Saúde
Dispensando o uso de preenchedores injetáveis, laser confere volume e elimina rugas dos lábios
Um dos procedimentos estéticos mais comuns, principalmente entre os famosos, é o preenchimento labial, afinal quem nunca sonhou com uma boca mais volumosa estilo Angelina Jolie? Conforme envelhecemos, perdemos componentes do nosso corpo que preenchem e dão contorno à face, como ossos, músculos e gordura. Essa perda de volume é normalmente minimizada através da aplicação de preenchedores de ácido hialurônico, substância presente na pele que confere ao tecido volume, elasticidade e hidratação, mas que diminui com o processo de envelhecimento. Porém, com o avanço da tecnologia, novas formas de recuperar o volume facial e labial sem a necessidade de injeções vem surgindo. É o caso do laser Pro Collagen V+,o primeiro laser do mundo que promove ação volumizadora. A esteticista, Alyne Menezes se especializou em protocolos personalizados para tratamentos de rejuvenescimento labial e fala sobre a nova técnica que promete cair no gosto daquelas que buscam uma boca mais carnuda. “Desde que comecei a aplicar a técnica em minhas pacientes a procura só tem aumentado. Os benefícios já são perceptivos na primeira sessão, além de não causa dor. Ele trata as rugas ao redor da boca (popularmente conhecido como código de barras) e aumenta os lábios de forma natural, sem exageros e ao fazer essa renovação na pele, ele também irá estimular a produção de colágeno. Ele é uma ótima alternativa para quem ainda não quer recorrer aos preenchedores injetáveis. Por isso, é perfeito para o cotidiano intenso de muitas mulheres. A paciente pode fazer na hora do almoço e voltar para a sua rotina de trabalho sem preocupação” finalizou a especialista. Vale ressaltar que a paciente precisa passar por um profissional especializado na técnica, para que recomende um protocolo para um resultado harmônico e sem exageros. Para quem pensa em dar um up discreto na boca, essas técnicas podem ser um primeiro passo. Os resultados são notados a partir de 15 dias, mas após a segunda sessão já são percebidas uma melhora significativa e a indicação de sessões é no mínimo 03, a depender de necessidade de cada paciente. Ficou curiosa? Agende sua avaliação e tenha lábios volumosos e saudáveis.
Serviço:
Instituto New Clinic
St.Res. Leste / Vila Buritis / Q 4 Conj A Lote 60
Planaltina
Fone: 98209-8746
Fonte:
Kellen Cristina Rechetelo
Saúde
Além do filtro solar: mapeamento genético reforça a prevenção do melanoma
Crédito: Freepik
Dermatologista ressalta que o exame ajuda a identificar quem tem maior risco e a orientar um cuidado mais individualizado, sem substituir a fotoproteção diária
Belo Horizonte, 21 de janeiro de 2026 — Nesse período de verão e férias escolares, a atenção ao cuidado com a pele aumenta, mas a prevenção do melanoma, o tipo mais agressivo de câncer de pele, vai muito além do uso do protetor solar. Nos últimos anos, o mapeamento genético tem se consolidado como um importante aliado, atuando de forma complementar às medidas clássicas de prevenção, como fotoproteção, autoexame da pele e acompanhamento regular com o dermatologista.
Projeções do Cancer Tomorrow, ferramenta da Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC), apontam que o número de mortes por melanoma no Brasil pode crescer cerca de 80% entre 2020 e 2040, chegando a aproximadamente quatro mil óbitos por ano. A exposição inadequada e cumulativa à radiação ultravioleta (UV) segue como o principal fator de risco, sendo considerada responsável por cerca de 75% dos casos de melanoma no mundo, seja por motivos de trabalho, lazer ao ar livre ou uso de câmaras de bronzeamento artificial.
Diante desse cenário, ganha força a busca por estratégias de prevenção mais precisas e personalizadas. O teste genético para melanoma tem justamente o objetivo de identificar mutações hereditárias que aumentam de forma importante a probabilidade de desenvolver a doença ao longo da vida.
Segundo Ana Cândida Bracarense, dermatologista e cirurgiã micrográfica do Hospital Orizonti, o exame representa um avanço relevante na avaliação de risco e na definição de planos para pacientes mais vulneráveis.
“O mapeamento genético nos permite cuidar do paciente de maneira mais individualizada. Quando identificamos variantes patogênicas em genes associados ao melanoma, entendemos que aquela pessoa precisa de um acompanhamento diferenciado, com consultas mais frequentes, realização de dermatoscopia digital, que é o mapeamento corporal das lesões indicadas, e principalmente mudanças de hábitos, como fotoproteção mais rigorosa e realização de autoexame para observação de novos sinais”, explica a especialista.
O exame costuma ser indicado em situações específicas, como pessoas com histórico familiar em parentes de primeiro grau, aqueles que já tiveram um melanoma primário e portadores de algumas síndromes, entre elas a síndrome do nevo displásico, caracterizada pela presença de numerosos sinais irregulares em toda a pele. Nestes casos, o mapeamento genético pode ajudar a definir o risco e direcionar um acompanhamento ainda mais próximo.
“Apesar de representar um grande avanço na prevenção, a maior parte dos melanomas é esporádica, relacionada principalmente à exposição excessiva e desprotegida aos raios UV, e não apenas à herança familiar”, ressalta.
Por isso, mesmo entre aqueles que realizam o teste genético, as recomendações básicas continuam sendo fundamentais: uso diário e correto de fotoprotetores, preferência por roupas, chapéus e óculos com proteção UV, busca por sombra nos horários de maior intensidade solar, além do autoexame regular da pele e das consultas periódicas com o dermatologista.
“O teste genético é um complemento valioso, especialmente para definir quem precisa de uma vigilância mais intensiva. Mas ele não substitui os cuidados de rotina com a pele. A combinação de fotoproteção adequada, atenção às mudanças na pele e acompanhamento médico é, hoje, a melhor estratégia para reduzir o impacto do melanoma”, conclui a cirurgiã dermatológica do Hospital Orizonti.
Sobre o Hospital Orizonti
O Hospital Orizonti faz parte do Grupo Orizonti, fundado pelos médicos Amândio Soares Fernandes Júnior e Roberto Porto Fonseca – tendo como sócios os doutores Ernane Bronzatti e Marcelo Guimarães, conta com mais de 250 leitos, centro cirúrgico completo, além de centro de medicina nuclear e de diagnóstico por imagem, centro de transplante de medula óssea (TMO) e radioterapia. São mais de 55 especialidades disponíveis, entre elas neurologia, oncologia, ortopedia e cardiologia. O edifício bioclimático possui jardins internos e um dos maiores telhados verdes da América Latina – mais de 7 mil metros quadrados. Cercado pelas montanhas da Serra do Curral, integrado ao meio ambiente, tem vista panorâmica para Belo Horizonte (MG).
Informações à Imprensa – JeffreyGroup
Pedro Ramos – (61) 9.8209-5514 | orizonti@jeffreygroup.com
Raphaela Brumatti – (11) 9.7438-5675 | orizonti@jeffreygroup.com
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