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Grupo Seu Estrelo apresenta novo disco na Asa Sul nesta quinta (16)

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O disco ‘Exu Monumental’, do grupo Seu Estrelo, conta com participações especiais dos cantores Ellen Oléria e Marcus Moraes, ambos do DF, e do Mestre Nico, de Pernambuco, entre outros. Foi lançado em 2021, mas ainda não tinha sido distribuído presencialmente | Foto: Mike Senna/Divulgação

Ceilândia e Taguatinga são as próximas cidades a receberem o show; ‘Exu Monumental’ homenageia o poeta TT Catalão

Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno

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O grupo Seu Estrelo apresenta o novo disco Exu Monumental, na Asa Sul, nesta quinta-feira (16). A festa será no estilo ensaio aberto, no Teatro Garagem Sesc 913 Sul. Nos próximos dias 23 e 30 será a vez de o público de Ceilândia e Taguatinga prestigiar o trabalho do grupo brasiliense. Sempre às 19h30 e com entrada gratuita.

O circuito de ensaios abertos começou no Gama, no dia 9 deste mês. A programação compõe o projeto de manutenção do Centro Tradicional de Invenção Cultural, (sede do grupo), fomentado pelo Fundo de Apoio à Cultura, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).

“Chamamos de samba novo com alma de ‘véi’, porque tem as tradições agarradas à gente e, ao mesmo tempo, é um samba novo, com outras experimentações”Tico Magalhães, integrante do Seu Estrelo

Disponível nas principais plataformas de streaming digital, Exu Monumental homenageia o poeta TT Catalão, tendo em vista que era desta forma que o artista se referia ao Eixo Monumental. A coletânea musical conta com participações especiais dos cantores Ellen Oléria e Marcus Moraes, ambos do DF, e do Mestre Nico, de Pernambuco, entre outros. O disco foi lançado em 2021, mas, devido à pandemia, ainda não tinha sido distribuído presencialmente.

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A primeira faixa do álbum, Coroa Vermelha, composta por Isabella Meneses, é uma homenagem a Santo Antônio e ao orixá Exu e única música do disco tocada no ritmo ijexá. As demais são tocadas no ritmo criado pelo grupo, o samba pisado, compostas por seus próprios integrantes. Há ainda duas releituras: Balão, de Júlia Carvalho (DF) e Maísa Arantes (DF), e Preta, do Cordel do Fogo Encantado (PE).

“Chamamos de samba novo com alma de ‘véi’, porque tem as tradições agarradas à gente e, ao mesmo tempo, é um samba novo, com outras experimentações”, explica um dos responsáveis pelo grupo Seu Estrelo, Tico Magalhães. Com a apresentação em formato de ensaio aberto, o espaço para ir além na música é ainda maior. “Nesse formato, conseguimos conversar com as pessoas, fazer brincadeiras e até experimentar coisas novas no samba”, conta.

Serviço
Divulgação do disco Exu Monumental do Grupo Seu Estrelo
– Quinta (16): 19h30 – Teatro Garagem Sesc 913 sul
– Dia 23: 19h30 – Teatro Paulo Autran Sesc Taguatinga Norte
– Dia 30: 19h30 – Teatro Newton Rossi Sesc Ceilândia

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Acampamento Terra Livre inicia atividades do Abril Indígena, em Brasília (DF)

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A programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, além de apresentar respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia.

 

Considerado um mês de mobilização nacional, resistência e visibilidade para os povos indígenas do país, o Abril Indígena tem início com a realização do Acampamento Terra Livre, em Brasília (DF). Com o tema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”, o ATL 2026 ocorrerá entre os dias 5 e 11 de abril, no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). A mobilização é uma iniciativa da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).

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Em sua 22ª edição, a programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, ao mesmo tempo em que apresenta respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia. A mobilização está dividida em cinco eixos: A Resposta Somos Nós; Nosso Futuro Não Está à Venda; Nossa Luta Pela Vida!; Terra Demarcada, Brasil Soberano e Democracia Garantida; e Diga ao Povo que Avance!.

