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Neoenergia identifica 1,5 milhão de famílias com direito ao desconto social na tarifa de energia, mas ainda não estão inscritas no benefício

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Para receber o benefício, cliente precisa ser titular da conta, estar com dados atualizados no CadÚnico com o mesmo endereço cadastrado na distribuidora e ter renda mensal per capita acima de meio e até um salário-mínimo

 

Rio de Janeiro, abril de 2026 – A Neoenergia identificou que 1,5 milhão de famílias podem ter direito ao desconto social na tarifa de energia elétrica no Distrito Federal e em cinco estados por meio das distribuidoras Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Pernambuco (PE), Neoenergia Cosern (RN), Neoenergia Elektro (SP/MS) e Neoenergia Brasília (DF). O benefício, criado pela Lei nº 15.235/2025, entrou em vigor em 2026 e já foi aplicado automaticamente na conta de 632 mil clientes da Neoenergia.

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Para ter o benefício de forma automática, o cliente precisa ter os seguintes requisitos: ser titular da conta; estar com dados atualizados no CadÚnico com o mesmo endereço da unidade consumidora informado no cadastro da distribuidora; e ter renda mensal per capita acima de meio e até um salário-mínimo. O cliente que se encaixar nesse perfil receberá o desconto nos primeiros 120 kWh consumidos mensalmente. Saiba mais aqui.

Na Neoenergia, estamos comprometidos em orientar os clientes sobre como obter o benefício e ajudá-los a fazer a transferência de titularidade. Nossa missão é fazer com que todas as pessoas que precisam do desconto tenham acesso ao benefício o mais rapidamente possível, garantindo mais economia e qualidade de vida para as famílias”, afirma Marcelo Arnaud, Superintendente de Gestão de Receita da Neoenergia.

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O desconto na tarifa de energia elétrica é, em média, de 10,7%, para o consumo até 120kWh por mês. Caso o consumo seja acima de 120kWh, o excedente será cobrado no valor cheio, sem desconto. A expectativa do Ministério de Minas e Energia é que 7 milhões de famílias possam ser beneficiadas com a redução na conta de energia em âmbito nacional.

 

Diferença entre desconto e tarifa social

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O desconto social foi criado para atender famílias que não se encaixaram na nova tarifa social de energia elétrica, que entrou em vigor em julho do ano passado. A tarifa social oferece gratuidade nos primeiros 80 kWh consumidos no mês para núcleos familiares com renda de até meio salário-mínimo por pessoa, além de idosos e pessoas com deficiência atendidos pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC), indígenas e quilombolas inscritos no CadÚnico. Na área de atuação da Neoenergia, mais de 3,8 milhões de consumidores têm direito à tarifa social.

 

Sobre a Neoenergia: Parte do grupo espanhol Iberdrola, a empresa atua no Brasil desde 1997, sendo atualmente uma das líderes do setor elétrico do país. Presente em 18 estados e no Distrito Federal, seus negócios estão divididos nas áreas de geração, transmissão, distribuição e comercialização. As suas distribuidoras, Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Pernambuco (PE), Neoenergia Cosern (RN), Neoenergia Elektro (SP/MS) e Neoenergia Brasília (DF) atendem a cerca de 17 milhões de clientes, o equivalente a uma população de quase 40 milhões de pessoas.

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A Neoenergia possui 4,2 GW 4,2 GW de capacidade instalada em geração, sendo 87% de energia renovável. Em transmissão, são mais de 8 mil km de linhas. Por meio do Instituto Neoenergia, fomenta ações socioambientais que contribuem para a melhoria da qualidade de vida das comunidades onde a empresa atua, sobretudo, pessoas mais vulneráveis, visando sempre pelo desenvolvimento sustentável. Como parte do compromisso para ampliar a participação da mulher na sociedade, a Neoenergia patrocina o Comitê Olímpico do Brasil (COB), beneficiando principalmente aquelas que representam o Time Brasil. Desde janeiro de 2021, integra a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 – Brasil, Bolsa, Balcão – que reúne companhias que possuem as melhores práticas de governança e sustentabilidade corporativa.

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Projeto Quintal de Memórias abre as portas para as histórias das mulheres que ergueram Brasília

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Realizado pelo Coletivo Entrevazios, projeto reúne a ação formativa Barraca de Memórias e o espetáculo “Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá” em uma temporada gratuita por Taguatinga e Planaltina

Foto de Ísis Aisha

Há uma Brasília que não cabe nas fotografias oficiais nem nas placas comemorativas. Ela mora nos quintais, nas cozinhas, nas mãos calejadas das mulheres que ergueram a capital ao mesmo tempo em que erguiam filhos, casas e madrugadas. É essa Brasília íntima, feminina e cotidiana que ganha cena em Quintal de Memórias, projeto do Coletivo Entrevazios que articula uma ação formativa e um espetáculo em torno de um mesmo gesto: escutar, com paciência, as histórias que costumam ficar à margem.

