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As previsões mais chocantes dos famosos, segundo Márcia Sensitiva
As previsões mais chocantes dos famosos, segundo Márcia Sensitiva – (crédito: Reprodução/TV Globo)
Saiba o que a astróloga tem a dizer sobre o futuro dos famosos em 2026
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Com base nas previsões da astróloga Márcia Sensitiva, veja o que 2026 reserva para cada signo representado por famosos brasileiros.
Áries — Xuxa (27/03/1963)
A apresentadora entra em um período de firmeza emocional e controle das situações. O ano favorece equilíbrio, bem-estar físico e cuidados com a saúde.
Parcerias e sociedades tendem a fluir de forma positiva, trazendo segurança e estabilidade.
Touro — Gabriela Loran (18/05/1993)
O carisma da atriz estará em evidência ao longo do ano. Seu bom humor será um diferencial, ajudando-a a lidar com desafios com leveza e descontração.
Sedutora e confiante, Gabriela poderá usar a simpatia como ferramenta para alcançar metas e abrir novas portas.
Gêmeos — Ivete Sangalo (27/05/1972)
Para a cantora, 2026 exige atenção redobrada. O período pede decisões tomadas com calma e reflexão.
Agindo com sabedoria, Ivete conseguirá enxergar os acontecimentos com mais clareza e realismo, evitando desgastes desnecessários.
Câncer — Dira Paes (30/06/1969)
O ano será de destaque, reconhecimento e expansão pessoal. A atriz viverá uma fase de forte magnetismo, com aumento do charme e da força de atração.
A espiritualidade ganha espaço, favorecendo projetos, escolhas conscientes e decisões mais maduras. Será importante equilibrar descanso e energia.
Leão — Sasha Meneghel (28/07/1998)
A felicidade na vida conjugal tende a crescer ainda mais. No campo profissional, 2026 aponta avanço e sucesso. Sasha contará com discernimento nas decisões pessoais e proteção espiritual.
A saúde estará em boa fase, desde que haja atenção especial à alimentação.
Virgem — Gusttavo Lima (03/09/1989)
O cantor atravessará um período de amadurecimento e evolução pessoal. Questões ligadas à missão de vida ficam mais claras, mas tudo acontecerá no tempo certo, exigindo paciência.
Atenção aos sinais do corpo será fundamental para manter o equilíbrio.
Libra — Patricia Abravanel (04/10/1977)
Cheia de entusiasmo e vontade de viver, a apresentadora terá um ano marcado por otimismo e energia. Ainda assim, nem todos os planos devem se concretizar como esperado.
Apesar disso, novos caminhos e perspectivas se abrirão ao longo do percurso.
Escorpião — Xamã (30/10/1984)
O momento favorece novas conquistas e experiências inéditas, desde que sejam conduzidas com cautela.
Na saúde, o alerta é evitar exageros e atitudes impulsivas, que podem trazer consequências indesejadas.
Sagitário — Taís Araujo (25/11/1978)
A atriz deve redobrar os cuidados com o bem-estar físico. Um check-up completo pode ser necessário.
O período pede observação, análise e escolhas conscientes, evitando decisões apressadas e atitudes impulsivas.
O magnetismo pessoal da atriz estará em alta, favorecendo acordos, negociações e novos contatos.
A comunicação ganha força, enquanto autoestima e empatia se fortalecem, contribuindo para relações mais harmoniosas.
Aquário — Bella Campos (13/02/1998)
2026 marca um ciclo de renascimento. Emocionalmente sensível, a atriz pode enfrentar mágoas e desafios internos, resultado de desapegos necessários.
Deixar o passado para trás será essencial para que novas oportunidades surjam.
Peixes — Luan Santana (13/03/1991)
O cantor deve usar a energia acumulada do ano anterior para reorganizar as finanças com mais solidez. Questões ligadas à coluna e aos ossos pedem atenção.
Por ser um período de cobranças e aprendizados intensos, o crescimento virá, ainda que de forma exigente.
Fonte: Correio Brasiliense
Entretenimento
“Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” encerra circulação nacional em Brasília, na Sala Martins Pena, celebrando o retorno ao território onde o espetáculo nasceu
Com dramaturgia, direção e atuação de Cláudia Andrade, a peça, em cartaz em 28 de fevereiro e 1º de março, propõe experiência cênica visual sensível sobre o feminino, a finitude e os pré conceitos arraigados na sociedade
O espetáculo “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” retorna a Brasília para o encerramento oficial de sua turnê, reafirmando a capital federal como território de criação, partida e chegada desta obra que estreou no Distrito Federal, em 2025, e circulou pelo Espírito Santos, Minas Gerais e São Paulo. As duas últimas apresentações acontecerão no Teatro Nacional Cláudio Santoro – Sala Martins Pena, um dos palcos mais simbólicos da cena cultural brasileira, em 28 de fevereiro e 1º de março. Os ingressos estão à venda pelo Sympla.
