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Politica

IgesDF abre seleção para Médico Pediatra com salário de R$ 18,1 mil

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Processo seletivo forma cadastro reserva, com carga horária de 24 horas semanais e inscrições até 25 de janeiro
 
Por Pollyana Cabral
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está com inscrições abertas para o processo seletivo simplificado de Médico Pediatra, conforme o Edital nº 001/2026. A seleção visa à formação de cadastro reserva, com possibilidade de contratação nas modalidades determinada, indeterminada ou intermitente, de acordo com a necessidade das unidades de saúde geridas pelo Instituto.
A oportunidade oferece remuneração bruta de R$ 18.115,68, para jornada mínima de 24 horas semanais, além de um conjunto de benefícios institucionais que inclui auxílio transporte, auxílio alimentação, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral e folga no mês de aniversário.
Perfil profissional exigido
Para participar do processo seletivo, o candidato deve possuir graduação completa em Medicina, com diploma reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), além de registro ativo no Conselho Regional de Medicina (CRM). Também é obrigatória a residência médica concluída ou em fase de conclusão em Pediatria, até março de 2026, ou título de especialista emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB) ou pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
O edital exige ainda experiência mínima de seis meses como Médico Pediatra em atendimento de urgência e emergência, compatível com a área de atuação do cargo. Como diferencial, será valorizada a apresentação de certificado do curso PALS (Pediatric Advanced Life Support).
Inscrições e validade
As inscrições estarão abertas de 19 a 25 de janeiro de 2026, exclusivamente por meio do portal de processos seletivos do IgesDF. O cadastro reserva formado a partir do Edital nº 001/2026 será utilizado conforme a demanda assistencial das unidades de saúde.
Com este novo processo seletivo, o IgesDF reafirma seu compromisso com o fortalecimento das equipes médicas e com a oferta de uma assistência pediátrica qualificada, segura e resolutiva à população do Distrito Federal.
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Politica

Judicialização de concursos cresce no DF e especialista explica como candidatos podem evitar disputas judiciais

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DF registrou mais de 53 mil ações relacionadas a concursos públicos em 2025. Especialista aponta que atenção ao edital pode evitar processos.

O número de ações judiciais relacionadas a concursos públicos tem crescido no Distrito Federal. Levantamento recente aponta que o DF registrou mais de 53 mil processos envolvendo classificação em concursos em 2025, sendo a segunda unidade da federação com maior volume de judicializações no país. Entre os principais motivos estão questionamentos sobre notas, formulação de questões e critérios de correção.

A judicialização de concursos públicos costuma ocorrer quando candidatos identificam possíveis irregularidades no processo seletivo ou discordam de decisões tomadas pelas bancas examinadoras. Nesses casos, o recurso ao Judiciário surge como alternativa para contestar resultados ou etapas do certame.

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Segundo a advogada administrativista Flávia de Sá Campos, do Centro Universitário UniProcessus, a atuação da Justiça nesses casos ocorre apenas quando há indícios claros de ilegalidade no processo.

“A intervenção judicial é legítima quando há ilegalidade, como erro material, violação ao edital, cobrança de conteúdo fora do programa previsto ou ausência de critérios objetivos de correção”, explica.

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A especialista destaca que muitos conflitos poderiam ser evitados ainda nas etapas administrativas do próprio concurso.

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“O candidato bem preparado não estuda apenas o conteúdo da prova, mas também acompanha atentamente as regras do edital e os prazos para apresentação de recursos, evitando uma judicialização desnecessária”, afirma.

Flávia também aponta que parte das ações surge em etapas específicas dos certames.

“Grande parte das judicializações em concursos públicos ocorre após reprovações em fases como exames médicos, investigações de vida pregressa ou avaliações documentais. Muitas dessas situações poderiam ser evitadas com a leitura atenta do edital e com a apresentação correta dos documentos exigidos pela banca examinadora”, conclui.

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Estudos sobre judicialização em concursos públicos também indicam que grande parte das ações não resulta em alteração no resultado dos certames. Levantamento do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos aponta que mais de 75% das decisões analisadas foram consideradas improcedentes, o que reforça a importância de atenção às regras do edital e aos recursos administrativos previstos nos processos seletivos.

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