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Saúde

Natal: tempo de esperança para casais que buscam a maternidade

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O especialista em Reprodução Humana, Dr. Alfonso Massaguer, usa as redes sociais para espalhar mensagens de fé e resiliência para casais que sonham em aumentar a família

Foto: Pixabay

A jornada da maternidade é única para cada casal. Os desafios, nesse momento especial da vida em família, são enormes e exigem parceria e comprometimento para serem superados. Para os casais que enfrentam a infertilidade esses desafios são ainda maiores e exigem ainda mais fé e resiliência. Segundo a Organização Mundial da Saúde, de 10% a 15% dos casais que enfrentam infertilidade necessitam de tratamentos de fertilização.

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O especialista em Reprodução Humana Alfonso Massaguer, diretor da Clínica Mãe, explica que os casais são considerados inférteis após tentar engravidar naturalmente, por um ano, sem sucesso. “O responsável pela infertilidade pode ser tanto o homem quanto a mulher, ou os dois. Não existe uma prevalência. Por isso, quando um casal chega ao consultório investigamos a causa da infertilidade de forma abrangente. Cada casal tem a sua própria história e seus próprios desafios”, destaca Massaguer que usa as suas Redes Sociais para enviar mensagens de esperança e resiliência aos casais que sonham com a gravidez.

Numa dessas mensagens, o Dr. Alfonso Massaguer destaca a importância da confiança e da resiliência ao longo da jornada pela maternidade. “É fundamental que os casais entendam a força que possuem. Muitas vezes, o medo do desconhecido pode ser paralisante, mas quanto mais se fala sobre a situação, mais fácil se torna superá-la”, afirma.

O especialista espera que essas mensagens compartilhadas nas mídias sociais sirvam para acolher aqueles casais desesperançados e sem forças para seguir adiante.

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Para o Dr. Alfonso, compartilhar experiências e buscar apoio podem ser passos decisivos para superar as dificuldades. “Se você conhece alguém que está passando no meio dessa caminhada, enfrentando dificuldades e pensando em desistir, não hesite em compartilhar mensagens de esperança e fé”, complementa.

Em outra mensagem compartilhada por Massaguer nas redes sociais, o especialista se dirige aos maridos, enfatizando o papel deles no sonho do casal e a importância da empatia e do apoio conjugal durante o tratamento. “Lembre-se de que, muitas vezes, a esposa carrega o peso emocional e físico do tratamento. Ofereça amor, carinho e apoio. Aproveitem a vida juntos, mantenham a conexão e celebrem cada passo da jornada”, sugere Dr. Massaguer.

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Quem passou pela jornada e realizou o sonho da maternidade inspira os casais que estão no meio do caminho, como é o caso da advogada Rafaela, que superou cinco anos de infertilidade e hoje é mãe da Isadora. Ou a Otília, que veio de Angola e atravessou o oceano em busca de realizar o sonho de ser mãe. . Cecília e Talita são um casal homoafetivo que também realizou seu sonho e compartilham uma trajetória de resiliência, tendo dado luz a gêmeos em 2019 e agora querem ampliar a família com mais um filho. “São exemplos que nos mostram que, mesmo diante das adversidades, é possível alcançar sim o sonho da maternidade”, se emociona Massaguer ao falar dos resultados positivos dos casais e da sua missão como especialista em Reprodução Humana. “Cada casal que engravida me dá certeza sobre minhas escolhas e que o meu dever está sendo cumprido. A alegria do casal é a minha felicidade”, ressalta o Dr. Massaguer antes de concluir com uma mensagem especial de Natal para os casais tentantes, “Neste Natal, que a esperança renasça em cada coração e que todos os casais continuem acreditando e lutando por seus sonhos”.

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A espera, livro escrito pelos especialistas Paula Fettback e Alfonso Massaguer, é um convite à reflexão sobre a jornada de quem busca o sonho de ser pai ou mãe por meio da reprodução assistida. Com uma abordagem única que mescla questões técnicas e emocionais, a obra oferece não apenas aconselhamentos precisos, mas também acolhimento e conforto para aqueles que trilham esse caminho, muitas vezes repleto de desafios e dúvidas.

Mais do que abordar as inovações e avanços na área da Reprodução Humana, A Espera ressignifica o entendimento da saúde reprodutiva e da gestação, trazendo à tona experiências reais de pessoas que, com perseverança, superaram obstáculos e alcançaram o tão sonhado resultado. A obra vai além da ciência, explorando a profunda conexão emocional envolvida em todo o processo, permitindo que o leitor compreenda, com empatia e clareza, as diversas facetas dessa jornada transformadora.

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Se você está no processo de realização do sonho de ser pai ou mãe, A Espera é a leitura que traz não apenas informações valiosas, mas também o conforto necessário para viver esse momento com independência e tranquilidade.

