Epreendedorismo
Franquias no Distrito Federal crescem 10,4% no faturamento no terceiro trimestre de 2024
Brasília, dezembro de 2024 – O mercado de franquias no Distrito Federal segue demonstrando força e consistência. Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor registrou um faturamento superior a R$ 1,5 bilhão no terceiro trimestre de 2024, representando um crescimento de 10,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Em todo o País, o mercado de franquias brasileiro apresentou um crescimento de 12,1% em sua receita no terceiro trimestre comparado a igual período do ano passado.
Embora o número de unidades de franquia tenha se mantido estável, com um leve aumento de 0,6%, o Distrito Federal agora conta com 4.710 operações. Esse crescimento sutil reforça a maturidade do mercado local, que tem investido em inovações e na diversificação de serviços para atender às demandas dos consumidores.
Setores em Destaque
Entre os segmentos que mais se destacaram no período, Limpeza e Conservação, Saúde, Beleza e Bem-estar continuam liderando o crescimento, impulsionados pela busca por conveniência e soluções personalizadas. O setor de alimentação também apresentou resultados robustos, beneficiado pela constante adaptação das redes às preferências locais e ao crescente consumo em formatos de entrega e take-away.
Geração de Empregos
O impacto das franquias no mercado de trabalho também merece destaque. No âmbito nacional, a mão de obra empregada pelo setor cresceu 3,85%, passando de 1,612 milhão para 1,674 milhão de postos formais. No Distrito Federal, o crescimento foi de 1,2%, totalizando 41.694 empregos gerados diretamente pelo franchising.
“O crescimento de 10,4% no faturamento e a estabilidade no número de unidades são indicadores claros de que o Distrito Federal continua sendo um mercado atrativo e dinâmico para as franquias. Além disso, o aumento na geração de empregos reflete o compromisso do setor em contribuir com o desenvolvimento econômico e social da região”, destaca Eduardo Santinoni, diretor regional da ABF no Centro Oeste.
Perspectivas para o Futuro
Com um mercado consumidor exigente e diversificado, o Distrito Federal apresenta oportunidades para redes de franquias que buscam inovação e proximidade com os clientes. As perspectivas para os próximos trimestres continuam positivas, reforçadas pelo compromisso das marcas em fortalecer suas operações e expandir sua presença na região.
Sobre a ABF
A ABF – Associação Brasileira de Franchising é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 1987, que representa oficialmente o sistema de franquias brasileiro. O mercado de franquias registrou um faturamento anual superior a R$ 240 bilhões em 2023, mais de 195 mil operações e cerca de 3,3 mil marcas de franquias espalhadas por todo o Brasil. Além disso, o franchising brasileiro responde por mais de 2% do PIB e emprega diretamente cerca de 1,7 milhão de pessoas. Atualmente com mais de 1.700 associados e cobrindo todo o território nacional por meio da seccional Rio de Janeiro e de regionais (Centro-Oeste, Interior de São Paulo, Minas Gerais, Nordeste e Sul), a entidade reúne franqueadores, franqueados, advogados, consultores e demais fornecedores e stakeholders do mercado de franquias. Não sendo um órgão regulador, o propósito da ABF é fomentar o franchising brasileiro, nacional e internacionalmente, para que ele se mantenha próspero, sustentável, inovador, inclusivo, íntegro e ético. A Associação dedica-se a aperfeiçoar o sistema de franquias brasileiro por meio da capacitação de pessoas em diversos cursos presenciais e on-line, do estímulo à inovação, da disseminação das melhores práticas, da representação junto às diversas instâncias públicas e divulgação dos resultados deste mercado. Acompanhe as notícias da ABF na newsletter semanal e gratuita.
|
Epreendedorismo
Mulheres impulsionam franquias e venda direta na maior rede de chocolates do mundo
No Brasil, o empreendedorismo feminino é, além de uma escolha de carreira, um motor de transformação social e econômica. Segundo dados do Sebrae e do IBGE, cerca de 49% das mulheres empreendedoras no país são chefes de domicílio, assumindo a responsabilidade principal pelo sustento de seus lares. Esse movimento é percebido, principalmente na venda direta, um setor onde 60% dos profissionais são mulheres, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Na Cacau Show, essas estatísticas ganham rosto e voz com trajetórias que conectam a revenda porta a porta ao comando de grandes operações franqueadas.
Um grande exemplo dessa evolução é a empresária Juliana Cortezia, hoje à frente de quatro operações no Mato Grosso. Sua história com a marca começou há 14 anos, em uma pequena loja no modelo “marfim” (padrão visual clássico da rede na época) em Lucas do Rio Verde e acompanhou toda a modernização da marca até chegar ao conceito imersivo da Super Store.
Aos 20 anos, recém-formada em Gastronomia, ela contou com o apoio da mãe como sócia para abrir a franquia. Longe de se acomodar, Juliana buscou na educação a base para sua liderança: graduou-se também em Direito para se especializar na gestão do negócio. O que começou com apenas ela e mais uma funcionária, transformou-se em uma estrutura que hoje emprega 19 colaboradores.
Atualmente, ela administra duas lojas em Sorriso e duas em Lucas do Rio Verde, incluindo uma Super Store (formato de grande porte, com cafeteria e gelateria). Juliana também foi pioneira: muito antes de a Cacau Show formalizar o canal de venda direta, ela já vislumbrava o potencial da revenda, oferecendo descontos para parceiros que levavam os produtos para cidades do interior onde a marca ainda não chegava.
A visão estratégica de Juliana se reflete em todo o ecossistema da marca, especialmente nos 240 mil revendedores que atuam em todo o país. Em Prado Ferreira (PR), Deisiane Couto de Souza provou que o tamanho da cidade não limita o sucesso, alcançando o topo do ranking nacional de vendas. Já em Belém do São Francisco (PE), a professora Cheila Lúcia Alves Gomes encontrou na revenda um caminho de superação após enfrentar problemas de saúde, conquistando independência financeira e autonomia.
A força feminina na Cacau Show se manifesta em todas as escalas, seja no lucro que financia um projeto social de música, como faz a revendedora Joyce Gabrielly em Minas Gerais, ou na conclusão de uma segunda graduação, como no caso de Bianca dos Santos, no Paraná.
Para a marca, onde mais de 90% das 4.700 lojas são franquias, o sucesso de mulheres como Juliana e de milhares de revendedoras reflete o compromisso de oferecer oportunidades que potencializam a liderança e o impacto social em cada região do Brasil.
-
Policiais3 dias agoMeu ex disse que meu futuro seria de tristeza e solidão e então matou nossos filhos
-
Moda2 dias agoTendência glow na maquiagem valoriza textura natural
-
Politica2 horas agoDia Internacional da Mulher (8 de março) – Mulheres na Política: Cotas, Representatividade e o Futuro Eleitoral de 2026
-
Social2 horas agoDesigualdade mantém 708 milhões de mulheres fora do mercado de trabalho





