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Hermeto amplia proteção e oportunidades para as mulheres do DF com projetos inovadores

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O deputado distrital Hermeto (MDB) tem se destacado na Câmara Legislativa do Distrito Federal por sua atuação em prol das mulheres, implementando políticas públicas que garantem mais segurança, inclusão e oportunidades. Entre suas principais iniciativas estão programas de defesa pessoal, incentivos fiscais para a empregabilidade e ações voltadas à assistência integral à mulher.

Em dezembro de 2024, foi aprovado o Projeto de Lei nº 945/2024, de autoria de Hermeto, que institui o Programa Distrital de Promoção da Defesa Pessoal e da Autoproteção Responsáveis para Mulheres. A iniciativa tem como objetivo capacitar mulheres, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade ou vítimas de violência doméstica, oferecendo aulas práticas de defesa pessoal, palestras e seminários ministrados por profissionais qualificados.

As capacitações incluem técnicas de defesa com e sem o uso de instrumentos, baseadas em artes marciais, promovendo mais segurança tanto para as participantes quanto para terceiros. Além disso, o programa regulamenta o acesso a dispositivos de defesa não letais, como spray de pimenta e armas de eletrochoque.

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“Nossa prioridade é garantir que as mulheres do DF tenham ferramentas e conhecimento para se defenderem. Essa aprovação é uma vitória para toda a sociedade”, afirmou Hermeto.

Para a comerciante Ana Paula Souza, de 38 anos, a iniciativa é essencial para garantir mais segurança. “Saio do trabalho à noite e sempre me sinto vulnerável. Ter acesso a cursos de defesa pessoal e a equipamentos de proteção pode salvar vidas”, disse.

Além das ações voltadas à segurança, Hermeto também tem trabalhado para ampliar as oportunidades de trabalho para as mulheres. Um exemplo é o Projeto de Lei nº 1274/2024, que propõe incentivos fiscais para empresas que contratarem mulheres acima de 40 anos. A medida busca enfrentar as dificuldades de recolocação profissional enfrentadas por esse grupo etário, especialmente para aquelas que são chefes de família.

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A proposta surgiu a partir de uma demanda do Movimento das Mulheres Conselheiras do DF (MOVI) e está em tramitação na Câmara Legislativa. Segundo Hermeto, o projeto tem um impacto social significativo.

“Muitas mulheres acima dos 40 anos enfrentam barreiras para voltar ao mercado de trabalho. Esse projeto visa corrigir essa desigualdade e garantir oportunidades para quem precisa”, explicou o parlamentar.

Além disso, por meio de emendas parlamentares, Hermeto tem destinado recursos para a capacitação profissional de mulheres em diversas regiões do Distrito Federal. Foram oferecidos cursos de cabeleireira, maquiagem, informática básica, design de sobrancelhas, alongamento de unhas e secretariado administrativo para mulheres do Núcleo Bandeirante, Candangolândia e Riacho Fundo II.

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A dona de casa Maria Clara Oliveira, de 45 anos, foi uma das beneficiadas pelos cursos e vê a iniciativa como um divisor de águas. “Consegui aprender uma nova profissão e agora posso ajudar na renda da minha família. Esses cursos fazem muita diferença na vida de quem precisa”, contou.

Outro marco da atuação de Hermeto foi a criação da Lei nº 6.569/2020, que institui a Política de Assistência Integral à Mulher (PAIM) no Distrito Federal. A lei assegura assistência integral à saúde feminina, com ações preventivas e curativas, especialmente relacionadas à gestação, parto e pós-parto, além de orientação sobre a importância do aleitamento materno.

O deputado também é autor da Lei nº 6.285/2019, que institui o Dia da Policial Militar Feminina no Distrito Federal, comemorado em 1º de julho. A data busca valorizar o trabalho das mulheres na corporação e reforçar a importância da presença feminina na segurança pública.

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Para a soldado Carolina Mendes, da Polícia Militar do DF, o reconhecimento é fundamental. “O trabalho das mulheres na segurança pública ainda enfrenta desafios, e ter um dia dedicado a essa valorização é um grande passo para reforçar nossa importância na corporação”, afirmou.

Hermeto também têm apresentado outras iniciativas voltadas à proteção e ao suporte às mulheres. Entre elas, destaca-se um projeto que propõe o ressarcimento financeiro para vítimas de violência doméstica, garantindo que mulheres que sofreram agressões e precisaram deixar suas residências possam ter apoio financeiro para recomeçar suas vidas.

