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Detran-DF flagra condutores alcoolizados e recupera veículo com apoio aéreo no fim de semana

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Operações ocorreram em cinco regiões administrativas do Distrito Federal

Valquíria Cunha/Ascom Detran-DF

(Brasília, 26/01/2026) — O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou ações de fiscalização entre sexta-feira e domingo (22 a 25/1) nas regiões de Samambaia, Águas Claras, Vicente Pires, Taguatinga e Brazlândia. As operações resultaram em 28 flagrantes de alcoolemia, sendo um de natureza criminal, além de diversas infrações relacionadas à documentação e às condições dos veículos.

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Durante as abordagens, foram identificados 13 condutores inabilitados, sete com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida e um motorista dirigindo veículo em categoria diferente da qual é habilitado. As equipes também registraram sete infrações por alterações no sistema de iluminação, seis por escapamento irregular, uma por lacre rompido e outra por prática de manobras perigosas com motocicleta, além de 51 autuações por motivos diversos.

Destaques
Um dos principais registros do fim de semana ocorreu na manhã de domingo (25/1), quando a tripulação do helicóptero Sentinela 01, da Unidade de Operação Aérea (UOPA) do Detran-DF, localizou um veículo suspeito abandonado em uma área de mata na DF-097 (EPAC), na altura da Colônia Agrícola 26 de Setembro. Após consulta aos sistemas, foi confirmado que o automóvel possuía registro de furto/roubo.

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Durante o patrulhamento, a equipe aérea identificou uma viatura da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) a cerca de um quilômetro do local e, por meio de coordenação tática e sinalização aérea, direcionou os policiais em solo até o ponto exato onde se encontrava o veículo, um Chevrolet Celta preto. A ocorrência foi concluída com a entrega do automóvel à PCDF, responsável pelos procedimentos de perícia e posterior restituição ao proprietário.

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Ainda na noite de domingo, as equipes de fiscalização atuaram na Operação 5º Mandamento, no Paranoá, uma ação conjunta e permanente de segurança pública realizada no Distrito Federal, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), com foco na redução de crimes contra a vida e na diminuição da criminalidade em áreas estratégicas.

Na sexta-feira (23), o Detran-DF também participou da Operação CAISP, em Brazlândia, no Setor Tradicional, próximo ao Lago Veredinha. A iniciativa integra o Comitê de Áreas Integradas de Segurança Pública do Distrito Federal e reúne órgãos como a Polícia Militar do DF (PMDF), a Polícia Civil do DF (PCDF), o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), a DF Legal e a Secretaria de Segurança Pública (SSP), com foco na redução da criminalidade, no reforço do policiamento ostensivo e no aumento da sensação de segurança da população.

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As fiscalizações fazem parte das estratégias permanentes do Detran-DF para coibir infrações, prevenir sinistros de trânsito e garantir mais segurança viária em todo o Distrito Federal.

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Ações preventivas
Além das ações de fiscalização, durante o fim de semana, equipes do Detran-DF atuaram no controle do tráfego em eventos como a implosão do Hotel Torre Palace, na Asa Norte, a Rua do Lazer do Guará e a Corrida de Reis Mirim, no Parque da Cidade.

Os agentes também foram destacados para o controle do tráfego durante o treinamento do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) nos escombros do Hotel Torre Palace, em pontos de demonstração em Santa Maria e durante uma manifestação popular no Gama

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Judicialização de concursos cresce no DF e especialista explica como candidatos podem evitar disputas judiciais

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DF registrou mais de 53 mil ações relacionadas a concursos públicos em 2025. Especialista aponta que atenção ao edital pode evitar processos.

O número de ações judiciais relacionadas a concursos públicos tem crescido no Distrito Federal. Levantamento recente aponta que o DF registrou mais de 53 mil processos envolvendo classificação em concursos em 2025, sendo a segunda unidade da federação com maior volume de judicializações no país. Entre os principais motivos estão questionamentos sobre notas, formulação de questões e critérios de correção.

A judicialização de concursos públicos costuma ocorrer quando candidatos identificam possíveis irregularidades no processo seletivo ou discordam de decisões tomadas pelas bancas examinadoras. Nesses casos, o recurso ao Judiciário surge como alternativa para contestar resultados ou etapas do certame.

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Segundo a advogada administrativista Flávia de Sá Campos, do Centro Universitário UniProcessus, a atuação da Justiça nesses casos ocorre apenas quando há indícios claros de ilegalidade no processo.

“A intervenção judicial é legítima quando há ilegalidade, como erro material, violação ao edital, cobrança de conteúdo fora do programa previsto ou ausência de critérios objetivos de correção”, explica.

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A especialista destaca que muitos conflitos poderiam ser evitados ainda nas etapas administrativas do próprio concurso.

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“O candidato bem preparado não estuda apenas o conteúdo da prova, mas também acompanha atentamente as regras do edital e os prazos para apresentação de recursos, evitando uma judicialização desnecessária”, afirma.

Flávia também aponta que parte das ações surge em etapas específicas dos certames.

“Grande parte das judicializações em concursos públicos ocorre após reprovações em fases como exames médicos, investigações de vida pregressa ou avaliações documentais. Muitas dessas situações poderiam ser evitadas com a leitura atenta do edital e com a apresentação correta dos documentos exigidos pela banca examinadora”, conclui.

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Estudos sobre judicialização em concursos públicos também indicam que grande parte das ações não resulta em alteração no resultado dos certames. Levantamento do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos aponta que mais de 75% das decisões analisadas foram consideradas improcedentes, o que reforça a importância de atenção às regras do edital e aos recursos administrativos previstos nos processos seletivos.

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