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Exclusivo: a verdade por trás da entrevista da mãe de Larissa Manoela
Reprodução
Em entrevista para Chris Flores, Silva Tasques afirmou que a atriz tinha liberdade financeira e acesso ao seu patrimônio. Confira!
Silvana Taques, mãe de Larissa Manoela, concedeu uma entrevista para Chris Flores, exibida neste domingo (20/8), durante o Domingo Legal, do SBT. A matriarca chorou e implorou para “ter a filha de volta”.
“Eu só peço a Deus que nos dê forças para que juntos encontremos uma solução para trazer ela de volta”, afirmou, logo após uma crise emocional. A pedagoga ainda contou que ficou abalada com o discurso da filha ao Fantástico: “Foi muito chocante ouvir tudo o que eu ouvi”.
Porém, esta colunista de apenas seis leitores, descobriu que a história não é bem assim: Silvana nunca procurou a filha ou a chamou para conversar, como disse. A informação obtida por esta jornalista é que, da última vez que as duas tiveram contato, a esposa de Gilberto surtou, literalmente, além de fazer chantagem emocional. O passarinho verde garantiu que Silvana prometeu que acabaria com a carreira da global e de seu noivo, o ator André Luiz Frambach.
Na reportagem, Silvana negou todas as acusações e voltou a dizer que não quer o dinheiro de Larissa. “A gente está sem entender por que ela quer dar tudo. A gente não quer. Ela sabe que eu nunca quis ficar com o dinheiro dela”. A fonte pontuou que a chefe da família sabia o motivo sim. Inclusive, desde janeiro, ela já garantia para amigos e pessoas próximas que iria destruir a vida profissional do casal, caso continuassem juntos.
A mãe da atriz frisou que a moça não precisava pedir permissão ou dinheiro até para comprar coisas supérfluas, como declarou. “Ela sempre pôde comprar tudo o que ela quisesse, de qualquer valor, inclusive carro. Bolsa e sapatos eram bem mais caros que um milho na praia. A partir do momento em que ela fez 18 anos, ela sempre teve cartão de crédito black, entre outros cartões também”, afirmou. De acordo com uma fonte exclusiva, a Larissa só tinha as coisas quando estava bem com a mãe. Quando as duas divergiam, ela tirava tudo da menina.

Larissa Manoela com os pais Reprodução

Mãe de Larissa Manoela, Silvana Taques fala sobre a treta familiar pela primeira vez Instagram/Reprodução

