de 6 anos)
Nesta oficina, os participantes aprenderão desde o preparo do papel machê até a modelagem de esculturas simples. Com técnicas versáteis e materiais acessíveis, será possível explorar a criatividade ao reciclar o papel e transformá-lo em formas tridimensionais.
Oficina de Escultura em Arame (a partir de 8 anos)
Descubra como transformar o arame em esculturas. Nesta oficina, os participantes aprenderão técnicas básicas de modelagem para criar formas leves e expressivas. O arame pode ser a própria escultura, ele pode ser também um projeto ou esboço para uma obra de arte maior, ou mesmo ele pode ser a estrutura de uma escultura revestida de outros materiais. Venha descobrir as possibilidades dessa técnica com o MAB Educativo.
Sobre o MAB
O Museu de Arte de Brasília é um espaço destinado a exposições, atividades culturais e programas educativos, e tem como objetivo promover a valorização e difusão da arte brasileira. O museu conta com um acervo composto por obras de artistas nacionais e internacionais e tem como principal objetivo valorizar e difundir a arte brasileira.
Sobre a Mediato
Mediato é uma empresa comprometida em colaborar com a difusão da produção artística, com a valorização dos bens culturais e a formação de novos públicos para a arte. Desde 2010 tem desenvolvido programas educativos para Artes Visuais, Artes Cênicas e Educação Patrimonial, alcançando mais de 80 mil estudantes no Distrito Federal. Além do inovador trabalho de mediação desenvolvido para o teatro, a Mediato também contribui com a economia criativa local, por meio do Curso de Mediação Cultural que desde 2019 insere novos mediadores no mercado de trabalho. A Mediato quer cultivar uma comunidade crítica e sensível, com senso de pertencimento, valorização e também apreciação da cultura local.
Programa Educativo do Museu de Arte de Brasília (MAB)
(Setor de Hotéis e Turismo Norte, trecho 1, Projeto Orla)
Agendamento para escolas: https://conecta.mediato.art.br/
Oficinas aos finais de semana: não é necessária inscrição
Funcionamento: Todos os dias, exceto terça-feira, de 10h às 19h
Informações: @mediato.art
Acesso: gratuito —
Baú Comunicação Integrada
Camila Maxi – (61) 98334-4279
Michel Toronaga – (61) 98185-8595
Visite nosso site: www.baucomunicacao.com.br
Diversas
FGC e a crise de notas: a responsabilidade sob exame
Com os sobressaltos que ocorrem a cada dia nos inusitados caminhos do banco e da banca (rumos do sistema bancário), causa espanto constatar, segundo informações de autorizado especialista do setor, que certa agência classificadora de risco deu nota A para o banco liquidado e desliquidável (sem salvação).
Aliás, o mesmo especialista indicou como funcionam as coisas. São solicitadas as avaliações às abalizadas agências, de reconhecida idoneidade, e se divulgam tão somente as melhores ou, até mesmo, só a melhor nota. As más avaliações são guardadas no sexto arquivo.
É bem possível que, se algum dos órgãos investigadores fosse atrás de saber o que motivou a nota A, sairia correndo para comprar títulos podres remasterizados, para guardar como relíquia dessa época atípica.
A chancela oficial, concedida sob o manto de uma tecnicidade questionável, mascara o risco real que corrói o patrimônio de terceiros. Esse descompasso entre a classificação e a realidade operacional denota uma fragilidade alarmante nos mecanismos de controle vigentes.
Diante de tal cenário, a confiança, que deveria ser o pilar mestre do sistema financeiro, transforma-se em mercadoria volátil e de procedência duvidosa. O investidor, desamparado por laudos de conveniência, torna-se a peça vulnerável em um tabuleiro de interesses opacos.
Um respeitável e sóbrio economista não teve dúvida em asseverar que, no caso presente — o do banco nota A —, “tem muita gente que quer assar uma pizza do tamanho do Maracanã”.
Sei que, para a maior parte dos leitores, inclusive para mim, a pizza é quase um bem de consumo direto carregado de unanimidade. Pode-se dizer, parafraseando o sambista, que quem não gosta de pizza bom sujeito não é.
Entretanto, o odor insuportável dos ingredientes estragados torna esse tão apreciado alimento algo repugnante.
O odor que perpassa essa preparação da imensa pizza deixa, em seu rastro, a podridão dos consignados que, já exalando mau cheiro de outros locais, avançam pela pimenta vermelha estragada das invasões de competência — onde todos querem aparecer, sempre em cumprimento daquela missão que Chacrinha ironicamente se atribuía: “Eu vim para confundir, não para explicar”.
Nessa linguagem cifrada, que pouco ou nada significa para nós, os leigos, aparece uma tábua de salvação que, talvez, tenha de salvar a si mesma. É o Fundo Garantidor de Créditos. Este fez sua parte, emitindo nada menos que trinta e oito alertas sobre os ingredientes estragados que poderiam matar quem ingerisse a deformada pizza.
Agora, os custos serão repartidos entre todos.
Até os beneficiários de fundos de pensão — que confiaram no zelo de aplicações destinadas a um futuro menos aflitivo — serão forçados a engolir um naco de pizza podre.
Ainda bem que foi vetada a compra do Banco nota A por um banco público, cujos avaliadores internos deveriam estar comprando gato por lebre; ou seja, recebendo, em suas sofisticadas due diligences, apenas os laudos enviesados de agenciadores que torciam pelo sucesso da transação. Essa foi a pizza que desandou antes de ir para o forno.
A crise mundial — na qual o Brasil se encontra perfeitamente inserido — revela que a capacidade de previsão tem falhado em quase tudo.
Agora já se chegou ao ponto de um órgão do poder público projetar a organização de um dos maiores eventos de certa cidade mediante a previsão de um falecido cacique, de que não haveria chuva naquele dia.
O sistema, envolto em fumaça de conveniência, prefere ignorar o óbvio em favor de uma estabilidade de fachada. Enquanto os ingredientes da má gestão apodrecem à vista de todos, as notas oficiais seguem perfumando o que já não tem mais salvação.
Essa cegueira deliberada, que ignora alertas técnicos para servir fatias de prejuízo ao público, é o sintoma de uma ética em colapso. No banquete dos conchavos, o custo da indigestão recai sempre sobre o cidadão que acreditou na higidez do cardápio.
Caminhemos, pois, para um ponto final de previsões. Chega de invasão de competências, preparatórias de montagem de pizzarias falidas, vendedoras de ilusões.
Wagner Balera é Professor Titular de Direitos Humanos da PUC-SP e coordenador da Revista de Direitos Humanos da Editora LexMagister.
Informações para a imprensa e entrevistas: Gabriela Romão – RV Comunicação(11)97530-0029
Fotos – Divulgação
-
Social3 dias agoEducação Infantil não é “brincadeira”: primeiros anos na escola definem bases cognitivas, sociais e emocionais das crianças
-
Entretenimento3 dias agoTemporaneo esquenta janeiro com mais um fim de semana dedicado ao rock em Brasília
-
Saúde2 dias agoUnidades de Pronto Atendimento do DF recebem ações voltadas ao cuidado com a saúde mental
-
Politica3 dias agoMaría Corina Machado é recebida por Trump em almoço reservado na Casa Branca