Idealizado por Cláudia Andrade, artista e agente cultural reconhecida por transitar por diferentes movimentos, projetos e linguagens artísticas, o espetáculo se constrói a partir de uma narrativa cênica contemporânea que integra artes visuais, videoarte e recursos audiovisuais. O resultado é uma experiência cênica de forte dimensão imagética, dedicada a investigar os caminhos do feminino, a maturidade, os jogos de poder, a hipocrisia entranhada na sociedade, a finitude e os contrastes sociais da existência humana. “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” marca ainda a estreia de Cláudia Andrade na dramaturgia, ampliando sua trajetória como atriz, diretora e produtora, com a colaboração na direção do professor e diretor João Antônio.
“Trilhar caminhos próprios, fora dos padrões impostos pelo sistema e pela família, não é simples. É desafio, e o que move e alimenta a alma. Chegar aos 63 anos fazendo o que sempre sonhei e construí é o meu Olimpo pessoal. Circular pelo Brasil com esta realização é um gesto de resistência e transgressão. É luta contínua, atravessada por dor e superação, mas também por missão e regozijo. É arte que toca, provoca e transforma. Sem a arte, não vivemos: apenas sobrevivemos. Como diria Nietzsche, ‘Nunca é alto o preço a se pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo’.”, afirma Claudia.
Ao longo da circulação, o espetáculo realizou 11 apresentações. A turnê integra o projeto “Resistência nos Trilhos – Remontagem & Circulação”, contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (FAC-DF), ampliando o acesso ao teatro contemporâneo e promovendo o encontro da obra com públicos diversos em contextos socioculturais distintos. A circulação passou por Ceilândia (DF), no Teatro Sesc Newton Rossi; Vitória (ES), na Casa da Música Sônia Cabral; Belo Horizonte (MG), no Palácio das Artes – Teatro João Ceschiatti e São Paulo (SP), no Teatro Ruth Escobar – Sala Dina Sfat.
A cena, o processo e o diálogo com o público
Cláudia Andrade (Gimena) divide a cena com Eloisa Cunha (Silvia) e Genice Barego (Gaivota), atrizes também 50+. A remontagem apresentada ao longo da circulação revela um trabalho mais maduro, fruto do aprofundamento das personagens e da escuta atenta do público em cada cidade. A encenação incorpora ainda videoarte e videomapping de Aníbal Alexandre, iluminação de Lemar Rezende e trilha sonora original de Mateus Ferrari, compondo uma obra híbrida que cruza linguagens e amplia as possibilidades da cena contemporânea.
Além das apresentações, a circulação de “Trilhas” também se destaca pelo compromisso com a acessibilidade e a inclusão. O projeto inclui sessões com intérprete de Libras e audiodescrição, além de ações sociais voltadas a estudantes da EJA, pessoas com deficiência visual e integrantes de projetos sociais. Ao final de cada espetáculos, a plateia é convidada para participar de uma bate-papo com as artistas.
Há, ainda, espaço para ações sociais, a exemplo da que acontece em Brasília com a sugestão da meia entrada solidária, mediante a doação de um pacote/lata de leite em pó em benefício da ONG Vida Positiva.
E a trajetória da peça não se encerra com o fechar das cortinas. Em abril haverá oficinas e debate sobre os desafios da circulação teatral no Brasil. Essas ações reforçam o caráter público e democrático do projeto, que entende o teatro como ferramenta de encontro, reflexão e transformação social.
Origem e trajetória
O texto surgiu em 2017, a partir da oficina Caminhos, com o dramaturgo Maurício Arruda. A montagem foi desenvolvida com consultoria dramatúrgica de Fernando Villar, análise técnica e preparação de elenco de Humberto Pedrancini e, na versão atual, colaboração na direção do professor e diretor João Antônio, com mais de seis décadas de atuação no teatro brasileiro.
A qualidade da produção se revela no próprio percurso artístico do espetáculo. Lançada em 2022, a obra retornou aos palcos em menos de três anos, o que evidencia não apenas o interesse do público, mas a força criativa e a maturidade da autora já em sua primeira peça. Por onde passou, Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol foi elogiada pela potência e delicadeza de seu texto, que constrói uma dramaturgia autoral a partir de uma colagem sensível de fragmentos literários, referências musicais e extratos de textos de diferentes autores e tradições.
