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Daniel Radar recebe apoio de Damares e Paulo Octávio e entra no jogo de 2026

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Almoço de Daniel Radar reúne mais de 500 pessoas em Santa Maria e atrai lideranças como Damares e Paulo Octávio, consolidando o nome do líder comunitário como aposta para 2026.  

Santa Maria foi palco de um encontro político que chamou atenção no último sábado (30/8). O líder comunitário Daniel Radar promoveu uma feijoada que reuniu mais de 500 pessoas no Arena FC, entre familiares, amigos, apoiadores e lideranças do Distrito Federal e do Entorno.

O evento, em clima de festa e unidade, se transformou em um ato de apoio à pré-candidatura de Radar nas eleições de 2026.

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O encontro contou com a participação da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), considerada “mãe política” de Radar; do ex-governador e presidente do PSD-DF, Paulo Octávio; do senador Izalci Lucas (PSDB); e da deputada federal Bia Kicis (PL-DF).

Também estiveram presentes o presidente do Republicanos-DF, Wanderley Tavares; o presidente do Podemos-DF e secretário do Entorno, Cristian Viana; o secretário nacional do Podemos, Luiz França; o presidente do PRD/Solidariedade-DF, Lucas Kontoyannis; e o presidente do Novo-DF, Thiago Cianni.

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Do Entorno, marcaram presença os vereadores de Novo Gama Luana Marques e Chico da Civil, além do administrador de Céu Azul.

Apoio público

Durante os discursos, Damares Alves anunciou apoio à pré-candidatura de Radar.  Paulo Octávio também elogiou o trabalho do líder comunitário, ressaltando sua capacidade de articulação política.

Radar já disputou duas vezes o cargo de deputado distrital, obtendo votações expressivas que superaram parlamentares eleitos. Agora, se projeta como um dos nomes em ascensão para 2026, com apoio de diferentes siglas e base consolidada em Santa Maria e Gama.

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O almoço foi visto por aliados como um divisor de águas. Para muitos, mais do que confraternização, a feijoada consolidou Daniel Radar como um dos principais articuladores políticos da região sul do DF e projetou sua liderança para todo o Distrito Federal.

Agência Rec Mkt Político
Assessoria de Imprensa

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Lula deve indicar Miriam Belchior para a Casa Civil, afirma Rui Costa

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Brasília (DF), 29/05/2024 - A secretária executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, durante anúncio de novas medidas de apoio à população e à reconstrução do Rio Grande do Sul. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, confirmou nesta quinta-feira (29) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheu a atual secretária-executiva da pasta, Miriam Belchior, para assumir o comando do ministério a partir de abril, quando ele deixará o cargo para se dedicar à disputa eleitoral.

Segundo Rui Costa, a decisão já foi comunicada pelo presidente tanto a ele quanto à futura ministra. “Ela foi ministra do Planejamento, é uma técnica competente e dará continuidade ao trabalho do governo. A prioridade do presidente é manter pessoas da própria equipe, evitando rupturas nas ações em andamento”, afirmou.

Miriam Belchior é filiada ao PT desde a década de 1980 e tem trajetória consolidada em gestões petistas. Já ocupou os cargos de ministra do Planejamento e da Casa Civil, presidiu a Caixa Econômica Federal e foi coordenadora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Ela também foi casada com o ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, assassinado em 2002.

Estratégia do Planalto

Com a proximidade do prazo legal para desincompatibilização, o governo Lula deve passar por uma série de mudanças ministeriais. A estratégia do Palácio do Planalto é utilizar a visibilidade da Esplanada como impulso eleitoral para ampliar a base governista no Congresso Nacional em 2026.

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Entre os ministros que devem deixar o governo para disputar eleições estão Fernando Haddad (Fazenda), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Camilo Santana (Educação) e a própria Simone Tebet (Planejamento), além de outros integrantes do primeiro escalão.

A avaliação de governistas é que a direita tende a sair fortalecida das próximas eleições, especialmente pelo desempenho nas redes sociais. Por isso, o Planalto aposta em nomes conhecidos para tentar equilibrar a disputa e garantir maior representação no Congresso.

Fonte: Jovem Pan
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