Outra proposta inovadora do parlamentar é a tatuagem reparadora para vítimas de violência, que permitirá que mulheres que sofreram agressões e carregam cicatrizes físicas possam fazer procedimentos gratuitos de reconstrução estética por meio de tatuagens reparadoras.

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“A violência contra a mulher deixa marcas que vão além do emocional. Com essa medida, queremos devolver a autoestima e a dignidade para essas mulheres”, enfatizou Hermeto.

As ações do deputado demonstram um compromisso contínuo com a defesa e o empoderamento das mulheres no Distrito Federal. Seja por meio de projetos de segurança, qualificação profissional ou assistência social, suas iniciativas buscam garantir mais oportunidades, proteção e dignidade para as mulheres da capital.

Para a líder comunitária Juliana Ferreira, a atuação do parlamentar é um exemplo a ser seguido. “São políticas públicas que realmente fazem a diferença na vida das mulheres. Precisamos de mais iniciativas como essas para garantir igualdade e segurança para todas”, concluiu.

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Por Vanessa de Araújo

Assessoria de Comunicação ASCOM
Deputado distrital HERMETO
MDB/DF
Contato: 61-3348-8110
Câmara Legislativa do Distrito Federal
Gabinete 11, 3° andar
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Mulheres lideram práticas de sustentabilidade no país e priorizam embalagens recicladas, aponta pesquisa

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Crédito: Getty Images
Levantamento da Nexus a pedido do Sindiplast mostra que 25% das mulheres dizem sempre escolher produtos com material reciclado; entre homens, índice é de 19%

As mulheres lideram o consumo consciente no Brasil quando o assunto é escolher produtos com embalagens recicladas. É o que mostra a pesquisa “Hábitos Sustentáveis & Percepções sobre o Plástico”, realizada pela Nexus encomendada pelo Sindiplast (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo).
Segundo o levantamento, 25% das mulheres afirmam que sempre optam por produtos com material reciclado na hora da compra. Entre os homens, o percentual é menor: 19% dizem adotar essa prática de forma constante.
A pesquisa analisou homens e mulheres separadamente. Em cada grupo, os entrevistados se dividem entre as opções “sempre”, “na maioria das vezes”, “na minoria das vezes” e “nunca”, fechando 100% da amostra de cada gênero.
Mulheres lideram práticas de reciclagem e reaproveitamento de embalagens

A diferença vai além das prateleiras do supermercado. O estudo indica que o público feminino também declara maior frequência na adoção de práticas relacionadas à reciclagem no ambiente doméstico.

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  • Separação do lixo: 49% das mulheres dizem que sempre separam resíduos para reciclagem, contra 46% dos homens.
  • Reaproveitamento de embalagens: 36% afirmam que sempre reutilizam embalagens após o uso. Entre os homens, o índice é de 29%.

O levantamento também classificou os entrevistados em perfis de sustentabilidade. De acordo com os dados, 35% das mulheres estão no grupo considerado mais engajado, adotando práticas sustentáveis com maior frequência.

Já entre os homens, a maioria (58%) afirma reconhecer a importância do tema, mas não realiza ações em prol do meio ambiente com regularidade.
Preocupação com as mudanças climáticas

O estudo identificou diferenças na forma como homens e mulheres percebem os impactos ambientais.

Entre as mulheres, 24% apontam alagamentos e enchentes como a principal preocupação ambiental, quase o dobro do índice registrado entre os homens (13%).
Na avaliação dos responsáveis pelo estudo, a maior atenção a efeitos que impactam diretamente o cotidiano pode ajudar a explicar um comportamento mais ativo do público feminino na escolha de produtos e na gestão de resíduos.
Para Paulo Teixeira, diretor-superintendente do Sindiplast, os dados indicam que as mulheres apresentam maior adesão a práticas sustentáveis. “Elas transformam preocupação em atitude no momento da compra. Não é apenas discurso, mas um comportamento recorrente. Quando a sustentabilidade se torna parte do dia a dia, passa a influenciar diferentes etapas do consumo”, afirma o executivo.
A pesquisa ouviu 2.009 pessoas por telefone, em todas as 27 Unidades da Federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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