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Sobre Dr. Alfonso Massaguer – CRM 97.335

É Médico pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) Ginecologista e Obstetra pelo Hospital das Clínicas e atua em Reprodução Humana há 20 anos. Dr. Alfonso é diretor clínico da MAE (Medicina de Atendimento Especializado) especializada em reprodução assistida. Foi professor responsável pelo curso de reprodução humana da FMU por 6 anos. Membro da Federação Brasileira da Associação de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), das Sociedades Catalãs de Ginecologia e Obstetrícia e Americana de Reprodução Assistida (ASRM). Também é diretor técnico da Clínica Engravida, autor de vários capítulos de ginecologia, obstetrícia e reprodução humana em livros de medicina, com passagens em centros na Espanha e Canadá.

Sobre a Clínica Mãe

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A Clínica Mãe é uma instituição de referência em reprodução assistida, dedicada a ajudar pessoas a realizarem o sonho de se tornarem pais. Com uma equipe altamente qualificada e utilizando as mais recentes tecnologias e métodos, a Clínica Mãe está comprometida em proporcionar cuidados personalizados e de alta qualidade a cada um de seus pacientes.

Site: clinicamae.med.br

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Saúde

Frio pode aumentar dores crônicas e afetar a rotina de pacientes

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Movimento, hidratação e proteção contra as baixas temperaturas ajudam a aliviar desconfortos e preservar a qualidade de vida

 

Com a chegada dos meses mais frios, Cláudia Cordeiro da Silva, de 60 anos, já sabe que precisará adaptar a rotina. Paciente do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) há oito anos, ela convive com fibromialgia e artrose nas mãos e sente no próprio corpo os impactos desse período.

 

“Quando chega esta época, eu já me escondo dentro de casa. Fico encolhida, deitada, porque tudo dói”, relata.
A percepção de Cláudia é compartilhada por muitas pessoas que convivem com doenças crônicas. Com a chegada do inverno, além do aumento dos casos de doenças respiratórias, cresce também a queixa de rigidez muscular, desconforto nas articulações e piora de sintomas já existentes.

 

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Segundo a reumatologista do HRSM, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Rafaela Cruz, essa piora nem sempre está relacionada ao agravamento da doença. Na maioria das vezes, está associada às respostas naturais do organismo diante das temperaturas mais baixas.

 

“A musculatura fica mais rígida e menos elástica, o que pode gerar desconforto durante os movimentos e os alongamentos”, explica a especialista.

 

Além disso, para preservar o calor corporal, o organismo reduz a circulação sanguínea em regiões mais periféricas, como mãos e pés. Essa adaptação pode aumentar a sensibilidade e intensificar a percepção da dor em algumas pessoas.

 

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Rafaela ressalta que a influência do frio varia de indivíduo para indivíduo.
“O frio e a dor são experiências muito subjetivas. Algumas pessoas sentem um impacto maior das baixas temperaturas, enquanto outras praticamente não percebem diferença”, afirma.

Movimento e proteção ajudam a reduzir desconfortos

Durante os meses mais frios, também é comum diminuir a prática de atividades físicas, permanecer mais tempo sentado e evitar sair de casa. No entanto, a redução dos movimentos pode favorecer a perda de mobilidade e intensificar desconfortos já existentes.

 

“Quando nos movimentamos, melhoramos a circulação sanguínea e favorecemos a chegada de oxigênio aos tecidos, inclusive nas extremidades do corpo. Por isso, permanecer ativo e aquecido ajuda a reduzir a rigidez muscular e a sensação de dor”, orienta a médica.

 

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Embora não pratique exercícios físicos regularmente, Cláudia procura manter uma rotina ativa. Sempre que possível, faz seus deslocamentos a pé e adota cuidados simples para enfrentar os dias mais frios.

 

“Eu procuro caminhar quando preciso resolver alguma coisa e nunca saio sem me agasalhar bem. Percebo que, quando me mantenho aquecida e me movimento um pouco mais, as dores ficam mais suportáveis”, conta.

 

Outro cuidado importante, segundo a especialista, é a hidratação. Mesmo com a redução da sensação de sede durante o inverno, o consumo adequado de água continua sendo fundamental para o funcionamento do organismo e para a saúde muscular e articular.

 

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“Com medidas simples, como permanecer ativo, hidratado e protegido do frio, é possível minimizar os efeitos das baixas temperaturas e atravessar o inverno com mais conforto e qualidade de vida”, conclui Rafaela.
Onde buscar atendimento?

 

Pessoas que apresentam dores persistentes nas articulações, músculos ou coluna devem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência para avaliação inicial. Após consulta e exames, caso haja necessidade, o paciente poderá ser encaminhado para atendimento especializado em reumatologia ou outras especialidades da rede pública de saúde.
CRÉDITOS:
Foto: Divulgação/IgesDF
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