Saúde
No mês da Mulher, colaboradores da Neoenergia doam mais de 14 mil absorventes no Distrito Federal
Ação beneficia pessoas atendidas por sete instituições, apoiando o combate à pobreza menstrual nas áreas de atuação da distribuidora
Brasília, 29 de março de 2023 – Em mais uma ação especial em comemoração ao mês das mulheres, o Programa de Voluntariado da Neoenergia fez uma doação de mais de 14 mil absorventes destinados a sete instituições espalhadas em todo o Distrito Federal. A iniciativa contribui com a dignidade menstrual das pessoas que serão beneficiadas e está alinhada ao compromisso da empresa com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o de número 3, relacionado à promoção de saúde e bem-estar, e o 5, sobre igualdade de gênero.
“Sabemos que a falta de recursos e infraestrutura dificulta o acesso aos cuidados com a menstruação, o que pode prejudicar a saúde e representar uma barreira ao desenvolvimento escolar e profissional”, afirma Juliana Pimentel, gerente de Relações Institucionais da Neoenergia. “Sendo assim, campanhas como essa que fizemos aqui em Brasília são fundamentais para trazer um pouco de dignidade a essas mulheres”, finaliza a executiva.
A arrecadação dos absorventes aconteceu durante o mês de março, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher. Em Brasília, 14.310 produtos foram entregues às instituições Fraternidade Assistencial Lucas Evangelista (FALE), no Recanto das Emas; Associação Farol, em Planaltina; Casa do Menino Jesus, no Gama; Instituto Proeza, em Taguatinga; Elafav por Elas, no Sol Nascente; Tulipas do Cerrado, na Vila Planalto; e Alma Lavada, no Plano Piloto.
O Programa de Voluntariado da Neoenergia tem atuado bastante no Distrito Federal. Outras três campanhas foram realizadas em 2022. No ano passado, a ‘Dignidade Menstrual’ doou absorventes para três instituições. A ‘Operação Quilo’ registrou arrecadação de 1,5 tonelada de alimentos que foram distribuídas em toda a capital federal. Ainda tivemos a arrecadação de 500 itens de vestuário, entre roupas e calçados, além de lençóis, toalhas e cobertores doados às famílias brasilienses em vulnerabilidade social.
VOLUNTARIADO – A Neoenergia estimula o trabalho voluntário e permanentemente oferece oportunidades de engajamento por meio de uma plataforma online própria, utilizada pelas empresas do Grupo Iberdrola. A companhia possui também um espaço online com vagas oferecidas diretamente pelas ONGs, em parceria com o Transforma Brasil. Hoje, cerca de 2 mil colaboradores da empresa atuam como voluntários em diversas iniciativas.
Fonte: Meoenergia Brasilia
Mulheres incriveis
Dia de Combate ao Câncer de Mama: desinformação ainda dificulta a prevenção e o diagnóstico precoce
Celebrada nesta segunda-feira (19/10), data contribui para informações confiáveis chegarem a mais mulheres em todo o país
O Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama, celebrado nesta segunda-feira (19/10), reforça a importância de ampliar o acesso à informação baseada em evidências científicas, esclarecer dúvidas frequentes e incentivar o cuidado contínuo com a saúde. O câncer de mama é o tipo de câncer mais frequente entre as mulheres brasileiras, excluídos os tumores de pele não melanoma. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são estimados cerca de 78,6 mil novos casos por ano no Brasil para o triênio 2026–2028, um risco estimado de 71,57 casos para cada 100 mil mulheres.
Embora os avanços na prevenção, no diagnóstico precoce e no tratamento tenham contribuído para melhorar o cuidado às pacientes, informações incorretas ainda podem atrasar a procura por atendimento ou criar a falsa percepção de que algumas mulheres não precisam se preocupar com a doença.
MITO DA HERANÇA GENÉTICA – É comum associar o câncer de mama exclusivamente ao histórico familiar. Embora a predisposição hereditária exista e exija acompanhamento específico, ela representa parcela reduzida dos diagnósticos. Segundo o INCA, entre 90% e 95% dos casos não têm relação com mutações genéticas hereditárias. Na maior parte das situações, o desenvolvimento da doença resulta da combinação de envelhecimento, alterações hormonais, histórico reprodutivo, condições ambientais e hábitos de vida.
