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📣 Detran-DF leva educação de trânsito a mais de 3,4 mil pessoas no DF!🚦🚶‍♀️🚴‍♂️🚗

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Entre os dias 26 e 28 de setembro, o Detran-DF realizou mais de 20 ações educativas em 12 regiões administrativas, impactando diretamente 3.464 pessoas com iniciativas que promovem a segurança viária e o respeito à vida no trânsito.

👉 Foram palestras, blitzes educativas, espetáculos teatrais e intervenções artísticas, com linguagem adaptada para públicos diversos — desde crianças da educação infantil até motoristas profissionais.

🌟 Destaques do fim de semana:
✔️ Samambaia liderou a mobilização com mais de 1.000 crianças atendidas
✔️ Gama recebeu o projeto Café na Faixa e uma blitz da campanha Paz no Trânsito
✔️ Taguatinga, Ceilândia, Sudoeste e Planaltina também contaram com ações interativas e educativas

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💬 Nosso compromisso é formar cidadãos conscientes desde cedo e construir uma cultura de paz no trânsito. Juntos, salvamos vidas! ❤️

📖 Leia a matéria completa no site oficial do Detran-DF:
👉 https://www.detran.df.gov.br/detran-df-leva-educacao-de-transito-para-mais-de-34-mil-pessoas-no-fim-de-semana/

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Judicialização de concursos cresce no DF e especialista explica como candidatos podem evitar disputas judiciais

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DF registrou mais de 53 mil ações relacionadas a concursos públicos em 2025. Especialista aponta que atenção ao edital pode evitar processos.

O número de ações judiciais relacionadas a concursos públicos tem crescido no Distrito Federal. Levantamento recente aponta que o DF registrou mais de 53 mil processos envolvendo classificação em concursos em 2025, sendo a segunda unidade da federação com maior volume de judicializações no país. Entre os principais motivos estão questionamentos sobre notas, formulação de questões e critérios de correção.

A judicialização de concursos públicos costuma ocorrer quando candidatos identificam possíveis irregularidades no processo seletivo ou discordam de decisões tomadas pelas bancas examinadoras. Nesses casos, o recurso ao Judiciário surge como alternativa para contestar resultados ou etapas do certame.

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Segundo a advogada administrativista Flávia de Sá Campos, do Centro Universitário UniProcessus, a atuação da Justiça nesses casos ocorre apenas quando há indícios claros de ilegalidade no processo.

“A intervenção judicial é legítima quando há ilegalidade, como erro material, violação ao edital, cobrança de conteúdo fora do programa previsto ou ausência de critérios objetivos de correção”, explica.

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A especialista destaca que muitos conflitos poderiam ser evitados ainda nas etapas administrativas do próprio concurso.

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“O candidato bem preparado não estuda apenas o conteúdo da prova, mas também acompanha atentamente as regras do edital e os prazos para apresentação de recursos, evitando uma judicialização desnecessária”, afirma.

Flávia também aponta que parte das ações surge em etapas específicas dos certames.

“Grande parte das judicializações em concursos públicos ocorre após reprovações em fases como exames médicos, investigações de vida pregressa ou avaliações documentais. Muitas dessas situações poderiam ser evitadas com a leitura atenta do edital e com a apresentação correta dos documentos exigidos pela banca examinadora”, conclui.

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Estudos sobre judicialização em concursos públicos também indicam que grande parte das ações não resulta em alteração no resultado dos certames. Levantamento do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos aponta que mais de 75% das decisões analisadas foram consideradas improcedentes, o que reforça a importância de atenção às regras do edital e aos recursos administrativos previstos nos processos seletivos.

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