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Saúde

Saúde lança plano distrital para eliminar transmissão de doenças de mãe para filho

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“O plano deve ser implementado no DF em 2026″, aponta a presidente do Comitê Central de Investigação da Transmissão Vertical, Daniela Magalhães. Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF

Documento fortalece ações de prevenção e monitoramento de Doença de Chagas, HTLV e sífilis em gestantes e recém-nascidos

A Secretaria de Saúde (SES-DF) lançou, nesta terça-feira (5), o Plano Distrital de Eliminação da Transmissão Vertical da Doença de Chagas [https://www.saude.df.gov.br/doenca-de-chagas], sífilis e infecção pelo vírus-T linfotrópico humano do tipo 1 (HTLV) . O documento estabelece ações de prevenção e monitoramento planejadas para o período de 2025 a 2030. O objetivo é erradicar, no Distrito Federal, a transmissão dessas enfermidades da mãe para o filho.

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O lançamento do plano ocorreu durante o 3º Fórum Ampliado de Transmissão Vertical e o 4º Ciclo de Monitoramento do Plano Integrado de Prevenção, Vigilância e Controle da Sífilis 2021-2024, no auditório do Hotel Brasília Imperial, na Asa Sul. “Estamos apresentando resultados que demonstram avanços no atendimento materno-infantil e os impactos positivos da parceria entre assistência e vigilância”, avaliou o secretário-adjunto de Assistência à Saúde (SAA), Lucimir Henrique Maia.

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Outro destaque do evento foi o lançamento do painel de monitoramento da sífilis congênita [https://info.saude.df.gov.br/sala-de-situacao/painel-infosaude-sifilis-congenita/], já disponível no portal InfoSaúde-DF. O intuito é acompanhar o plano e as ações de vigilância.

Ocorrências no DF

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O Plano Distrital de Eliminação da Transmissão Vertical da doença de Chagas, HTLV e sífilis estabelece ações para o período de 2025 a 2030. Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF

Entre 2019 e 2023, por exemplo, a SES-DF registrou quase 5 mil casos de sífilis em gestantes e 1,6 mil de sífilis congênita em bebês menores de um ano. Com o novo plano, a rede pretende fortalecer o pré-natal e o acompanhamento de crianças expostas à doença. “Cuidar de mulheres e de pessoas que gestam é um marcador de desenvolvimento social, pois demonstra nosso empenho em construir uma rede de apoio inclusiva e fortalecida”, ressaltou a presidente do Comitê Central de Investigação da Transmissão Vertical, Daniela Magalhães.

A elaboração do documento envolveu equipes das Subsecretarias de Vigilância à Saúde (SVS) e de Atenção Integral à Saúde (Sais) e está fundamentada em cinco eixos principais: gestão; programas e serviços; capacidade diagnóstica e qualidade dos testes; vigilância epidemiológica e qualidade de dados; e direitos humanos, igualdade de gênero e participação comunitária.

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Um dos maiores desafios, segundo Magalhães, foi criar uma estrutura clara e prática que fosse compreensível tanto à população quanto aos trabalhadores da saúde. A previsão é que o plano seja implementado em 2026.

Para mais informações, contate-nos pelo e-mail: entrevista.saudedf@saude.df.gov.br
Secretaria de Saúde do Distrito Federal | Assessoria de Comunicação

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Saúde

Hospital de Santa Maria promove ações de segurança no trabalho

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Abril Verde mobiliza colaboradores com foco em autocuidado e prevenção no ambiente hospitalar
O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) iniciou, nesta terça-feira (14), a SIPAT 2026 – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho, com uma programação voltada ao cuidado com a saúde dos colaboradores e à promoção de práticas seguras no ambiente profissional, como parte do Abril Verde.
A abertura contou com apresentação musical, formação da mesa institucional e um minuto de silêncio em memória das vítimas de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. A homenagem reforça o significado do dia 28 de abril, data reconhecida mundialmente pela causa.
Ao dar início à programação, a presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e chefe do Núcleo de Mobilidade (Numob), Márcia Darlene Lemos, destacou a importância de fortalecer a cultura de proteção no ambiente hospitalar. “Aqui, onde o cuidado com o outro é constante, também precisamos olhar para nós mesmos. Segurança no trabalho é resultado de atitudes diárias, do uso correto dos equipamentos e de um compromisso coletivo”, afirma.
A fala foi reforçada pela gestão da unidade. O superintendente do HRSM, Diêgo Figueiredo, convidou os colaboradores a aproveitarem o momento como oportunidade de troca e aprendizado. “A prevenção não é responsabilidade de um setor específico, mas de todos nós. Que este momento gere reflexões e ideias que possam ser levadas para a rotina e compartilhadas com as equipes”, pontua.
Na mesma linha, a engenheira de Segurança do Trabalho do HRSM, Alessia Pereira da Silva, destacou que atitudes do dia a dia fazem a diferença. Segundo ela, seguir procedimentos, utilizar corretamente os equipamentos de proteção e respeitar os próprios limites são medidas essenciais para evitar acidentes. “A segurança é construída no cotidiano, com responsabilidade compartilhada. Cuidar de si também é reconhecer quando é hora de pedir ajuda”, reforça.
Programação diversificada
Com foco na prevenção e no bem-estar, a programação reúne temas atuais e essenciais para o dia a dia dos profissionais. No primeiro dia, o coordenador de Compliance e Governança do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Eduardo Corrêa, abriu o ciclo de palestras sobre assédio no ambiente de trabalho e seus impactos.
Na sequência, a professora Risoleide Gonçalves, do Centro Universitário Uniceplac, destacou a importância do autocuidado como base para a segurança, reforçando a atenção à saúde física e emocional no ambiente de trabalho.
Além das palestras, a SIPAT oferece atividades voltadas ao bem-estar. Os participantes podem acessar estandes educativos, serviços de saúde e ações como corte de cabelo, design de sobrancelhas e maquiagem, além da distribuição de materiais informativos e sorteios. As iniciativas contribuem para um ambiente mais acolhedor e incentivam a integração entre os colaboradores.
A assistente administrativa da coordenação de protocolos do hospital, Thaynara Aguiar, aprovou a proposta. “Aproveitei para retocar a sobrancelha. É muito bom porque a gente sai um pouco da rotina, se cuida e ainda interage com os colegas. Isso faz diferença e deixa o ambiente mais leve”, destaca.
CRÉDITOS:
Autora: Talita Motta 
Fotos: Divulgação/IgesDF
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