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“Para cada R$ 1 que nós investimos em Lei Rouanet, voltam R$ 7”, diz Margareth Menezes

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Durante o Bom Dia, Ministra, Margareth Menezes, destacou a expectativa de aprovação do Plano Nacional de Cultura, enviado para análise do Congresso Nacional – Foto: Diego Campos/Secom-PR

Titular da pasta da Cultura foi entrevistada nesta sexta-feira (19) no programa Bom Dia, Ministra, quando apresentou um balanço da Lei Rouanet e ressaltou o papel e a força da economia criativa para o país

Margareth Menezes destacou nesta sexta-feira, 19 de dezembro, a importância e a força da Lei Rouanet não apenas para o setor cultural, mas para a economia do país como um todo. A titular da Cultura foi a entrevistada do Bom Dia, Ministra e falou sobre esse e outros temas durante o programa.
“Os dados gerais da Lei Rouanet, agora em 2025, foram 4.626 projetos. A captação do triênio 2023 e 2025 foi de R$ 3 bilhões. Foram 22 mil propostas apresentadas só em 2025, para você ter ideia de como existe gente trabalhando com cultura e arte neste país”

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Margareth Menezes, ministra da Cultura
Em 2025, até o meio do ano, a Rouanet registrou a captação de mais de R$ 765,9 milhões, o maior montante desde a criação da lei, em 1991. A ministra da Cultura apresentou um balanço relativo aos números. “Os dados gerais da Lei Rouanet, agora em 2025, foram 4.626 projetos. A captação do triênio 2023 e 2025 foi de R$ 3 bilhões. Foram 22 mil propostas apresentadas só em 2025, para você ter ideia de como existe gente trabalhando com cultura e arte neste país”.
Margareth Menezes revelou que um estudo encomendado pela pasta junto à Fundação Getulio Vargas (FGV) trará, no início de 2026, mais dados que ressaltarão a força da Lei Rouanet. “A importância da Lei Rouanet é tão grande para o setor cultural que nós encomendamos uma pesquisa na Fundação Getúlio Vargas. Essa pesquisa, que nós vamos lançar no começo de janeiro, traz dados importantíssimos. A régua pela qual a Fundação Getúlio Vargas mediu essa pesquisa é a mesma de países que têm economia criativa como uma política já efetivada, é régua internacional. Para cada um real que nós investimos em Lei Rouanet, voltam sete (para a economia). Eles fizeram uma pesquisa com o ano de 2024. Fez gerar R$ 25 bilhões na economia nacional, no PIB nacional”, revelou.
ECONOMIA CRIATIVA – Outro ponto ressaltado no programa foi o potencial da economia criativa como uma das molas propulsoras da sociedade. O setor da cultura vive um momento de fortalecimento e reposicionamento estratégico, impulsionado pela força dos territórios, pela diversidade cultural e pelo crescimento de cadeias produtivas que movimentam conhecimento, tecnologia, arte e inovação. “Uma das dimensões da cultura é essa geração de emprego e renda. O Brasil é um país onde, nessa dimensão territorial imensa, com mais de 210 milhões de habitantes, temos em todos os lugares pessoas que trabalham genuinamente ganhando a vida com cultura, com arte”, afirmou a ministra.
PLANO NACIONAL DE CULTURA – A expectativa é de que a partir de 2026 a economia criativa ganhe ainda mais amplitude com a aprovação do novo Plano Nacional de Cultura (PNC 2025–2035), enviado para análise do Congresso Nacional em novembro. O PNC é uma peça determinante e vai orientar as políticas culturais do Brasil pelos próximos dez anos, materializando os direitos culturais previstos na Constituição Federal, garantindo acesso, produção, liberdade de expressão e remuneração justa aos trabalhadores do setor.
“Temos essa visão de que a cultura interfere positivamente no PIB nacional. Nós estamos falando disso, de como arrumar esse ambiente para que cheguem também as políticas que vão tratar dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras da cultura”, destacou Margareth Menezes.

