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Veja a lista dos vencedores do Oscar 2023

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A cerimônia do Oscar 2023 ocorre, neste domingo (12/3), no Dolby Theater, em Los Angeles

Santi Visalli/Getty Images
O mundo do cinema conhece, neste domingo (12/3), os grandes vencedores do Oscar 2023. Os nomes escolhidos pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas serão anunciados em cerimônia no Dolby Theater, em Los Angeles (Estados Unidos), a partir das 20h.

Veja a lista de vencedores do Oscar 2023

Melhor atriz coadjuvante

Hong Chau, A Baleia
Kerry Condon, Os Banshees de Inisherin
Angela Bassett, Pantera Negra: Wakanda para Sempre
Jamie Lee Curtis, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Stephanie Hsu, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

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Melhor ator coadjuvante

Barry Keoghan, Os Banshees de Inisherin
Brendan Gleeson, Os Banshees de Inisherin
Brian Tyree Henry, Passagem
Judd Hirsch, Os Fabelmans
Ke Huy Quan, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

Melhor roteiro adaptado

Entre Mulheres
Glass Onion: Um Mistério Knives Out
Living
Nada de Novo no Front
Top Gun: Maverick

Melhor roteiro original

Os Banshees de Inisherin
Os Fabelmans
Tár
Triângulo da Tristeza
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

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Melhor figurino

Babilônia
Elvis
Pantera Negra: Wakanda para Sempre
Sra. Harris Vai a Paris
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

Melhor canção original

Sofia Carson – Applause”(de Tell it Like a Woman)
Lady Gaga – Hold My Hand (de Top Gun: Maverick)
Rihanna – Lift Me Up (de Pantera Negra: Wakanda Para Sempre)
Naatu Naatu (de RRR)
Son Lux – This is a Life (de Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo)

Melhor trilha sonora

Volker Bertelmann, por Nada de Novo no Front
Justin Hurwitz, por Babilônia
Carter Burwell, por Os Banshees de Inisherin
Son Lux, por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
John Williams, por Os Fabelmans

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Melhor som

Avatar: O Caminho da Água
Batman
Elvis
Nada de Novo no Front
Top Gun: Maverick

Melhor curta-metragem

An Irish Goodbye
Ivalu
Le Pupile
Night Ride
The Red Suitcase

Melhor curta-metragem em animação

O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo
The Flying Sailor
Ice Merchants
My Year of Dicks
An Ostrich Told Me the World Is Fake and I Think I Believe It

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Prime Video/Divulgação
Ricardo Darín dá vida ao promotor Julio Strassera, no filme Argentina, 1985

Melhor filme internacional

Argentina, 1985 (Argentina)
Close (Bélgica)
EO (Polônia)
Nada de Novo no Front (Alemanha)
The Quiet Girl (Irlanda)

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Melhor documentário

All That Breathes
All the Beauty and the Bloodshed
Fire of Love
A House Made of Splinters
Navalny

Melhor documentário em curta-metragem

Como Cuidar de um Bebê Elefante
Haulout
The Martha Mitchell Effect
How Do You Measure a Year?
Stranger At The Gate

Melhor direção de arte

Avatar: O Caminho da Água
Babilônia
Elvis
Os Fabelmans
Nada de Novo no Front

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Melhor fotografia

Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades
Elvis
Império da Luz
Nada de Novo no Front
Tár

Melhor montagem

Os Banshees de Inisherin
Elvis
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Tár
Top Gun: Maverick

Melhor animação longa-metragem

Pinóquio por Guillermo del Toro – VENCEDOR
Marcel the Shell with Shoes On
Gato de Botas 2: O Último Pedido
A Fera do Mar
Red: Crescer É uma Fera

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Melhores efeitos visuais

Avatar: O Caminho da Água
Batman
Nada de Novo no Front
Pantera Negra: Wakanda para Sempre
Top Gun: Maverick

Melhor Cabelo e Maquiagem

A Baleia
Batman
Elvis
Nada de Novo no Front
Pantera Negra: Wakanda para Sempre

A24/Divulgação
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Imagem colorida do filme Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo - Metrópoles

Filme Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo é do estúdio A24 e desponta como favorito ao Oscar

Melhor atriz

Cate Blanchett (Tár)
Ana de Armas (Blonde)
Andrea Riseborough (To Leslie)
Michelle Williams (Os Fabelmans)
Michelle Yeoh (Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo)

Melhor ator

Austin Butler (Elvis)
Colin Farrell (Os Banshees de Inisherin)
Brendan Fraser (The Whale)
Bill Nighy (Living)
Paul Mescal (Aftersun)

Melhor direção

Martin McDonagh (Os Banshees de Inisherin)
Daniel Kwan e Daniel Scheinert (Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo)
Steven Spielberg (Os Fabelmans)
Todd Field (Tár)
Ruben Östlund (Triângulo da tristeza)

Divulgação
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Imagem colorida do filme Nada de Novo no Front - Metrópoles

Nada de Novo no Front, filme de guerra da Netflix

Melhor Filme

Nada de Novo no Front
Avatar: O Caminho da Água
Os Banshees de Inisherin
Elvis
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Os Fabelmans
Tár
Top Gun: Maverick
Triângulo da Tristeza
Entre Mulheres

Saiba como funciona o Oscar!

