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Comissão aprova projeto que direciona parte do auxílio-reclusão para a vítima de crime

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PL original destinava valor à família da vítima, mas emenda de relatora acrescenta a vítima como destinatária
 

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (28), relatório da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) ao projeto (PL 6.024/2023) que prevê destinar 30% do valor do auxílio-reclusão para quem foi vítima crime praticado por segurado do INSS.

Autor da proposta, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) afirmou na justificativa que a mudança é uma “medida de justiça”, pois o crime cometido “gera consequências sobre a esfera jurídica da vítima e de seus familiares, que não podem ficar à margem da proteção social”.

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A legislação atual estabelece que o auxílio-reclusão é pago aos dependentes do trabalhador de baixa renda enquanto esse segurado estiver preso em regime fechado e não receber remuneração da empresa para a qual trabalha.

O benefício também não é pago quando o segurado preso já esteja recebendo auxílio doença, pensão por morte, salário-maternidade, aposentadoria ou abono de permanência em serviço.

“Embora atualmente o auxílio-reclusão seja um benefício previdenciário pago aos dependentes do segurado preso (e não ao próprio preso), muitos argumentam que a vítima ou seus familiares também merecem atenção do Estado, especialmente em casos em que houve dano direto causado pelo crime”, diz o relatório da senadora Damares Alves, que acrescentou em emenda a vítima como provável destinatária do auxílio.

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De acordo com o projeto, quando houver mais de uma vítima do crime cometido o percentual do auxílio será dividido em partes iguais entre elas. Em caso de falecimento da vítima após o crime, o valor será direcionado aos seus herdeiros.

Na prática, o texto prevê a divisão do auxílio-reclusão entre a família do preso de baixa renda e a vítima do crime cometido ou de seus herdeiros em caso de morte por causa do delito sofrido.

Aprovado por unanimidade, o projeto  segue para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e deve também ser analisado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

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O texto tem tramitação terminativa, ou seja, se for aprovado na CAE, seguirá para a análise da Câmara dos Deputados, sem precisar ir ao plenário do Senado – exceto se houver recurso dos senadores para isso.

Fonte: Ascom Senadora Damares

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Politica

“Celina tem minha total confiança”, afirma Ibaneis ao rechaçar rumores sobre relação com a vice

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Foto: Paulo Sergio/Câmara dos Deputados

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), veio a público nesta semana para esclarecer especulações sobre sua relação com a vice-governadora Celina Leão (PP). Em publicação nas redes sociais, o chefe do Executivo local afirmou acompanhar “a circulação de diversas fake news” e foi categórico: “Celina conta com minha total confiança”.

Ibaneis negou qualquer crise política e destacou a atuação da vice. “As informações divulgadas não correspondem à verdade. Pelo contrário, reconheço sua força de trabalho, dedicação e compromisso com o cuidado com o Distrito Federal”, escreveu, ao afastar os rumores de desgaste na parceria.

Desde o início do ano, Celina Leão exerce o cargo de governadora em exercício, em razão das férias de Ibaneis, que reassume o comando do GDF na próxima semana.

Fonte: Metrópoles

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