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Moda

Tênis esportivo ou casual: 3 dicas para  escolher o certo

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(Foto: Divulgação/STZ Calçados)

Saiba qual modelo é indicado para cada ocasião. Seja casual ou esportivo, aposte nas escolhas adequadas. 

No dia a dia, é comum que as pessoas conciliem múltiplas atividades na rotina, como ir ao mercado depois do treino. Pela praticidade, o tênis esportivo acaba sendo utilizado em diferentes contextos. De acordo com o levantamento do Buscapé, ele é o modelo mais procurado pelos brasileiros.

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No entanto, seu uso é recomendado apenas para práticas esportivas, enquanto os tênis casuais podem ser mais apropriados para as tarefas cotidianas. Geralmente, o tênis esportivo tem amortecedor e é confeccionado em materiais leves. Por outro lado, os casuais apresentam uma estética mais sofisticada, com materiais em couro, por exemplo.

A dúvida pode surgir na hora de escolher investir entre um ou outro. Para as mulheres, as opções variam em cores, estilos e formatos. Embora mais restrito, no universo masculino, também há alternativas para fazer diferentes combinações com o tênis casual masculino. Saber identificar qual o melhor modelo para cada ocasião é uma forma útil para tomar as decisões certas.

Esteja de acordo com a ocasião

Dependendo do local, o tênis esportivo pode ser considerado informal. Em contrapartida, eles podem ser bem mais confortáveis que os casuais. Isso acontece porque eles possuem atributos singulares, fazendo com que sejam apropriados para situações diferentes.

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Os esportivos são indicados para prática de atividade física, devendo ser usados para ir à academia, fazer corridas e caminhadas. Já os casuais servem para o dia a dia, podendo acompanhar os pés no trabalho, em festas e passeios.

Assim, é recomendado ter as duas opções para ambos os momentos. Para conseguir bons preços, comprar tênis na Black Friday pode ser uma alternativa.

Saiba a diferença dos materiais

Os tênis esportivos normalmente têm características específicas voltadas para a prática de esportes, como o uso do nylon, material de fibra leve. Além disso, eles possuem solado de borracha com a parte traseira mais elevada, conferindo suporte, amortecimento e estabilidade para os atletas. Outra particularidade é a presença de tecido respirável, que auxilia na evaporação do suor.

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Já os tênis casuais podem ser confeccionados em diferentes materiais, como couro, lona, camurça ou tecidos sintéticos. O design varia e pode apresentar solado reto ou não. Por demonstrarem essa versatilidade de estilo, são mais indicados para combinações em ambientes variados.

Conheça o seu estilo

Há uma diversidade de estilos e designs entre os dois modelos de tênis. Por isso, é importante entender o próprio estilo para fazer a melhor escolha. Tênis de cores neutras, por exemplo, podem se adaptar bem para ocasiões mais formais.

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Para quem não abre mão do conforto, mas possui um estilo refinado, o tênis casual pode ser uma boa escolha. Ele se adapta com calças jeans, vestidos, saias e outras peças. Em contrapartida, se a preferência for por um visual mais livre, o tipo esportivo pode atender as necessidades.

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Desde que o modelo ofereça conforto, é possível pensar em outras formas para o uso de tênis casuais e esportivos.

Sapatênis: o meio-termo entre o esportivo e casual

Considerada uma opção despojada, o sapatênis mistura elementos que remetem ao conforto dos tênis esportivos e, ao mesmo tempo, trazem um formato similar a de um sapato. Assim, não se enquadra a nenhuma necessidade específica, podendo atender aqueles que prezam por comodidade e elegância.

Ele é um modelo popular, sendo uma escolha versátil para ambientes formais e informais. É comum ver pessoas usando esta opção em diferentes lugares, como eventos, reuniões corporativas, parques, restaurantes e outros.

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Devido à praticidade, o sapatênis pode ser uma escolha interessante para quem vai a pé para o trabalho. Apesar do aspecto casual, nada impede o seu uso em um ambiente um pouco mais formal. No entanto, esse fator vai depender da combinação com a roupa. Com o estilo adequado, é possível uma boa composição.

Fonte: Parceiro/Olhos de Águia

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Moda

ABDI e Senai lançam projeto para inovar a indústria da moda no DF

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Proposta é ampliar a oferta de mão de obra qualificada para atender às novas demandas tecnológicas do setor, melhorar processos produtivos e estimular criação de novos negócios

 

Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF) lançam, nesta sexta-feira, 27/3, o projeto Indústria da Moda DF, voltado a impulsionar a inovação e fortalecer a cadeia produtiva do vestuário no DF. Com investimento de R$ 3,95 milhões, o programa oferecerá 480 vagas em cursos gratuitos de qualificação profissional e promoverá ações de estímulo ao empreendedorismo e de modernização tecnológica das confecções locais.

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A proposta é ampliar a oferta de mão de obra qualificada para atender às novas demandas tecnológicas da indústria da moda, melhorar os processos produtivos e estimular a criação de novos negócios no setor. O projeto também prevê vivências em empresas de confecção e atividades voltadas à inovação e à qualificação produtiva.