 

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No dia 6 de abril, lideranças de todas as regiões do país debaterão a violência vivida durante a ditadura militar na plenária “Memória, Verdade e Justiça para os Povos Indígenas”. A mesa é organizada pelo Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas, iniciativa que tem como propósito ampliar o debate público sobre a justiça de transição para os povos originários e, principalmente, formular uma proposta de instituição de uma Comissão Nacional Indígena da Verdade (CNIV).

 

No dia seguinte, a programação será marcada pela marcha “Congresso inimigo dos povos: nosso futuro não está à venda”. Em 2026, ao menos seis propostas anti-indígenas tramitam no Congresso Nacional, como a PEC 48 (Marco Temporal); PDLs contra demarcações (717/2024, 1121/2025, 1126/2025 e 1153/2025); o GT de Mineração em TIs; o PL 6050/2023 (Exploração Econômica); e o PL 6093/2023 (PL do Agro).

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Já no dia 8, o movimento indígena fortalece sua atuação em espaços internacionais como parte de uma estratégia política de resistência e articulação, na plenária “Do território tradicional ao cenário global: o movimento indígena brasileiro na luta socioambiental”. Além da mesa, a APIB também promoverá um encontro entre lideranças indígenas e embaixadas, bem como um encontro de comunicadores indígenas da Guatemala e do Brasil.

 

As eleições de 2026 também farão parte dos debates do Acampamento Terra Livre, na mesa “Campanha Indígena: a resposta para transformar a política somos nós”. A plenária ocorrerá no dia 9 e leva o nome do manifesto publicado pela APIB no ano passado, no qual reafirma o compromisso de seguir com a Campanha Indígena e o projeto de aldeamento da política. “Não existe agenda climática sem protagonismo político indígena”, diz trecho da carta.

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Além da Campanha Indígena, o dia 9 será marcado pela marcha “Demarca Lula: Brasil soberano é terra indígena demarcada e protegida”. Segundo a APIB, até o mês de março deste ano, cerca de 76 Terras Indígenas estão prontas para serem homologadas e aguardam apenas a assinatura do presidente Lula. Outras 34 dependem do ministro da Justiça para a emissão da portaria de declaração.

 

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A programação do acampamento se encerra com a plenária e a leitura do documento final, no dia 10 de abril. Os dias 5 e 11 serão reservados para chegada e retorno das delegações aos seus territórios. Acesse a programação completa aqui: Link .

 

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) lançou uma campanha de arrecadação para o acampamento. Para contribuir, basta acessarhttps://www.apiboficial.org/apoie/ . As doações podem ser feitas por cartão de crédito ou boleto bancário. Também é possível doar via Pix pelo e-mail apoinmebra @ gmail.com (Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo – Banco Bradesco).

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Sobre o ATL

 

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Há 22 anos, o ATL reúne, na capital federal, milhares de lideranças indígenas das cinco regiões do país para denunciar violações de direitos, incidir sobre o poder público e defender seus territórios.

 

No ano de 2025, o ATL reuniu mais de 9 mil indígenas em Brasília. Com o tema “APIB somos todos nós: em defesa da Constituição e da vida”, a mobilização celebrou os 20 anos de luta e conquistas da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil.

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Em sua carta final, o acampamento reforçou a defesa dos direitos territoriais e o protagonismo indígena na agenda climática global. “Nossa ciência e sistema ancestral, expressos na agroecologia, nas economias indígenas, na gestão coletiva dos territórios e na nossa relação espiritual com a Mãe Natureza, preservam a biodiversidade, todas as formas de vida, incluindo os mananciais, e sustentam sistemas alimentares saudáveis e equilibrados. Por isso, demandamos a retomada imediata das demarcações de todas as terras indígenas no Brasil como uma política climática efetiva, além do financiamento direto para a proteção integral dos nossos territórios e dos nossos modos de vida.”

 

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Sobre a APIB

 

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A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) é uma instância de referência nacional do movimento indígena, criada de baixo para cima. Ela reúne sete organizações regionais indígenas (Apoinme, ArpinSudeste, ArpinSul, Aty Guasu, Conselho Terena, Coiab e Comissão Guarani Yvyrupa) e foi criada para fortalecer a união dos povos indígenas, a articulação entre as diferentes regiões e organizações, além de mobilizar contra ameaças e agressões aos direitos indígenas.

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