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Saúde

Marina Silva recebe alta de hospital em São Paulo

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Brasília (DF), 06/06/2023 – A Ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, durante o evento: “O Brasil em Busca de Soluções para a Poluição Plástica”. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O quadro de saúde fez a ministra desmarcar compromissos públicos nos últimos dias, por exemplo, a reunião ministerial com o presidente Lula (PT) nesta quinta

JOÃO GABRIEL
BRASÍLIA, DF

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A ministra do Meio Ambiente e da Mudança do Clima, Marina Silva, recebeu alta do InCor em São Paulo nesta quinta-feira (15), após apresentar dores na coluna e passar por exames.

Segundo boletim médico divulgado, Marina deu entrada no InCor na segunda-feira (12) e recebeu alta na manhã desta quinta.

Os exames foram feitos para avaliar os problemas nas costas e também investigar a relação das dores com o “quadro de infecção por Covid-19 sem complicações, registrado em maio deste ano”.

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O quadro de saúde fez a ministra desmarcar compromissos públicos nos últimos dias, por exemplo, a reunião ministerial com o presidente Lula (PT) nesta quinta, a sessão na Comissão de Meio Ambiente do Senado da última quarta (14) e a divulgação dos dados de desmatamento de maio, que aconteceu no último dia 5.

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No InCor, ela foi acompanhada pelo cardiologista Sérgio Timerman, pela infectologista Tânia Strabelli e pelo diretor da divisão de pneumologia, Carlos Roberto Ribeiro de Carvalho, mesma equipe que a atendeu quando ficou internada em maio, à época com Covid-19.

Naquela ocasião, os sintomas gripais, como tosse e coriza, motivaram a entrada no hospital por precaução.

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A doença não afetou os pulmões, e os exames permaneceram estáveis durante o período, segundo o hospital.

Fonte: Jornal de Brasilia

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Saúde

Corpo inflamado: exames periódicos e hábitos auxiliam no controle da condição

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Mesmo sem sintomas evidentes, marcadores específicos e avaliação clínica permitem identificar alterações e prevenir quadros crônicos.

 

A inflamação é uma resposta natural do organismo a infecções, lesões ou outros agentes externos. O processo, que envolve a atuação de células de defesa para restaurar o equilíbrio do corpo, costuma ser agudo e benéfico para a cura. Quando, no entanto, esse processo se mantém ativo por longos períodos, pode evoluir para um quadro crônico, associado ao desenvolvimento de diversas doenças.

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Os principais sintomas

 

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O corpo inflamado nem sempre apresenta sinais evidentes, mas pode se manifestar por meio de sintomas como dores generalizadas, fadiga constante, alterações no sono, intestino desregulado, ansiedade, baixa imunidade e mudanças de humor. Em alguns casos, também podem surgir sinais como ganho de peso e alterações na coloração da urina.

 

Segundo Josie Velani Scaranari, clínica médica do Sabin Diagnóstico e Saúde, a ausência de sintomas claros não descarta a presença de inflamação. Por isso, para um diagnóstico adequado, a orientação é a realização de exames laboratoriais periódicos.

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“Os principais exames que indicam esse tipo de reação são a proteína C-reativa (PCR) e a velocidade de hemossedimentação (VHS), que funcionam como marcadores inflamatórios, além do hemograma completo, que permite avaliar alterações nas células de defesa, como o aumento de leucócitos”, explica Josie.

 

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Segundo a médica, outros exames, como a hemoglobina glicada e o painel de coagulação, também podem ser solicitados para investigar condições associadas e compreender melhor o estado geral de saúde do paciente.

 

A identificação precoce pode evitar a progressão para quadros crônicos e o impacto em diferentes sistemas do organismo, como o cardiovascular, metabólico e imunológico. “Por isso, realizar avaliações periódicas e manter um acompanhamento médico permite detectar alterações, monitorar a evolução do quadro e, assim, orientar o paciente de forma mais segura e assertiva”, afirma a especialista.

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Prevenção

 

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Para Josie, o controle da inflamação está diretamente relacionado ao estilo de vida. “Manter uma rotina de sono adequada, com cerca de sete a oito horas por noite e moderar o consumo de alimentos ultraprocessados e a ingestão de bebidas alcoólicas ajudam na manutenção de um organismo saudável e equilibrado”, diz.

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Além disso, a médica chama atenção para a prática regular de atividade física, a hidratação adequada e a adoção de uma alimentação rica em frutas, vegetais e alimentos com propriedades anti-inflamatórias, como vegetais folhosos, frutas cítricas, peixes ricos em ômega-3 e especiarias como cúrcuma e gengibre. “E, quando necessário, a suplementação orientada por profissionais de saúde também contribuem para a regulação do organismo”, completa.

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CRÉDITOS:

Foto: Freepik

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