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Número de mulheres com sobrenome do marido cai em 53% no DF

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Segundo pesquisa, os casais brasilienses têm optado cada vez mais por manterem os nomes originais de família

Pexels/Reprodução
Um levantamento da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) revela que caiu em 53,6% o número de mulheres com o sobrenome do marido no casamento. De acordo com o estudo, a escolha preferencial dos futuros casais tem sido pela manutenção dos sobrenomes de família.

Em 2002, época em que o atual Código Civil foi publicado, o percentual de mulheres que adotavam o sobrenome representava 68,71% dos matrimônios. A partir de então iniciou-se uma queda desta opção.

“As informações dos Cartórios de Registro Civil são um retrato fiel da sociedade brasileira, uma vez que conservam os dados primários de sua população”, diz Gustavo Renato Fiscarelli, presidente da Arpen-Brasil.

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“No caso dos casamentos, foi nítido o caminhar da sociedade no sentido de maior igualdade entre os gêneros, com a mulher deixando de estar submissa ao marido e assumindo um papel de protagonismo na vida civil”, explica Fiscarelli.

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Novidade introduzida pelo atual Código Civil brasileiro, a possibilidade de adoção do sobrenome da mulher pelo homem ainda não “vingou” na sociedade, representando em 2022 apenas 0,81% das escolhas no momento do casamento, percentual que atingiu seu ponto máximo em 2014, quando foi a opção em 0,87% dos matrimônios.

Fonte: Metropoles
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CERIMÔNIA DO 4º PRÊMIO ENGENHO MULHER

A cantora e compositora brasiliense Rebecca Pacheco fará a abertura da cerimônia de premiação do 4º Prêmio Engenho Mulher na próxima segunda, dia 25 de maio. “Ela é uma jovem artista muito talentosa, convidada para a ocasião por ter tido sua formação no Instituto Reciclando Sons, projeto lindamente conduzido há mais de 26 anos pela maestrina Rejane Pacheco, lá na Estrutural. Rejane é vencedora do Prêmio Engenho Mulher, edição 2024”, conta Kátia Cubel, que dirige o Prêmio Engenho. A solenidade trará outras surpresas, protagonizadas por mulheres que lideram iniciativas em suas respectivas áreas, entre elas a estilista Ana Paula Ávila, da Confraria, e a presidente da Abrabe e líder do programa de economia circular Glass is Good, Cristiane Foja. A cerimônia acontece na segunda, dia 25 de maio, numa solenidade para convidados, no Museu de Arte de Brasília.

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