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Tati Zaqui denuncia Thomaz Costa por agressão; ator afirma ser vítima

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Tati Zaqui, 29, fez uma denúncia contra Thomaz Costa, 23, por agressão. A cantora registrou um Boletim de Ocorrência, na tarde da última quinta-feira (18).

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Segundo divulgado pela Polícia Civil, ela relatou que foi agredida com mordidas na perna pelo e foi ameaçada com uma faca pelo ator.

O fato teria ocorrido em um apartamento na Avenida Presidente Kennedy, bairro Santa Paula, em São Caetano do Sul (SP), no dia 13 deste mês.

“Foram solicitadas medidas protetivas de urgência à vítima e o caso foi registrado como violência doméstica, dano, ameaça, violência psicológica contra a mulher e lesão corporal na Delegacia de São Caetano do Sul”, completa a nota da polícia.

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Em nota à ISTOÉ, a assessoria da cantora confirmou que Tati Zaqui fez a denúncia. “Diante das diversas provas apresentadas pela cantora, os fatos foram levados à Delegacia de Polícia, na qual as autoridades policiais de prontidão ouviram o depoimento da vítima e das testemunhas”, informou os advogados da artista.

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“A vítima foi submetida ao exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal de Santo André/SP, para apurar os hematomas apresentados pela cantora. O caso foi enviado para o Poder Judiciário que, ao analisar as provas concederam uma medida protetiva em favor da cantora, proibindo o Sr. Thomaz de aproximar-se da
Sra.Tatiane. Demais procedimentos judiciais e esclarecimentos são sigilosos e correm junto a Vara Criminal de São Caetano do Sul”, diz a nota.

Versão de Thomaz Silva

Em vídeo publicado no Instagram, na última sexta-feira (19), o ator colocou a sua versão dos fatos e diz ser vítima da cantora.

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“Eu fui vítima, sim, de um relacionamento abusivo e eu vou provar para vocês que homens sofrem relacionamento abusivo também”.

“Essas marcas que ela mostrou para vocês, são marcas provocadas por ela mesmo, tentando me agredir”.

“O que eu tenho para provar, eu vou provar na Justiça, com o maior prazer. Eu tenho fotos, eu tenho vídeos também”.

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Em dois anos, pobreza dá lugar a desenvolvimento social e 17,4 milhões de pessoas ascendem de classe

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De acordo com estudo da FGV, renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. Foto: Estevam Costa/PR

Estudo da FGV registrou, em 2024, maior nível histórico de ascensão social para as classes A, B e C, registrando um crescimento de 78,18% desde 1976

Em apenas dois anos, 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes sociais A, B e C. Para dar dimensão do volume, a quantidade equivale à população inteira do Equador. O estudo foi realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) de 1976 a 2024.
Segundo a FGV, o ritmo da mudança entre 2022 e 2024 foi 74% mais acelerado que o observado entre 2003 e 2014, período marcado também pela alta ascensão social no país. Nos últimos dois anos, a parcela da população nas classes A, B e C cresceu 8,44 pontos percentuais, sendo 13 a 14 pontos percentuais representados por quem recebe o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
RENDA DO TRABALHO — O diretor da FGV Social e autor do estudo, Marcelo Neri, destacou que a renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. “O ganho de renda do trabalho foi o principal motor de ascensão social da chamada classe média. A regra de proteção do Bolsa Família impulsiona a geração de carteiras de trabalho, que talvez seja o principal símbolo da nova classe média vinda da base da distribuição de renda”, afirmou.
FAIXAS DE RENDA — As classes A, B e C são categorias usadas em estudos socioeconômicos para organizar a população de acordo com a renda familiar. De forma geral, a classe C é associada à classe média, formada por famílias que conseguem atender às necessidades básicas e têm algum poder de consumo, enquanto as classes B e A reúnem faixas de renda mais altas, com maior renda e estabilidade financeira.
Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”

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Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
PARTICIPAÇÃO – Em 2024, o Brasil registrou o maior nível histórico de participação da classe média e das classes de maior renda desde 1976. O registro de pessoas nas classes A, B e C juntas chegou a 78,18% acima da média anual. A classe C concentrou 60,97% da população, enquanto as classes A e B somaram 17,21%.
DO LADO DO POVO — O estudo também mostra que as classes D e E atingiram os menores níveis já observados: 15,05% e 6,77%, respectivamente. “Um governo do lado do povo, e não é um jogo de palavras, é mudança para melhor mesmo, para milhões de brasileiros e brasileiras”, reforçou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
Para ele, os resultados mostram a força das políticas sociais, integradas com educação, saúde, e inclusão socioeconômica. “Os mais pobres vêm ganhando oportunidades com o crescimento econômico acima de 3% ao ano, possibilidades de emprego e pequenos e médios negócios, ampliando a renda, aumentando a capacidade de consumo, o que impulsiona o próprio crescimento contínuo da economia”, explicou. “Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”, completou o titular do MDS.

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» Os dados estão disponíveis na página oficial da FGV.

 

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

 

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