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Saúde

Profissionais de odontologia trocam ideias inovadoras na 1ª Mostra de Saúde Bucal

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Objetivo é levar experiências bem-sucedidas a equipes regionais, melhorando assistência. Evento também abordou atendimento a hipertensos e diabéticos

Nesta quarta-feira (23), profissionais de odontologia da Secretaria de Saúde (SES-DF) se reuniram para trocar experiências bem-sucedidas, na 1ª Mostra de Saúde Bucal. O objetivo é que as equipes das regiões de saúde possam compartilhar conhecimento, inspirar ideias inovadoras e, com isso, otimizar a assistência à população.

O objetivo da mostra é inspirar equipes de outras regiões a replicar ideias nas próprias unidades. | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF

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Entre os casos apresentados, está a atividade realizada na Unidade Básica de Saúde (UBS) 2 de Ceilândia. Por meio do acolhimento humanizado e da integração com outros profissionais, a Equipe de Saúde Bucal (ESB) criou um caminho dentro da unidade para atender hipertensos e diabéticos. Os resultados incluíram a otimização do tempo, melhor relacionamento interprofissional, além da possibilidade de atendimento resolutivo fora da unidade.

“Aproveitamos todo o trabalho já existente da Equipe de Saúde de Família a hipertensos e diabéticos. Por ele, chegamos a esses pacientes, oferecendo um atendimento integral”, conta a cirurgiã-dentista da SES-DF Renata Kazumi Távora. O caminho inverso também ocorre: “Conseguimos identificar usuários com essas condições que entram na Atenção Primária pela odontologia e referenciamos à equipe”, explica.

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Mostra de Saúde Bucal

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A gerente dos Serviços de Odontologia (GEO) da SES-DF, Francielle Gonçalves, afirma que o evento nasceu da necessidade de dar visibilidade às experiências realizadas nas pontas, muitas vezes desconhecidas por outras regiões. “Pensamos em unir a assistência à gestão. Temos muitas práticas exitosas que, às vezes, os outros colegas não têm conhecimento. O DF é grande. A mostra surge como um ponto central para aprender, trocar ideias e se inspirar”, conta.

Para mais informações, contate-nos pelo e-mail: entrevista.saudedf@saude.df.gov.br
Secretaria de Saúde do Distrito Federal | Assessoria de Comunicação

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Saúde

Sintoma comum, tontura pode indicar diferentes doenças e exige investigação

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Campanha nacional, de 20 a 26 de abril, destaca a importância de avaliar o quadro e seus sinais associados; especialista alerta para situações que exigem atendimento médico imediato

 

Você já sentiu tontura ou conhece alguém que tenha passado por isso? Apesar de comum, esse sintoma pode esconder condições importantes e merece atenção. Entre os dias 20 e 26 de abril, a Semana da Tontura 2026, promovida pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) e pela Academia Brasileira de Otoneurologia (ABON), reforça o alerta com o tema “Tontura é coisa séria: sabia que alterações no metabolismo também podem causar tontura?”. A iniciativa busca conscientizar a população sobre a importância de investigar corretamente esse sinal clínico.

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“Muita gente ainda encara como algo simples, mas existem situações que exigem avaliação imediata”, explica a Dra. Naiana Rocha Arcanjo, otorrinolaringologista e otoneurologista do Hospital de Olhos de Pernambuco (HOPE). “Quando surge de forma súbita, intensa ou diferente do habitual, ou vem acompanhada de sintomas como fraqueza, dormência, dificuldade para falar, visão dupla, perda de consciência ou dor de cabeça forte, é fundamental procurar atendimento com urgência”, orienta.

Segundo a especialista, identificar a origem nem sempre é tarefa simples, já que diferentes sistemas do organismo podem estar envolvidos. “Nem sempre o problema está restrito ao labirinto. Sinais como alteração na coordenação, palpitações, sensação de desmaio ou episódios ligados ao estresse podem indicar causas neurológicas, cardíacas, metabólicas ou emocionais”, destaca. “Esses fatores podem inclusive se associar e exigir acompanhamento conjunto com outros profissionais”, completa.

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Para ajudar a população a compreender melhor, ela esclarece diferenças básicas entre termos frequentemente confundidos. “Tontura é um conceito amplo, que engloba várias sensações. Já a vertigem é quando há percepção de giro, enquanto o desequilíbrio está relacionado à dificuldade de se manter em pé ou caminhar”, explica.

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A tentativa de resolver o problema por conta própria é outro ponto de preocupação. “Um erro comum é usar medicamentos sem orientação, acreditando que tudo se resume à ‘labirintite’”, alerta. “Além disso, ignorar sinais associados ou buscar soluções na internet pode mascarar doenças e atrasar o tratamento adequado”, acrescenta.

Os impactos no cotidiano também são relevantes. “Sem o cuidado correto, há risco de quedas, fraturas e acidentes, especialmente entre pessoas mais velhas. Isso compromete diretamente a segurança e a qualidade de vida”, afirma.

Na prática clínica, a investigação envolve diferentes etapas. “O diagnóstico é feito a partir da história do paciente, exame físico e testes específicos. Em alguns casos, solicitamos audiometria, exames vestibulares, laboratoriais ou de imagem, mas nenhum deles, isoladamente, confirma a causa”, esclarece.
Há ainda influência direta dos hábitos diários. “Estresse, ansiedade, noites mal dormidas, alimentação inadequada, sedentarismo e consumo excessivo de cafeína ou álcool podem desencadear ou agravar os episódios”, ressalta.

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Entre idosos, a atenção deve ser redobrada. “Existe um declínio natural do equilíbrio, além do uso de múltiplos medicamentos e presença de doenças associadas. Por isso, qualquer episódio precisa ser valorizado para evitar complicações mais graves”, pontua.

As possibilidades terapêuticas variam conforme o diagnóstico. “Podemos utilizar medicamentos, realizar manobras específicas, indicar reabilitação vestibular e orientar mudanças no estilo de vida. Tudo depende da causa identificada”, afirma.

Como mensagem central da campanha, a especialista reforça a importância da conscientização. “Tontura tem causa, diagnóstico e tratamento. O mais importante é não banalizar, evitar automedicação e buscar avaliação adequada”, finaliza a Dra. Naiana Rocha Arcanjo.

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Crédito: Imagem de freepik

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