Social
Artista promove aula de desenho para a criançada no Espaço Cultural Renato Russo
Oficina vai ensinar crianças a partir dos 7 anos a desenharem usando apenas canetas esferográficas comuns
A oficina “Desenho em Linhas para Crianças”, promovida pelo artista Jailson Belfort, vai ensinar crianças a partir dos 7 anos a desenharem usando apenas canetas esferográficas comuns. As aulas ocorrem nos dias 18, 19, 25 e 26 de março, com turmas às 15h, 16h e 17h, no Espaço Cultural Renato Russo.
A atividade gratuita, voltada para crianças a partir de 7 anos, inclui aula de desenho em traços, conversa sobre patrimônio cultural e monumentos de Brasília e ainda visita guiada à exposição Brasília em Linhas, do próprio artista, que está em cartaz na Galeria Ruben Valentim até o dia 26 de março. O objetivo é despertar nos pequenos o interesse pelas artes, suas possibilidades do fazer e ainda ressaltar valores importantes na construção do cidadão.
“A Educação Patrimonial é fundamental para a construção da cidadania. Por meio de conceitos de Patrimônio e sua importância é possível desenvolver a noção de pertencimento, preservação e reconhecimento do legado histórico e artístico de nossa cidade. Durante a aula, desenvolvemos metodologia voltada à esses objetivos a partir do desafio de desenhar os monumentos da Capital Federal ao mesmo tempo em que conversamos com as crianças sobre sua importância cultural e artística”, explica Jailson.
Fonte: Jornal de Brasilia
Social
8 de Março: Estácio debate avanço em educação e trabalho no Brasil e desigualdade salarial e violência
Estácio Brasília promove debates e também ensina defesa pessoal para mulheres
As mulheres brasileiras seguem ampliando sua presença na educação e no mercado de trabalho, mas ainda enfrentam desigualdades estruturais. Dados divulgados em 2025 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam que elas já representam mais de 60% dos concluintes do ensino superior no país e possuem, em média, maior nível de escolaridade do que os homens.
Apesar do avanço educacional, a diferença de renda permanece significativa. Segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada com base na PNAD Contínua, as mulheres recebem cerca de 20% a menos que os homens, mesmo quando têm nível de formação semelhante.
Outro dado preocupante está relacionado à violência de gênero. O Anuário 2025 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública aponta que o Brasil registrou mais de 1,4 mil feminicídios em 2024, mantendo o país entre aqueles com maiores índices desse tipo de crime na América Latina.
No Distrito Federal, iniciativas educacionais têm buscado ampliar o debate sobre equidade e protagonismo feminino. Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, a Estácio Brasília promove uma programação especial voltada à valorização, formação e empoderamento das mulheres.
A agenda inclui palestras sobre liderança feminina, oficina de defesa pessoal, rodas de conversa sobre saúde e bem-estar e atividades de orientação profissional. As ações são abertas a estudantes, colaboradoras e à comunidade. A programação acontece no dia 6 de março, nos períodos da manhã e da noite.
Violência contra a mulher será tema de roda de conversa na Estácio Brasília
Como parte das ações de conscientização, a Universidade Estácio de Sá Brasília também promove, no dia 12 de março, às 19h, no auditório da unidade, uma roda de conversa dedicada ao enfrentamento da violência contra a mulher. Com o tema “Violência contra a mulher: uma problemática multidisciplinar e de responsabilidade coletiva”, o encontro é organizado pela Liga Acadêmica de Saúde da Família e Comunidade (LASFEB) em parceria com a Liga Acadêmica de Saúde da Mulher (LASMEO).
O evento reunirá profissionais das áreas jurídica, psicológica e da saúde para promover um diálogo sobre prevenção, acolhimento e enfrentamento da violência de gênero. A iniciativa busca ampliar a conscientização da comunidade acadêmica e da sociedade sobre a importância de tratar o tema de forma integrada e coletiva.
De acordo com a pró-reitora da Estácio Brasília, Thaliane Mack, a iniciativa reforça o papel da educação na redução das desigualdades. “A proposta é estimular o protagonismo feminino e ampliar a conscientização sobre direitos, oportunidades e desafios enfrentados pelas mulheres na sociedade brasileira”, finaliza Thaliane.
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