Larissa Manoela com os pais, Silvana Taques e Gilberto Elias Reprodução

Silvana Taques, mãe de Larissa Manoela, durante entrevista ao SBT Reprodução/SBT

Larissa Manoela com os pais Reprodução/Redes Sociais

André Luiz Frambach e Larissa Manoela Reprodução/Instagram

Larissa Manoela reage após carta aberta dos pais Instagram/Reprodução

Larissa Manoela com os pais Reprodução
Mãe de Larissa Manoela, Silvana Taques fala sobre a treta familiar pela primeira vez Instagram/Reprodução
A fonte destacou que, para conseguir comprar algo mais caro, Larissa precisava se humilhar. Em participação com o Silvio Santos, ela havia dito que, nesses casos, juntava o que recebia da mesada, mas nem sempre era suficiente. A noiva de André Luiz até usava o cartão da empresa em questão, porém depois de muito pedir e, somente, quando era autorizada, já que não possuía nenhuma autonomia financeira.
Recentemente, a coluna informou com exclusividade que a filha de Silvana só teve uma conta bancária em seu nome em 2022. Antes disso, as movimentações financeiras eram feitas em nome das empresas da família.
Entretenimento
Exposição “Uma Mulher é Uma Mulher” ocupa o DF com arte urbana e narrativas femininas
Projeto ganha a cidade a partir de 8 de março e transforma muros e redes em território de escuta, diversidade e afirmação
Depois de quase um ano de escuta, encontros, afetos e criação coletiva, Uma Mulher é Uma Mulher inaugura oficialmente sua exposição em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, tendo a cidade como galeria. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e coproduzido pela Pitanga e Rovit Filmes, o projeto transformará muros, esquinas e trajetos cotidianos em território de afirmação, diversidade e reflexão sobre o feminino. Quem passar a caminho do trabalho, quem esperar o ônibus, quem atravessar a rua distraído poderá ser impactado por figuras femininas diversas. É uma exposição que não pede silêncio, mas presença. Não exige ingresso, mas disponibilidade para olhar.
A construção do projeto começou em maio de 2025, quando foi lançada uma chamada pública que mobilizou 41 mulheres do Distrito Federal. Após etapas de análise de perfis, escutas individuais e entrevistas aprofundadas, foram escolhidas oito protagonistas que representam diferentes gerações, identidades e experiências de vida.
“Mais do que um processo técnico de produção de fotos, vídeos e murais, a trajetória desses meses foi marcada por encontros. Cada ensaio foi precedido por conversas longas, partilhas de memória, trocas sinceras e construção de confiança entre equipe e participantes. Houve tempo para ouvir, acolher e compreender as camadas de cada história antes de traduzi-las em imagens”, relata Waléria Gregório, idealizadora, diretora criativa e responsável pela fotografia do projeto.
Ao lado de Thaís Holanda, cineasta que assina o audiovisual; e Didi Colado, artista urbana responsável pelos lambe-lambes e grafites espalhados pelo Distrito Federal, ela consolidou com as participantes uma relação de afeto e entrega mútua. E o que se verá nas ruas e nas plataformas digitais não será apenas resultado estético, mas o desdobramento de vínculos construídos com respeito, sensibilidade e profundidade.
As oito protagonistas são:
Amanda Nery, que transformou experiências de violência e maternidade precoce em e construção afetiva e autonomia.
Caju, cabeleireira que fez do salão um espaço de escuta, identidade e emancipação, rompendo padrões estéticos e sociais.
Fernanda Torres, mãe atípica e sobrevivente do câncer, que ressignificou o cuidado e hoje floresce como símbolo de recomeço.
Flor Furacão, mulher trans, artista e mãe, que ocupa espaços historicamente negados e afirma a existência como ato político.
Issa Meguer, atriz e modelo de 69 anos, que enfrenta o etarismo e reafirma que potência feminina não tem prazo de validade.
Joyce, artista que vive com anemia falciforme e construiu na arte um caminho de autonomia e presença.
Malinha, jovem fotógrafa periférica que transforma vivência em linguagem visual e abre caminhos para outras meninas.
Jesus Feitosa, costureira que atravessou gerações sustentando família e futuro com linha, agulha e resistência.
A cidade como galeria
Ao longo do mês de março, serão instalados 16 painéis de lambe-lambe e 2 grafites nas regiões administrativas Guará, Águas Claras, Taguatinga e Vicente Pires. Cada obra conta com um QR Code que direciona para o Instagram e para o site oficial do projeto, com recursos de acessibilidade, ampliando a experiência da rua para o ambiente digital.
A proposta é simples e potente: provocar o encontro. Quem é essa mulher? O que ela está fazendo aqui? O que a história dela revela sobre nós? A cidade vira galeria. O Instagram torna-se extensão da rua. A imagem se transforma em pergunta.
Paralelamente, a exposição virtual apresentará vídeos, ensaios fotográficos e conteúdos criativos sobre a trajetória de cada mulher, publicados semanalmente. A cada semana, uma protagonista ocupará as redes, convidando o público a aprofundar o olhar.
Ao final desse processo, as mulheres participantes deixarão de ser apenas personagens, tornando-se referências simbólicas de um movimento que reafirma que as mulheres são múltiplas, legítimas, plurais e estão em permanente construção.
Compartilhamento de saberes
Como parte do compromisso com formação e democratização do acesso à arte, o projeto oferecerá três oficinas gratuitas voltadas exclusivamente para mulheres, conduzidas pelas próprias artistas do projeto: Waléria Gregório, Didi Colado e Thaís Holanda.
As atividades acontecerão em 28 e 29 de março, com inscrições abertas entre 16 e 21 de março, por meio do site oficial. As oficinas ampliam o diálogo do projeto para além da exposição, fortalecendo a presença feminina nos campos da fotografia, do vídeo e da arte urbana.
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