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A temporada acontece em duas cidades: Taguatinga, entre os dias 25 e 29 de maio, e Planaltina, de 8 a 12 de junho. Em cada cidade, ao longo da semana, a Barraca de Memórias abre encontros formativos para grupos da Educação de Jovens e Adultos e Associações que atendem pessoas idosas, propondo rodas de escuta e criação a partir das memórias dos territórios. As atividades finalizam sempre com apresentação aberta ao público do espetáculo “Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá”.

O espetáculo
Dirigido por Sandra Vargas, referência nacional no teatro de objetos e fundadora do Grupo Sobrevento, Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá” é uma imersão sensível na memória de mulheres que participaram da construção de Brasília, mas cujas histórias permaneceram à margem. Bacias, panelas, roupas de bebê e ferros de brasa atravessam a cena como dispositivos narrativos, dando voz às trajetórias reais de mulheres idosas moradoras das regiões mais antigas do DF.

“A cada apresentação, a história de uma mulher se desdobra na de muitas outras. Ouvi tantas vezes: ‘Você acabou de contar a minha história’. Entre abraços acolhedores, sorrisos partilhados e lágrimas emocionadas, escutamos as vozes das mulheres migrantes. Queremos seguir abrindo esse quintal, onde a história de uma é, na verdade, a de muitas mulheres”, afirma Maysa Carvalho, atriz e coordenadora geral do projeto.

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Após cada sessão, o público é convidado a percorrer a cenografia do espetáculo e ver de perto os objetos disparadores das memórias, um encontro silencioso entre presença e afeto.

“Este espetáculo traz uma Brasília que poucos conhecem. Traz a mãe ou a avó que sabemos estar em tantas casas, lutando para existir. E por que usamos objetos? Porque eles nos fazem falar daquilo que parece não ter importância neste mundo tão concreto. Trazemos a humanidade escondida num cotidiano que não está nos grandes museus nem nos livros de História, mas que está em nossas casas e parece ser o que faz mais sentido nas nossas vidas”, explica Sandra Vargas, diretora do espetáculo.

Barraca de Memórias
Para ouvir essas histórias e fazer ecoar a força de suas protagonistas, foi criada a “Barraca de Memórias”, um ciclo itinerante de escuta, que nada mais é do que o nome diz: uma barraca que conduz, troca, instiga ou faz dançar as memórias. A ação revela uma Brasília que não aparece nos livros de história, mas pulsa nas casas, nos quintais e nas lembranças. A pesquisa e a delicadeza do teatro de objetos encontram, no projeto Quintal de Memórias, a Barraca de Memórias e propõe, uma extensão formativa, encontros nos quais a escuta vira matéria de criação, aproximando o público dos modos como uma cidade também se constrói por dentro pelos objetos, pelos gestos, pelas vozes que insistem em permanecer.

As duas apresentações abertas ao público contam com recursos de acessibilidade: a sessão de 27 de maio, em Taguatinga, terá  audiodescrição; a de 10 de junho, em Planaltina, terá audiodescrição e interpretação em Libras. O projeto Quintal de Memórias é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

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Sobre o Coletivo Entrevazios
Criado em 2014, o grupo vem propondo reflexões e diálogos contínuos sobre Brasília e suas poéticas, investigando as intersecções da cidade, arte, memória e os corpos que a atravessam.  Os desdobramentos artísticos do Coletivo incluem trabalhos como: o Livro de Artista ENTREVAZIOS (2014); a intervenção urbana O Estrangeiro (2015); a exposição instalativa De Ver Cidade – Brasília numa caixa de brincar (2019 e 2025); a intervenção poética de teatro de animação Lourença (2021); o minidocumentário Barraca de Memórias (2023); a exposição Percursos Inventados (2023); o espetáculo Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá (2024 a 2026); as visitas teatralizadas com Cidade Espetáculo – Aventura nos Três Poderes (2024 e 2025) e a exposição Memória Migrante – Mostra Acervo Poético (2025).

SERVIÇO
Projeto Quintal de Memórias

Taguatinga (DF)

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Período: 25 a 29 de maio de 2026

Atividades formativas: (Barraca de Memórias) ao longo da semana para grupos agendados

Espetáculo: 27 de maio (quarta-feira), às 14h30, aberto ao público (audiodescrição)

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Local: Associação dos Idosos de Taguatinga

Planaltina (DF)

Período: 8 a 12 de junho de 2026

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Atividades formativas: (Barraca de Memórias) ao longo da semana para grupos agendados
Espetáculo: 10 de junho (quarta-feira), às 9h, aberto ao público (audiodescrição e Libras)
Local: Complexo Cultural de Planaltina
Acesso: gratuito
Informações: @entrevazios

 

Fotos e vídeos: https://drive.google.com/drive/folders/1VZvgDBbak29P5ZlmO9UrPsqqzUSxiMzC?usp=sharing

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