Social
Irã instala câmeras em espaços públicos para identificar e penalizar mulheres sem véu
Mulheres iranianas usam véu durante reunião política conservadora em Teerã
Em mais uma tentativa de controlar o número cada vez maior de mulheres que estão desafiando o código de vestimenta obrigatório, autoridades iranianas estão instalando câmeras em espaços públicos para identificar e penalizar mulheres sem véu, anunciou a polícia neste sábado.
Após serem identificadas, as infratoras receberão “mensagens de texto com alertas sobre as consequências”, disse a polícia em um comunicado.
A medida tem o objetivo de “prevenir resistência contra a lei do hijab”, disse o comunicado, publicado pela agência de notícias do Judiciário, Mizan, e outros veículos estatais, acrescentando que esse tipo de resistência mancha a imagem espiritual do país e espalha insegurança.
Um número cada vez maior de mulheres iranianas está abandonando o véu desde a morte de uma mulher curda de 22 anos sob custódia da polícia da moralidade no último mês de setembro. Mahsa Amini havia sido detida por violar a lei do hijab. Forças de segurança abafaram a revolta com violência.
Ainda assim, correndo o risco de prisão por desafiarem o código de vestimenta obrigatório, muitas mulheres ainda são vistas sem véus em shoppings, restaurantes, lojas e ruas em todo o país. Vídeos de mulheres sem véu resistindo à polícia da moralidade lotaram as redes sociais.
(Reportagem da Reuters)
Fonte: IstoÉ
Social
8 de Março: Estácio debate avanço em educação e trabalho no Brasil e desigualdade salarial e violência
Estácio Brasília promove debates e também ensina defesa pessoal para mulheres
As mulheres brasileiras seguem ampliando sua presença na educação e no mercado de trabalho, mas ainda enfrentam desigualdades estruturais. Dados divulgados em 2025 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam que elas já representam mais de 60% dos concluintes do ensino superior no país e possuem, em média, maior nível de escolaridade do que os homens.
Apesar do avanço educacional, a diferença de renda permanece significativa. Segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada com base na PNAD Contínua, as mulheres recebem cerca de 20% a menos que os homens, mesmo quando têm nível de formação semelhante.
Outro dado preocupante está relacionado à violência de gênero. O Anuário 2025 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública aponta que o Brasil registrou mais de 1,4 mil feminicídios em 2024, mantendo o país entre aqueles com maiores índices desse tipo de crime na América Latina.
No Distrito Federal, iniciativas educacionais têm buscado ampliar o debate sobre equidade e protagonismo feminino. Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, a Estácio Brasília promove uma programação especial voltada à valorização, formação e empoderamento das mulheres.
A agenda inclui palestras sobre liderança feminina, oficina de defesa pessoal, rodas de conversa sobre saúde e bem-estar e atividades de orientação profissional. As ações são abertas a estudantes, colaboradoras e à comunidade. A programação acontece no dia 6 de março, nos períodos da manhã e da noite.
Violência contra a mulher será tema de roda de conversa na Estácio Brasília
Como parte das ações de conscientização, a Universidade Estácio de Sá Brasília também promove, no dia 12 de março, às 19h, no auditório da unidade, uma roda de conversa dedicada ao enfrentamento da violência contra a mulher. Com o tema “Violência contra a mulher: uma problemática multidisciplinar e de responsabilidade coletiva”, o encontro é organizado pela Liga Acadêmica de Saúde da Família e Comunidade (LASFEB) em parceria com a Liga Acadêmica de Saúde da Mulher (LASMEO).
O evento reunirá profissionais das áreas jurídica, psicológica e da saúde para promover um diálogo sobre prevenção, acolhimento e enfrentamento da violência de gênero. A iniciativa busca ampliar a conscientização da comunidade acadêmica e da sociedade sobre a importância de tratar o tema de forma integrada e coletiva.
De acordo com a pró-reitora da Estácio Brasília, Thaliane Mack, a iniciativa reforça o papel da educação na redução das desigualdades. “A proposta é estimular o protagonismo feminino e ampliar a conscientização sobre direitos, oportunidades e desafios enfrentados pelas mulheres na sociedade brasileira”, finaliza Thaliane.
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