Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Saúde

Terapia com ímãs ajuda a tratar insônia e problemas emocionais. Entenda os benefícios

Publicado em

Foto: Divulgação

Muitas pessoas possuem insônia e, principalmente, ter uma boa qualidade de sono. A perda do sono costuma ser decorrente de diferentes motivos, como preocupações, ansiedade, expectativas ou até mesmo sem uma razão específica. É muito comum que as noites mal dormidas se tornem tão frequentes a ponto de se tornarem patologias tratadas com medicamentos controlados.

De modo geral, uma das principais causas da insônia bem está ligada aos pensamentos, sentimentos e emoções. A saída encontrada por muitos é o tratamento com medicações. Entretanto, atualmente é possível tratar a insônia sem precisar de nenhum medicamento. E isso é possível através do DAM (Desativação e Ativação Magnética) de sentimentos, pensamentos e emoções utilizando a energia biomagnética dos ímãs. A técnica também serve para tratar problemas emocionais, como depressão, ansiedade e síndrome do pânico.

“Partimos do pressuposto de que a energia é a linguagem máxima do Universo, tudo é e tem energia: seu corpo, a corrente gerada pelos ímãs e também as emoções. Emoções aprisionadas no seu corpo geram uma vibração energética. É uma corrente, que tenha você consciência dela ou não, estará aí influenciando todo o funcionamento do organismo. Se no decorrer do dia você passou por uma situação de estresse, o medo ou a raiva gerada ali pode ficar aprisionada e influenciar todas as suas células, causando desequilíbrio. Um corpo em desequilíbrio tem dificuldade em dormir”, explica Taisa Campos, especialista em biomagnestismo.

Advertisement
Leia Também:  Lactário do Hospital de Base garante alimentação segura e personalizada aos pacientes

Também conhecida como Compositora de Realidade, Taisa explica como funciona o tratamento com o DAM para uma boa noite de sono. “Neste caso, você pode fazer uma sessão de DAM direcionada para o evento, a fim de desativar qualquer emoção. É possível ir direto para uma emoção específica ou utilizar o baralho de emoções, em que você se conecta com seu corpo e pergunta: qual emoção eu posso desativar agora? Embaralha, retira uma carta e faz o procedimento com o ímã no seu corpo”, detalha.

O DAM é composto por três baralhos, cada um com um significado. “Um deles traz as áreas de nossa vida, como relacionamentos, casa, pets, negócios, saúde do corpo… Comece a sessão por este baralho, perguntando qual é a área que precisa de atenção e depois utilize o baralho das emoções. As sessões de DAM são direcionadas por perguntas, conforme utilizamos os baralhos, direcionamos o atendimento para aquilo que precisa ser tratado a fim de mudar o padrão energético e atingir o objetivo da sessão”, diz a especialista.

Quando as noites sem dormir se tornam frequentes, e é necessário uso de medicamentos, Taisa Campos explica como o DAM pode ajudar: “Nas situações acima falamos de sessões de auto- atendimento, em que praticantes de DAM utilizam a técnica para lidar com algo pontual. Porém, pode-se fazer um tratamento contínuo, seja auto-atendimento ou com um terapeuta, para lidar com patologias diversas. Desde que fomos gerados, lá no ventre de nossas mães, estamos expostos a emoções. Emoções que elas sentiam, que nós sentíamos…. e toda esta carga energética vai influenciando em quem somos, nas escolhas que fazemos, na forma como nos portamos e até na aparência dos corpos”.

Advertisement
Leia Também:  Outubro Rosa: Ambulatório de Fisioterapia e Terapia Ocupacional realiza ação para pacientes em tratamento

Quando se fala na quantidade de emoções que um ser humano carrega, os traumas e dificuldades em virtude de situações passadas refletem no corpo físico, criando desarmonia e levando também à insônia bem. A especialista explica que um tratamento com DAM pode acessar algumas áreas específicas da vida da pessoa para utilizar a técnica de desativar as emoções.

“A corrente gerada pelo pólo negativo do ímã somada à intenção do praticante vai interagir com a energia dessa emoção e fazer a liberação. Em seguida, ativamos as Escolhas de Ser, utilizando o terceiro baralho. São as escolhas para a vida, por exemplo: amor, gratidão, alegria, entusiasmo… que também são carregadas de energia e ressoam em cada molécula do corpo, promovendo equilíbrio, saúde e bem-estar. Em casos em que a pessoa faz tratamento convencional (com acompanhamento médico e medicamentos) recomendamos que continue e acrescente o DAM. Embora tenhamos estudos de caso com análise sanguínea constatando os benefícios da técnica, a Desativação e Ativação Magnética é uma terapia complementar”, completa Taisa Campos.

[mc4wp_form id=”23145″]
Fonte: IstoÉ
COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Mulheres incriveis

Outubro Rosa: tratamento termina, mas medo do câncer pode permanecer

Published

on

Alerta é da psicóloga clínica Laís Mutuberria Vieira
Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

As campanhas do Outubro Rosa são tradicionalmente marcadas por informações sobre prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de mama. Mas existe outra dimensão menos falada: quando o tratamento termina, o medo de a doenças voltar assombra muitas mulheres.

“Enquanto familiares e amigos celebram a remissão e esperam que a vida volte ao normal, a mulher pode continuar convivendo com medos, inseguranças e transformações que não desaparecem com o fim do tratamento”, escreve, em artigo, a psicóloga clínica Laís Mutuberria Vieira.