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FORMAÇÃO DE GESTORES – A ministra explicou que, dentro do Ministério da Cultura, existe uma diretoria que trata das questões ligadas à economia criativa e que trabalha para fortalecer o setor. “Temos que implementar escolas para formação de gestores na área cultural, que é outra coisa que faz muita falta. Nós estamos fazendo um investimento de dinheiro, mas estamos também criando condições para que os gestores e as gestoras se qualifiquem. Nós temos hoje uma geração inteira buscando oportunidade de trabalho nas áreas de cultura e arte. Sempre é uma área que adere muito à nova geração”.
AMBIENTE DIGITAL – Margareth Menezes também se pronunciou sobre o papel da cultura no meio digital. “Temos os desafios da geração no ambiente digital. Temos que fazer essas regulações, porque tudo isso nós estamos tratando de uma indústria. Para além de todas as dimensões que a cultura representa, da soberania, da nossa representatividade, dessa diversidade fantástica e de emprego de milhões e milhões de pessoas, que é o que, na verdade, acontece, tem também a dimensão de você estruturar o setor como uma indústria e é isso que nós estamos apostando”.
QUEM PARTICIPOU — O “Bom Dia, Ministro” é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Participaram do programa desta sexta-feira a Rádio Jangadeiro, de Fortaleza; Rádio Nacional Brasília, Amazônia e Alto Solimões; Portal O Tempo, de Belo Horizonte; Rádio Sociedade, de Salvador; Rádio Metrópoles, de Brasília; Portal Diário do Pará, de Belém; Rádio CDN, de Santa Maria (RS), e Rádio Lully, do Rio de Janeiro.

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
CONTATOS:
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E-mail: secom.imprensa@presidencia.gov.br
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E-mail: seaud.secom@presidencia.gov.br
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Equipe do Hospital Regional de Santa Maria realiza sonho de avó em cuidados paliativos

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Chá revelação transforma ambiente hospitalar em cenário para momento único entre mãe e filha
Por Talita Motta
No quarto mês de gestação, Emily da Silva Souza, 23 anos, acompanha de perto a internação da mãe, que está há 40 dias no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Karina Martins, 44, faz tratamento para adenocarcinoma, um tipo de câncer de intestino. Moradoras do Recanto das Emas, mãe e filha enfrentam juntas um período delicado, marcado também por esperança e afeto.
“Sempre foi meu sonho viver esses momentos. A internação da minha mãe acabou sendo mais longa do que esperávamos”, relata Emily.
Decidida a passar pelos momentos mais felizes da primeira gestão perto da mãe, Emily resolveu fazer o chá revelação no hospital. “Eu só viveria isso se fosse com ela. Com minha mãe internada não teria sentido fazer longe dela”.
Então, quem entrou em cena foram os profissionais do HRSM, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A iniciativa contou com o envolvimento de profissionais de diferentes áreas. Após conhecer a história da paciente e o desejo dela de participar do chá revelação do primeiro neto, a médica paliativista Brunna Rezende, mobilizou toda a equipe do hospital.
“É um tipo de câncer menos comum em pessoas jovens e, quando acontece, impacta toda a família. Nosso compromisso é garantir que, apesar da gravidade da doença, a paciente seja cuidada como pessoa. A internação e o diagnóstico não a impedem de viver tudo o que faz parte da sua trajetória”, destaca.
A terapeuta ocupacional Letícia Albuquerque Félix, ajudou a organizar e transformar o ambiente hospitalar.  “A terapia ocupacional busca promover qualidade de vida, autonomia e vivências significativas. Por isso, organizamos tudo para garantir um momento seguro, respeitando os limites físicos e emocionais da paciente”, explica a profissional.
A revelação
Entre balões, sorrisos e lágrimas de emoção, o anúncio surpreendeu a futura mamãe. “Eu estava convencida de que esperava um menino”, revela Emily. Mas quem vai chegar é a Esther.
A emoção tomou conta de toda a equipe e, principalmente, da futura vovó. “É meu primeiro neto e só tenho a agradecer a Deus. Eu disse para ela fazer o chá em casa, do jeito que sempre sonhou, mas ela não quis. Então, a equipe do hospital acolheu a ideia e ajudou para que acontecesse”, conta Karina.
Para a enfermeira paliativista Léia Lima, ações como essa reforçam a essência dos cuidados paliativos. “É um cuidado centrado na pessoa, não no diagnóstico. A Karina está em tratamento, está viva e mantém sua história e seus vínculos. O cuidado paliativo também envolve humanização, respeito e valorização”.
Ao final do chá revelação, Emily e a mãe seguiram para o Centro Obstétrico do HRSM, onde a avó pôde ouvir, pela primeira vez, o coração da neta bater.
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