A luz ultravioleta é uma das principais causas de câncer de pele, sendo a luz solar a principal fonte. Veja o que as fotos revelaram sobre os danos na pele
Se você acha que só porque não consegue ver marcas ao se olhar no espelho os raios solares não estão prejudicando sua pele, é bom começar a se cuidar mais. Uma série de fotografia com luz ultravioleta (UV) revelou a realidade dos danos causados pelo sol que são invisíveis ao olho humano.
Segundo o Daily Mail Online, o fotógrafo responsável pelas imagens é o francês Pierre-Louis Ferrer, 31 anos. “Cada modelo oferece ao espectador uma visão íntima de seu próprio ser, que nem ele consegue perceber por si mesmo”, disse ele. “Essa relação de intimidade e confiança é o oposto de nossa sociedade, onde selfies e redes sociais projetam uma visão idílica de nossas vidas.”
Para conseguir essas imagens, Ferrer, que é ex-engenheiro de óptica – usou um equipamento de câmera especial para ampliar a pele dos modelos.
Ferrer afirmou estar “fascinado pela possibilidade de ver além do visível”. “Eu queria criar uma série de retratos em UV para oferecer uma maneira mais sensível de ver as pessoas. As imagens ilustram o caráter bruto e natural do ser humano, revelado pela técnica da fotografia ultravioleta”.
Vale lembrar que a luz ultravioleta é uma das principais causas de câncer de pele. Sua principal fonte é a luz solar, seguida pelas câmaras de bronzeamento.
Ela é constituído por três tipos de raios: UVA, UVB e UVC. Este último é ainda mais prejudicial para a pele. No entanto, ele não pode penetrar na atmosfera da pele. Já os dois primeiros atacam as células da pele, causando envelhecimento e danificando o seu dna, levando a tumores.
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Fotos Pierre-Louis Ferrer/SWNS.com (Crédito:Por ANA CLARA COSTA)
Com índices de umidade entre 20% e 30%, tempo seco deve persistir por pelo menos sete dias; hidratação e atenção a grupos vulneráveis são essenciais para evitar impactos na saúde
Por
Ana Isabel Mansur, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader
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O Distrito Federal está em alerta amarelo de perigo potencial devido à baixa umidade relativa do ar. O aviso do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) tem validade para esta quarta-feira (22), das 12h às 18h. Com índices variando entre 20% e 30% nas horas mais quentes do dia, a condição climática exige cuidado da população para evitar riscos à saúde e prevenir a possibilidade de incêndios florestais. De acordo com as previsões, o quadro de tempo excessivamente seco deve persistir no DF por pelo menos mais sete dias.
A situação ocorre devido à influência de uma massa de ar seco e estável, associada a um sistema de alta pressão. Esse sistema atmosférico inibe a formação de nuvens, afasta as chances de precipitação e favorece o intenso aquecimento diurno, o que eleva as temperaturas e diminui a umidade.
A recomendação é que a população se hidrate nas horas mais secas do dia | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
Além da capital, o alerta abrange integralmente Goiás e engloba áreas de outros 14 estados — Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo e Tocantins.
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Apesar do alerta, o episódio está dentro do comportamento climático esperado para o mês de julho, época que marca o período de estiagem no Planalto Central. No entanto, a exposição a uma umidade entre 20% e 30% eleva as chances de ressecamento da pele e das mucosas, irritações nos olhos, nariz e garganta, sangramentos nasais e o agravamento de doenças respiratórias crônicas, como asma e rinite.
Instruções
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É aconselhado evitar a prática de atividades físicas e a exposição direta ao sol nos momentos mais quentes do dia
A recomendação é adotar atenção redobrada com os grupos mais vulneráveis, o que inclui crianças, idosos, grávidas, pessoas com comorbidades, bem como populações e animais em situação de rua. Para diminuir os impactos no cotidiano, a orientação é que a população intensifique a hidratação, use hidratantes corporais e aplique soro fisiológico nas vias respiratórias.
Também é aconselhado evitar a prática de atividades físicas e a exposição direta ao sol nos momentos mais quentes do dia, usar roupas leves, proteger-se com bonés ou sombrinhas e manter os ambientes de casa e do trabalho adequadamente umidificados.
Historicamente, o DF já enfrentou períodos ainda mais críticos de estiagem. O menor índice de umidade já captado pelos equipamentos do Inmet na região foi de 7%, marca atingida na estação do Gama (Ponte Alta) em 3 de setembro de 2024, seguido de 9% em Brazlândia em 22 de agosto de 2025 e em Águas Emendadas, em 4 de outubro de 2020. Já na área central de Brasília, o recorde absoluto de secura ocorreu em 15 de setembro de 2024, quando os registros chegaram a 10%.
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