 

 

 

Advertisement

 

Psicóloga Laís Mutuberria Vieira diz que pacientes precisam também de apoio emocional – Foto Laís Mutuberria Vieira/ Arquivo Pessoal

A especialista explica que, durante meses, a mulher enfrenta nova rotina com hospital, médicos, exames. “Consultas e pessoas sempre por perto, acompanhando sua saúde. Quando a quimioterapia e a radioterapia terminam, esse contato diminui e começa nova etapa. Uma etapa cheia de incertezas, de medo de a doença voltar e de transformação na própria vida”, afirma Laís à Agência Brasil.

De acordo com ela, assim como o acompanhamento médico continua importante, o suporte emocional também pode precisar permanecer, respeitando o ritmo de cada mulher e ajudando-a a reconstruir a confiança na própria vida, mesmo sem a possibilidade de eliminar todas as incertezas.

Advertisement

“A última sessão de quimioterapia ou radioterapia pode marcar o fim de um tratamento, mas não o cuidado com essa mulher, que ainda precisa continuar”.

Segundo a psicóloga, muitos familiares e amigos se afastam para voltar à rotina normal e a mulher, temendo a recidiva da doença, fica marcada pelo medo da solidão.

“Os exames de acompanhamento podem despertar medo, qualquer alteração ou dor pode ser interpretada como reincidência da doença. Essa mulher ainda precisa de apoio”, diz Laís.

Ela lembra que muitas pacientes continuam usando medicação por até cinco anos e sentem fadiga, além de outros efeitos desse tratamento de acompanhamento. “O corpo dessa mulher mudou. Ela tem cicatriz, às vezes perdeu uma mama, ganhou uma nova mama que ela ainda não se identifica. A sexualidade pode mudar, assim como a intimidade com o parceiro e a própria disposição diminui par atividades diárias e para a vida sexual”, afirma.

“Essas mudanças podem afetar a autoestima, o desejo, a sensação de atratividade e a forma como essa mulher se reconhece no espelho, repercutindo também em dimensões mais amplas da sexualidade, como o toque, a espontaneidade, a confiança e a disponibilidade para o vínculo íntimo”, acrescenta.

Renata Reis Pinto, médica mastologista e radiologista, com atuação no Instituto Nacional de Câncer (Inca), lembra que o câncer de mama ainda é uma doença com muitos estigmas. Até hoje, na prática clínica, ela diz que a doença ainda é vista como uma sentença de morte, que traz muitas dúvidas e medo de como será a evolução e do que a paciente terá que enfrentar diante do diagnóstico.

Advertisement

 

Para Renata Reis Pinto, médica mastologista e radiologista, doença convive ainda com muitos estigmas – Renata Pinto/ Arquivo Pessoal

Para a médica, providenciar todo um aparato para a paciente falar sobre suas questões é importante até para a evolução do tratamento. “É importante oferecer para a paciente um tratamento multidisciplinar, com uma assistente social que pode ajudar em questões como onde vai ficar o filho enquanto ela está em tratamento, questões sociais relacionadas ao trabalho. A psico-oncologia é de fundamental importância para perceber até que ponto esse medo está sendo tão intenso que a paciente possa necessitar de alguma medicação”, afirma Renata à Agência Brasil.

Josiane Fernandes, 48 anos, de Volta Redonda, no sul fluminense, descobriu o câncer de mama no início de 2025 ao perceber um nódulo na mama esquerda. Em março do ano passado ela confirmou o diagnóstico e começou o tratamento.

Advertisement

“Eu não contei para ninguém. Eu sofri sozinha. Só contei para meu marido depois de fazer a biópsia. Meu tratamento com cirurgia, quimioterapia e imunoterapia

 

 

Advertisement
Para Renata Reis Pinto, médica mastologista e radiologista, doença convive ainda com muitos estigmas – Renata Pinto/ Arquivo Pessoal

Para a médica, providenciar todo um aparato para a paciente falar sobre suas questões é importante até para a evolução do tratamento. “É importante oferecer para a paciente um tratamento multidisciplinar, com uma assistente social que pode ajudar em questões como onde vai ficar o filho enquanto ela está em tratamento, questões sociais relacionadas ao trabalho. A psico-oncologia é de fundamental importância para perceber até que ponto esse medo está sendo tão intenso que a paciente possa necessitar de alguma medicação”, afirma Renata à Agência Brasil.

Josiane Fernandes, 48 anos, de Volta Redonda, no sul fluminense, descobriu o câncer de mama no início de 2025 ao perceber um nódulo na mama esquerda. Em março do ano passado ela confirmou o diagnóstico e começou o tratamento.

“Eu não contei para ninguém. Eu sofri sozinha. Só contei para meu marido depois de fazer a biópsia. Meu tratamento com cirurgia, quimioterapia e imunoterapia

Advertisement

 

Após o fim do tratamento do câncer, Josiane continua o acompanhamento médico. “O tratamento pode terminar, mas o medo nem sempre termina junto. Até hoje, numa consulta de rotina, num exame, eu entro em pânico. Parece que volta tudo o que eu vivi. As pessoas que passam por um câncer deveriam ter um cuidado no pós-tratamento. Existe vida depois do câncer, mas essa vida precisa ser reconstruída”, completa Josiane.

Segundo a estimativa do Inca para este ano, o tumor mais incidente entre as mulheres é o de mama, com 30% dos casos. O número estimado de casos novos da doença no Brasil, para cada ano do triênio de 2026 a 2028, é de 78.610 casos, com risco estimado de 71,57 casos novos a cada 100 mil mulheres.

Advertisement

 

 

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Leia Também:  Secretaria de Saúde promove homenagem no Dia do Voluntário
Continuar lendo

MULHER NO ESPORTE

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA