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Saúde

Hospital Regional de Santa Maria implementa Mapa de Precauções de Contato

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Criado pelo Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar, tem o objetivo de identificar, monitorar e controlar disseminação de agentes infecciosos
Jurana Lopes
Uma inovação que representa um avanço significativo para a segurança dos pacientes e profissionais de saúde se iniciou no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Trata-se da implementação do Mapa de Precauções de Contato, criado pelo Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar (NUCIH). O principal objetivo é identificar, monitorar e controlar a disseminação de agentes infecciosos dentro do ambiente hospitalar, sobretudo aqueles transmitidos por contato direto ou indireto, como bactérias multirresistentes. O mapa foi implementado em todos os setores da unidade hospitalar no início deste mês.
Segundo a chefe do NUCIH, Aldyennes Carvalho, ao fornecer uma visualização clara das áreas e dos pacientes que necessitam de precauções adicionais, o Mapa de Precauções de Contato facilita a comunicação entre equipes assistenciais, como enfermagem e médicos, garantindo que todos estejam cientes das medidas preventivas necessárias.
“Isso promove uma cultura de responsabilidade e consciência em relação à prevenção de infecções, reforçando o uso adequado de equipamentos de proteção individual (EPIs), higienização das mãos e práticas de isolamento, quando necessário”, explica.
Além disso, a implantação desse sistema é crucial para o cumprimento das normas e diretrizes de segurança estabelecidas pela Vigilância Sanitária e outras entidades reguladoras de saúde.
“Reduzir a propagação de infecções hospitalares também impacta diretamente na qualidade do atendimento oferecido pelo HRSM, melhorando os desfechos clínicos dos pacientes e, consequentemente, os indicadores de saúde da instituição”, destaca.
Em suma, o Mapa de Precauções de Contato não apenas fortalece o controle de infecções hospitalares, mas também, consolida o compromisso do Hospital Regional de Santa Maria com a segurança, a qualidade do atendimento e a promoção de um ambiente hospitalar mais seguro e protegido para todos.
Fotos: Davidyson Damasceno/Arquivo IgesDF
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Saúde

Banco de leite do HRT passa por reforma e tem atendimento temporariamente restrito

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Bebês não nascidos no HRT devem procurar outras unidades da rede para orientação sobre aleitamento materno e doação de leite

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Agência Brasília | Edição: Plácido Fernandes

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O Banco de Leite Humano do Hospital Regional de Taguatinga (BLH/HRT) está com atendimentos temporariamente restritos por conta de obras de reforma. A intervenção vai promover melhorias nas condições higiênico-sanitárias e na estrutura do espaço, com o objetivo de ampliar o controle de qualidade e a segurança do leite humano, além de proporcionar melhores condições para a assistência às famílias.

Durante o período de obras, o fluxo de atendimento foi reorganizado. Desde o final de agosto, os bebês nascidos no HRT e atendidos pelo banco de leite são acolhidos no Centro Especializado em Reabilitação (CER II Taguatinga), localizado a poucos metros do hospital.

 

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Os atendimentos no CER II Taguatinga ocorrem das 7h30 às 10h e das 13h30 às 16h. O serviço será destinado exclusivamente aos bebês nascidos no HRT que necessitem de suporte relacionado ao aleitamento. “Os atendimentos serão feitos apenas para os bebês do HRT que precisam de suporte, como bebês prematuros, de baixo peso e aqueles que apresentam dificuldades na amamentação”, explica Natália Conceição, chefe do setor.

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Apesar da restrição temporária dos atendimentos, os serviços de coleta, pasteurização e distribuição de leite humano realizados pelo BLH seguem funcionando normalmente em outro setor do HRT durante as obras. “A reorganização temporária do fluxo foi necessária para garantir a continuidade da assistência durante o período de revitalização do espaço”, observa Conceição.

Nascidos em outras unidades

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Enquanto o Banco de Leite do HRT estiver com atendimentos restritos, quem precisar de orientação ou suporte para o aleitamento materno deverá procurar o banco de leite humano da unidade onde o bebê nasceu, uma unidade básica de saúde (UBS), outro banco de leite humano ou posto de coleta da rede pública, preferencialmente o mais próximo de sua residência.

A rede do Distrito Federal conta atualmente com 14 bancos de leite humano e sete postos de coleta de leite humano. A relação das unidades, com endereços e contatos, pode ser consultada aqui.

Serviço disponível em todo o DF

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Os bancos de leite humano e os postos de coleta de leite humano atuam na promoção, proteção e incentivo ao aleitamento materno no Distrito Federal. As unidades oferecem atendimento e orientação a mães e bebês, realizam a coleta e o processamento do leite humano doado e fazem a distribuição do leite pasteurizado para os recém-nascidos que necessitam desse alimento. Também são responsáveis por garantir a qualidade e a segurança do leite por meio de processos de seleção, classificação e pasteurização. Essas ações contribuem para a promoção da saúde e para a redução da mortalidade infantil.

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Integrado à Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, o Distrito Federal faz parte da maior rede de bancos de leite humano do mundo, reconhecida internacionalmente pela atuação na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno.

 

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