Essa fusão de vozes e linguagens cria uma narrativa profunda e contemporânea, capaz de provocar identificação imediata e forte impacto emocional. Nascido em Brasília e projetado para o Brasil, o espetáculo afirma-se como uma experiência singular, marcada pela escuta atenta do público e pela repercussão calorosa que acompanha cada nova apresentação.
O retorno à cidade onde o espetáculo nasceu, carrega um significado especial. Encerrar a circulação na Sala Martins Pena é mais que um fechamento de ciclo artístico. A ocupação da sala por uma produção local reforça a importância da política pública de cultura, da continuidade dos projetos artísticos e da valorização dos equipamentos culturais históricos.
Sobre Cláudia Andrade
Cláudia Andrade é uma artista plural, com mais de 40 anos de dedicação às artes cênicas, ao audiovisual e à produção cultural. Jornalista e comunicóloga formada pela Universidade de Brasília (UnB), construiu uma trajetória internacional que transita por diferentes territórios da criação: atriz, bailarina, performer, diretora, dramaturga, produtora executiva, gestora de projetos, repórter, apresentadora, locutora e mestre de cerimônias de grandes eventos.
Poliglota, buscou oportunidades no exterior e usufruiu dessa experiência vivendo em países como Estados Unidos, França, Itália, Alemanha e Suíça, onde teve a oportunidade de colaborar com companhias e diretores de reconhecimento mundial, aprofundando seu olhar artístico e sua capacidade de diálogo entre culturas.
Experiências intensas e diversas a levaram dos palcos e bastidores do teatro brasileiro aos estúdios de cinema internacionais, e vice-versa. Atuou em produções de grandes estúdios como Paramount, Gaumont, Zoetrope (de Francis Ford Coppola) e de astros como Michael Jackson. Sua presença se estende ainda por produções da Cineccità, TV Globo e Conspiração Filmes, além de coberturas jornalísticas para veículos internacionais como ABC, CBS, PBS, Reuters e France 3.
Em sua formação como artista cênica, Cláudia investiu na diversidade de linguagens. Passou pela dança com Yara de Cunto, Rosália Pie, Luiz Mendonça, Russel Clark e Miranda Garrison, dentre outros. Adentrou na palhaçaria, teatro físico e performance com mestres e mestras do Brasil e de outros países, dentre eles John Mowat, Darina Robles, Carla Conká, Rubens Velloso e Violeta Luna.
Despertada pelo interesse de também poder construir suas narrativas, cursou oficinas de roteiro e dramaturgia com o diretor alemão Ansgar Ahles, o dramaturgo argentino Santiago Serrano, e o diretor e dramaturgo Maurício Arruda, mentor de Trilhas. Nos palcos e no cinema, seja como atriz, bailarina ou performer, esteve sob a direção de grandes nomes como Hugo Rodas, Fernando Villar, Irmãos Guimarães, Maura Baiochi, Marcelo Lujan, Susan Scalan, Greydon Clark, Tommy Lee Wallace, Lyndall Hobbs, e mais recentemente com Péterson Paim, contracenando com Letícia Sabatela. Cada experiência contribuiu para a construção de uma visão ampla, inovadora e sensível sobre a cena teatral e suas possibilidades.
Tanta estrada culminou em “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol”, onde colocou à prova toda esta proposta polivalente, chamando para si a responsabilidade como idealizadora, dramaturga, diretora e atriz do espetáculo. Cláudia também se destaca pela criação e gestão de projetos culturais de grande impacto, aprovados em editais e fomentos como o FAC-DF. Sua carreira é marcada pela conexão entre linguagens — teatro, dança, audiovisual e festivais — sempre com a arte no centro como ferramenta de transformação social.
Mais do que uma artista, Cláudia Andrade é uma tecelã de experiências, que costura histórias, culturas e olhares em obras que celebram a beleza, a diversidade e o poder do encontro.
SERVIÇO:
Espetáculo: Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol
Sessões:
28/02 – Sábado – 20h – com Audiodescrição e bate-papo com as artistas ao final do espetáculo
01/03 – Domingo – 19h – com Libras
Local: Sala Martins Pena – Teatro Nacional Cláudio Santoro
Ingressos: Sympla e link na Bio Instagram: @trilhasespetaculo
Inteira: R$20
*Meia: R$10
Linguagens: artes cênicas, artes visuais e audiovisual
Gênero: comédia dramática
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
*além dos casos garantidos por lei, a meia entrada também valerá mediante a doação de 1 pacote/lata de leite em pó (beneficiária: ONG Vida Positiva)
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