 

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O lançamento será realizado às 16 horas, na unidade do Senai em Taguatinga. Na ocasião, serão apresentados dois editais: um destinado à inscrição de alunos interessados em participar dos cursos e outro voltado a instituições que queiram integrar a iniciativa como parceiras na oferta da formação. A expectativa é que as primeiras turmas tenham início ainda no primeiro semestre deste ano.

 

Segundo o presidente da ABDI, Ricardo Cappelli, o projeto busca enfrentar gargalos históricos do setor no DF. “A cadeia do vestuário tem grande importância econômica e social no DF, com forte presença de micro e pequenas empresas e de mulheres na geração de trabalho e renda. Ao formar profissionais, aproximar essa mão de obra das empresas e estimular novos negócios, o projeto cria oportunidades de inclusão produtiva e fortalece a competitividade da indústria da moda”, afirma.

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Do total investido, R$ 3,46 milhões serão aportados pela ABDI, enquanto R$ 481,9 mil correspondem à contrapartida do Senai-DF.

 

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Cursos gratuitos

 

O programa oferecerá cinco cursos profissionalizantes gratuitos, com carga total de 420 horas, nas áreas de:

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  • Costura Industrial
  • Costura Sob Medida
  • Modelagem Computadorizada
  • Moda Praia
  • Corte de Peças

As aulas serão realizadas nas unidades do Senai de Taguatinga e do Gama, além de dois institutos comunitários parceiros em diferentes regiões administrativas do DF.

 

Neste mês, serão abertas 80 vagas para os cursos de qualificação profissional de Costureiro Industrial e de Costureiro Sob Medida, cada um com carga horária de 260 horas-aulas. As inscrições, que abrem em 27 de março, poderão ser feitas on-line pelo site do projeto até 28 de abril. Se a quantidade de interessados superar o número de vagas, o Senai-DF ordenará os excedentes em uma lista de espera, conforme a sequência das inscrições.

 

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A iniciativa tem como público pessoas em situação de vulnerabilidade, com foco na geração de renda e na inserção produtiva. Ao final da formação, os participantes receberão certificação do Senai-DF.

 

Vivência em empresas e incentivo ao empreendedorismo

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Após a conclusão dos cursos, 50 alunos poderão participar de vivências, empreendedora ou profissional em empresa do setor de confecção.

 

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Na empreendedora, os alunos participantes irão, durante o período de três meses, com carga horária de 240 horas, atuar em grupo no desenvolvimento de uma nova marca a ser lançada. O Senai-DF dará apoio para elaboração do conceito, produção e venda dos produtos. Os alunos selecionados para a vivência empreendedora irão receber um auxílio financeiro no valor de R$ 552,00 a cada 80 horas.

 

Outra frente será a vivência profissional, voltada a alunos interessados que queiram atuar em uma empresa do setor de moda. A atividade terá duração de um mês, cerca de 160 horas. Estes também receberão bolsa de R$ 552,00 a cada 80 horas.

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O projeto conta ainda com a criação de um marketplace digital, onde os participantes poderão comercializar peças produzidas durante a formação e nas atividades de empreendedorismo.

 

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Modernização das confecções

 

O projeto Indústria da Moda DF também prevê consultorias e apoio técnico para empresas do setor, com foco na modernização dos processos produtivos, modelagem digital e inovação produtiva.

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Os institutos comunitários parceiros que sediarão os cursos poderão contar com equipamentos de costura e estrutura produtiva, entre eles botoneira eletrônica, caseadeira reta eletrônica, máquinas de costura reta e de ponto conjugado, além de mesas de passar industriais, mini caldeiras portáteis, mesa de corte industrial e manequins profissionais.

 

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Caso mantenham a oferta de cursos gratuitos após o término do programa, esses equipamentos poderão permanecer nas instituições.

 

Segundo Claudia Alves, analista de Produtividade e Inovação da ABDI, a parceria com institutos comunitários é estratégica para ampliar o acesso à qualificação profissional tecnológica em diferentes regiões do DF. “Essas instituições já têm forte presença nas comunidades e desempenham um papel fundamental na mobilização e permanência dos alunos nos cursos”, destaca.

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“O Indústria da Moda é um projeto importante para o setor do vestuário porque trabalha em duas vertentes que se complementam: aperfeiçoa e moderniza as linhas de produção e qualifica profissionais”, afirma o diretor regional do Senai-DF, Marco Secco. “Ao trabalhar as duas linhas de forma complementar, o Indústria da Moda trará como resultado a inclusão socioprodutiva e um setor mais eficiente, que produzirá com maior qualidade”, complementa.

 

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Necessidade de formação profissional

 

O setor de vestuário do DF reúne cerca de 6 mil empresas, concentradas principalmente em Taguatinga, Ceilândia e Plano Piloto, que somam 57% dos estabelecimentos do segmento.

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De acordo com levantamento do Sindicato das Indústrias do Vestuário do DF (Sindiveste), 70% das empresas são microempreendedores individuais, e quase metade possui entre um e cinco empregados.

 

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Apesar do crescimento do mercado, o setor enfrenta déficit de cerca de 1.800 profissionais qualificados, especialmente costureiras industriais. Em 2024, o varejo de moda no DF cresceu 5,8%, ampliando a demanda por produção local e mão de obra especializada.

 

 

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CRÉDITOS:
foto: Divulgação

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