Por isso, todas as mulheres devem estar atentas aos cuidados com a saúde, independentemente da existência de casos da doença entre familiares. A idade é um dos fatores de risco mais importantes: aproximadamente quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos. O envelhecimento da população brasileira reforça, portanto, a importância do acompanhamento da saúde ao longo da vida.
MAMOGRAFIA – Observar as mamas e conhecer as características do próprio corpo ajudam a perceber alterações. Essa atenção, no entanto, não substitui a mamografia nem a avaliação realizada por profissionais de saúde. A mamografia é o principal exame utilizado para o rastreamento do câncer de mama e pode identificar alterações antes que elas sejam percebidas pelo toque. Atualmente, o Ministério da Saúde recomenda que mulheres de 50 a 74 anos realizem o exame de rastreamento a cada dois anos.
Mulheres de 40 a 49 anos e aquelas com mais de 74 anos também podem ter acesso à mamografia no SUS, após receberem orientações de profissionais de saúde sobre os possíveis benefícios e riscos do exame. Para pessoas com sinais ou sintomas suspeitos, a mamografia diagnóstica e outros exames podem ser solicitados em qualquer idade, conforme avaliação profissional.
É importante procurar uma unidade de saúde ao perceber alterações como:
● caroço ou nódulo endurecido na mama, na axila ou próximo à clavícula;
● mudanças no formato ou no tamanho da mama;
● retração do mamilo;
● alterações na pele, como vermelhidão, espessamento ou aspecto semelhante à casca de laranja;
● saída espontânea de líquido pelo mamilo, especialmente quando contém sangue.
Essas alterações também podem estar relacionadas a condições benignas, mas precisam ser avaliadas por um profissional de saúde.
DIFERENTES FATORES DE RISCO – Não existe única causa para o câncer de mama. O desenvolvimento envolve combinação de fatores biológicos, hormonais, reprodutivos, ambientais e comportamentais. Entre os fatores associados ao aumento do risco estão envelhecimento, menopausa tardia e obesidade, consumo de bebidas alcoólicas, sedentarismo, além da exposição prolongada a hormônios em situações específicas.
HÁBITOS SAUDÁVEIS – Alguns desses fatores não podem ser modificados. Por outro lado, manter hábitos saudáveis pode contribuir para reduzir o risco de desenvolver a doença. Cerca de 30% dos casos de câncer podem ser evitados por meio da prática regular de atividade física, alimentação equilibrada, controle do peso corporal e redução do consumo de bebidas alcoólicas e carnes processadas. Embora essas medidas não eliminem completamente o risco, elas estão associadas à melhoria das condições gerais de saúde e à prevenção de diferentes doenças crônicas.
DIAGNÓSTICO PRECOCE – Identificar o câncer de mama em seus estágios iniciais faz diferença para o tratamento e prognóstico. Quando diagnosticado precocemente, o câncer costuma apresentar maiores possibilidades de tratamento com menor comprometimento da mama e melhores taxas de sobrevida. Especialistas recomendam que as mulheres mantenham acompanhamento regular conforme a orientação dos profissionais de saúde e procurem avaliação sempre que perceberem qualquer alteração. A atenção aos sinais do corpo, o acesso aos serviços de saúde e exames para cada situação são estratégias fundamentais para reduzir a mortalidade associada à doença.
INFORMAÇÃO CONFIÁVEL – Com o aumento de conteúdos sobre saúde nas redes sociais e em aplicativos de mensagens, informações sem respaldo científico podem contribuir para a disseminação de crenças equivocadas sobre prevenção, fatores de risco e formas de diagnóstico. Buscar informações em instituições como o INCA, sociedades médicas e profissionais de saúde, é fundamental para tomar decisões baseadas em evidências. Significa garantir que mais mulheres conheçam seus direitos, reconheçam sinais da doença e procurem atendimento no momento adequado.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
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Fonte capa: Google/ Hospitalviver
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