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Xuxa celebra 10 anos ao lado do namorado, Junno: ‘Dava em cima dele’
Xuxa e Junno Andrade. Reprodução/Instagram.
A eterna Rainha dos Baixinhos, Xuxa Meneghel, 60 anos, celebrou os dez anos ao lado do amado, o ator e cantor Junno Andrade, de uma forma muito especial.
Apaixonada, a apresentadora dedicou um espaço do programa ‘Xuxa, O Documentário‘ para falar sobre a sua história com o namorado, desde quando se conheceram, há muitos anos, ainda no Xou da Xuxa (TV Globo).
“O documentário vai relembrar momentos nossos ainda bem jovens e vocês vão ver como eu já dava em cima dele desde novinha… Nunca poderia imaginar que anos depois estaríamos lado a lado vivendo esse momento tão especial juntos”, disse ela em entrevista para o site da revista Quem, publicada nesta sexta-feira (07).
“Minha mãe dizia que antes de ir embora queria ver alguém que me enchesse de poesia. E antes de nos deixar, ela me chamou e disse que poderia ir tranquila ao me ver com o Junno. Quero tê-lo ao meu lado por toda a minha vida”, completou ela durante o bate-papo.
“Xuxa, O Documentário”, é uma série Original Globoplay, com direção geral de Pedro Bial, com chegada à plataforma prevista para o próximo dia 13 de julho. A produção vai contar as quatro décadas de carreira como apresentadora e seis de vida pessoal.
Fonte: IstoÉ
Entretenimento
Exposição “Uma Mulher é Uma Mulher” ocupa o DF com arte urbana e narrativas femininas
Projeto ganha a cidade a partir de 8 de março e transforma muros e redes em território de escuta, diversidade e afirmação
Depois de quase um ano de escuta, encontros, afetos e criação coletiva, Uma Mulher é Uma Mulher inaugura oficialmente sua exposição em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, tendo a cidade como galeria. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e coproduzido pela Pitanga e Rovit Filmes, o projeto transformará muros, esquinas e trajetos cotidianos em território de afirmação, diversidade e reflexão sobre o feminino. Quem passar a caminho do trabalho, quem esperar o ônibus, quem atravessar a rua distraído poderá ser impactado por figuras femininas diversas. É uma exposição que não pede silêncio, mas presença. Não exige ingresso, mas disponibilidade para olhar.
A construção do projeto começou em maio de 2025, quando foi lançada uma chamada pública que mobilizou 41 mulheres do Distrito Federal. Após etapas de análise de perfis, escutas individuais e entrevistas aprofundadas, foram escolhidas oito protagonistas que representam diferentes gerações, identidades e experiências de vida.
“Mais do que um processo técnico de produção de fotos, vídeos e murais, a trajetória desses meses foi marcada por encontros. Cada ensaio foi precedido por conversas longas, partilhas de memória, trocas sinceras e construção de confiança entre equipe e participantes. Houve tempo para ouvir, acolher e compreender as camadas de cada história antes de traduzi-las em imagens”, relata Waléria Gregório, idealizadora, diretora criativa e responsável pela fotografia do projeto.
Ao lado de Thaís Holanda, cineasta que assina o audiovisual; e Didi Colado, artista urbana responsável pelos lambe-lambes e grafites espalhados pelo Distrito Federal, ela consolidou com as participantes uma relação de afeto e entrega mútua. E o que se verá nas ruas e nas plataformas digitais não será apenas resultado estético, mas o desdobramento de vínculos construídos com respeito, sensibilidade e profundidade.
As oito protagonistas são:
Amanda Nery, que transformou experiências de violência e maternidade precoce em e construção afetiva e autonomia.
Caju, cabeleireira que fez do salão um espaço de escuta, identidade e emancipação, rompendo padrões estéticos e sociais.
Fernanda Torres, mãe atípica e sobrevivente do câncer, que ressignificou o cuidado e hoje floresce como símbolo de recomeço.
Flor Furacão, mulher trans, artista e mãe, que ocupa espaços historicamente negados e afirma a existência como ato político.
Issa Meguer, atriz e modelo de 69 anos, que enfrenta o etarismo e reafirma que potência feminina não tem prazo de validade.
Joyce, artista que vive com anemia falciforme e construiu na arte um caminho de autonomia e presença.
Malinha, jovem fotógrafa periférica que transforma vivência em linguagem visual e abre caminhos para outras meninas.
Jesus Feitosa, costureira que atravessou gerações sustentando família e futuro com linha, agulha e resistência.
A cidade como galeria
Ao longo do mês de março, serão instalados 16 painéis de lambe-lambe e 2 grafites nas regiões administrativas Guará, Águas Claras, Taguatinga e Vicente Pires. Cada obra conta com um QR Code que direciona para o Instagram e para o site oficial do projeto, com recursos de acessibilidade, ampliando a experiência da rua para o ambiente digital.
A proposta é simples e potente: provocar o encontro. Quem é essa mulher? O que ela está fazendo aqui? O que a história dela revela sobre nós? A cidade vira galeria. O Instagram torna-se extensão da rua. A imagem se transforma em pergunta.
Paralelamente, a exposição virtual apresentará vídeos, ensaios fotográficos e conteúdos criativos sobre a trajetória de cada mulher, publicados semanalmente. A cada semana, uma protagonista ocupará as redes, convidando o público a aprofundar o olhar.
Ao final desse processo, as mulheres participantes deixarão de ser apenas personagens, tornando-se referências simbólicas de um movimento que reafirma que as mulheres são múltiplas, legítimas, plurais e estão em permanente construção.
Compartilhamento de saberes
Como parte do compromisso com formação e democratização do acesso à arte, o projeto oferecerá três oficinas gratuitas voltadas exclusivamente para mulheres, conduzidas pelas próprias artistas do projeto: Waléria Gregório, Didi Colado e Thaís Holanda.
As atividades acontecerão em 28 e 29 de março, com inscrições abertas entre 16 e 21 de março, por meio do site oficial. As oficinas ampliam o diálogo do projeto para além da exposição, fortalecendo a presença feminina nos campos da fotografia, do vídeo e da arte urbana.
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