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Saúde

A nutricionista, Clariana Valadão dá  algumas dicas que vão te ajudar a eliminar os ganhos do fim de semana 

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Quem nunca exagerou um pouco mais no fim de semana e depois pesou a consciência? Excesso de carboidratos, gordura, doce e bebida alcoólica são normais de serem consumidos nesses dias. E para te ajudar nesta missão a nutricionista, Clariana Valadão têm algumas dicas simples e valiosas para ajudar você a retomar sua rotina e desinchar após os excessos.
“Como nutricionista, reforço a importância de uma alimentação saudável para manter a saúde e o bem-estar. No entanto, é comum que, durante o fim de semana, ocorram exageros na alimentação e consumo de álcool, o que pode comprometer os resultados de uma dieta equilibrada. Por isso, é importante seguir algumas estratégias para amenizar os excessos e retornar à sua rotina alimentar na segunda-feira.
Para reduzir sintomas e restaurar o equilíbrio do corpo, recomendo as seguintes dicas eficazes:
1. Faça escolhas saudáveis: Durante o fim de semana, procure optar por alimentos mais saudáveis, como saladas, legumes, carnes magras e frutas. Evite alimentos processados, ricos em açúcar e gordura.
2. Controle as porções: Mesmo que esteja aproveitando um alimento que adora, tente controlar as porções. A moderação é fundamental para uma alimentação saudável.
3. Mantenha-se hidratado: Beba água e outros líquidos não calóricos ao longo do dia para ajudar a manter a sensação de saciedade. Além disso, alguns chás, como o de hibisco e o chá verde, podem ajudar a reduzir a retenção de líquidos.
4. Pratique atividade física: A atividade física é uma excelente forma de queimar calorias extras e manter o corpo saudável. Experimente praticar exercícios físicos durante o fim de semana, como caminhadas, musculação, corridas, ciclismo, natação ou qualquer atividade que lhe traga prazer.
Lembre-se de que cada dia é uma nova oportunidade para retomar sua rotina saudável. Não se sinta culpado(a) pelos exageros, mas sim focado(a) em adotar hábitos positivos novamente. A nutrição é um processo contínuo, e estar consciente das escolhas alimentares é fundamental para alcançar seus objetivos de saúde e bem-estar.
Esteja sempre aberto(a) a aprender e evoluir, buscando um estilo de vida equilibrado e saudável. Estou aqui para te apoiar nessa jornada e fornecer as orientações necessárias para que você alcance seus objetivos. Vamos juntos nessa caminhada rumo a uma vida mais saudável e equilibrada!
Serviço:
Clariana Valadão
Nutricionista CRN: 19493
UWake-  SIG – Quadra 08 – Sudoeste
Fone: 61 – 99944-2508
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Fonte:

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Kellen Rechetelo

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Saúde

Sintoma comum, tontura pode indicar diferentes doenças e exige investigação

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Campanha nacional, de 20 a 26 de abril, destaca a importância de avaliar o quadro e seus sinais associados; especialista alerta para situações que exigem atendimento médico imediato

 

Você já sentiu tontura ou conhece alguém que tenha passado por isso? Apesar de comum, esse sintoma pode esconder condições importantes e merece atenção. Entre os dias 20 e 26 de abril, a Semana da Tontura 2026, promovida pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) e pela Academia Brasileira de Otoneurologia (ABON), reforça o alerta com o tema “Tontura é coisa séria: sabia que alterações no metabolismo também podem causar tontura?”. A iniciativa busca conscientizar a população sobre a importância de investigar corretamente esse sinal clínico.

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“Muita gente ainda encara como algo simples, mas existem situações que exigem avaliação imediata”, explica a Dra. Naiana Rocha Arcanjo, otorrinolaringologista e otoneurologista do Hospital de Olhos de Pernambuco (HOPE). “Quando surge de forma súbita, intensa ou diferente do habitual, ou vem acompanhada de sintomas como fraqueza, dormência, dificuldade para falar, visão dupla, perda de consciência ou dor de cabeça forte, é fundamental procurar atendimento com urgência”, orienta.

Segundo a especialista, identificar a origem nem sempre é tarefa simples, já que diferentes sistemas do organismo podem estar envolvidos. “Nem sempre o problema está restrito ao labirinto. Sinais como alteração na coordenação, palpitações, sensação de desmaio ou episódios ligados ao estresse podem indicar causas neurológicas, cardíacas, metabólicas ou emocionais”, destaca. “Esses fatores podem inclusive se associar e exigir acompanhamento conjunto com outros profissionais”, completa.

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Para ajudar a população a compreender melhor, ela esclarece diferenças básicas entre termos frequentemente confundidos. “Tontura é um conceito amplo, que engloba várias sensações. Já a vertigem é quando há percepção de giro, enquanto o desequilíbrio está relacionado à dificuldade de se manter em pé ou caminhar”, explica.

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A tentativa de resolver o problema por conta própria é outro ponto de preocupação. “Um erro comum é usar medicamentos sem orientação, acreditando que tudo se resume à ‘labirintite’”, alerta. “Além disso, ignorar sinais associados ou buscar soluções na internet pode mascarar doenças e atrasar o tratamento adequado”, acrescenta.

Os impactos no cotidiano também são relevantes. “Sem o cuidado correto, há risco de quedas, fraturas e acidentes, especialmente entre pessoas mais velhas. Isso compromete diretamente a segurança e a qualidade de vida”, afirma.

Na prática clínica, a investigação envolve diferentes etapas. “O diagnóstico é feito a partir da história do paciente, exame físico e testes específicos. Em alguns casos, solicitamos audiometria, exames vestibulares, laboratoriais ou de imagem, mas nenhum deles, isoladamente, confirma a causa”, esclarece.
Há ainda influência direta dos hábitos diários. “Estresse, ansiedade, noites mal dormidas, alimentação inadequada, sedentarismo e consumo excessivo de cafeína ou álcool podem desencadear ou agravar os episódios”, ressalta.

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Entre idosos, a atenção deve ser redobrada. “Existe um declínio natural do equilíbrio, além do uso de múltiplos medicamentos e presença de doenças associadas. Por isso, qualquer episódio precisa ser valorizado para evitar complicações mais graves”, pontua.

As possibilidades terapêuticas variam conforme o diagnóstico. “Podemos utilizar medicamentos, realizar manobras específicas, indicar reabilitação vestibular e orientar mudanças no estilo de vida. Tudo depende da causa identificada”, afirma.

Como mensagem central da campanha, a especialista reforça a importância da conscientização. “Tontura tem causa, diagnóstico e tratamento. O mais importante é não banalizar, evitar automedicação e buscar avaliação adequada”, finaliza a Dra. Naiana Rocha Arcanjo.

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Crédito: Imagem de freepik

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