Matéria em atualização

Fonte: Metropoles
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“Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” encerra circulação nacional em Brasília, na Sala Martins Pena, celebrando o retorno ao território onde o espetáculo nasceu

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Com dramaturgia, direção e atuação de Cláudia Andrade, a peça, em cartaz em 28 de fevereiro e 1º de março, propõe experiência cênica visual sensível sobre o feminino, a finitude e os pré conceitos arraigados na sociedade

O espetáculo “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” retorna a Brasília para o encerramento oficial de sua turnê, reafirmando a capital federal como território de criação, partida e chegada desta obra que estreou no Distrito Federal, em 2025, e circulou pelo Espírito Santos, Minas Gerais e São Paulo. As duas últimas apresentações acontecerão no Teatro Nacional Cláudio Santoro – Sala Martins Pena, um dos palcos mais simbólicos da cena cultural brasileira, em 28 de fevereiro e 1º de março. Os ingressos estão à venda pelo Sympla.

Idealizado por Cláudia Andrade, artista e agente cultural reconhecida por transitar por diferentes movimentos, projetos e linguagens artísticas, o espetáculo se constrói a partir de uma narrativa cênica contemporânea que integra artes visuais, videoarte e recursos audiovisuais. O resultado é uma experiência cênica de forte dimensão imagética, dedicada a investigar os caminhos do feminino, a maturidade, os jogos de poder, a hipocrisia entranhada na sociedade, a finitude e os contrastes sociais da existência humana. “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” marca ainda a estreia de Cláudia Andrade na dramaturgia, ampliando sua trajetória como atriz, diretora e produtora, com a colaboração na direção do professor e diretor João Antônio.

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“Trilhar caminhos próprios, fora dos padrões impostos pelo sistema e pela família, não é simples. É desafio, e o que move e alimenta a alma. Chegar aos 63 anos fazendo o que sempre sonhei e construí é o meu Olimpo pessoal. Circular pelo Brasil com esta realização é um gesto de resistência e transgressão. É luta contínua, atravessada por dor e superação, mas também por missão e regozijo. É arte que toca, provoca e transforma. Sem a arte, não vivemos: apenas sobrevivemos. Como diria Nietzsche, ‘Nunca é alto o preço a se pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo’.”, afirma Claudia.

Ao longo da circulação, o espetáculo realizou 11 apresentações. A turnê integra o projeto “Resistência nos Trilhos – Remontagem & Circulação”, contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (FAC-DF), ampliando o acesso ao teatro contemporâneo e promovendo o encontro da obra com públicos diversos em contextos socioculturais distintos.  A circulação passou por Ceilândia (DF), no Teatro Sesc Newton Rossi; Vitória (ES), na Casa da Música Sônia Cabral; Belo Horizonte (MG), no Palácio das Artes – Teatro João Ceschiatti e São Paulo (SP), no Teatro Ruth Escobar – Sala Dina Sfat.

A cena, o processo e o diálogo com o público

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Cláudia Andrade (Gimena) divide a cena com Eloisa Cunha (Silvia) Genice Barego (Gaivota), atrizes também 50+. A remontagem apresentada ao longo da circulação revela um trabalho mais maduro, fruto do aprofundamento das personagens e da escuta atenta do público em cada cidade. A encenação incorpora ainda videoarte e videomapping de Aníbal Alexandre, iluminação de Lemar Rezende e trilha sonora original de Mateus Ferrari, compondo uma obra híbrida que cruza linguagens e amplia as possibilidades da cena contemporânea.

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Além das apresentações, a circulação de “Trilhas” também se destaca pelo compromisso com a acessibilidade e a inclusão. O projeto inclui sessões com intérprete de Libras e audiodescrição, além de ações sociais voltadas a estudantes da EJA, pessoas com deficiência visual e integrantes de projetos sociais. Ao final de cada espetáculos, a plateia é convidada para participar de uma bate-papo com as artistas.

Há, ainda, espaço para ações sociais, a exemplo da que acontece em Brasília com a sugestão da meia entrada solidária, mediante a doação de um pacote/lata de leite em pó em benefício da ONG Vida Positiva.

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E a trajetória da peça não se encerra com o fechar das cortinas. Em abril haverá oficinas e debate sobre os desafios da circulação teatral no Brasil. Essas ações reforçam o caráter público e democrático do projeto, que entende o teatro como ferramenta de encontro, reflexão e transformação social.

Origem e trajetória

O texto surgiu em 2017, a partir da oficina Caminhos, com o dramaturgo Maurício Arruda. A montagem foi desenvolvida com consultoria dramatúrgica de Fernando Villar, análise técnica e preparação de elenco de Humberto Pedrancini e, na versão atual, colaboração na direção do professor e diretor João Antônio, com mais de seis décadas de atuação no teatro brasileiro.

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A qualidade da produção se revela no próprio percurso artístico do espetáculo. Lançada em 2022, a obra retornou aos palcos em menos de três anos, o que evidencia não apenas o interesse do público, mas a força criativa e a maturidade da autora já em sua primeira peça. Por onde passou, Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol foi elogiada pela potência e delicadeza de seu texto, que constrói uma dramaturgia autoral a partir de uma colagem sensível de fragmentos literários, referências musicais e extratos de textos de diferentes autores e tradições.

Essa fusão de vozes e linguagens cria uma narrativa profunda e contemporânea, capaz de provocar identificação imediata e forte impacto emocional. Nascido em Brasília e projetado para o Brasil, o espetáculo afirma-se como uma experiência singular, marcada pela escuta atenta do público e pela repercussão calorosa que acompanha cada nova apresentação.

O retorno à cidade onde o espetáculo nasceu, carrega um significado especial. Encerrar a circulação na Sala Martins Pena é mais que um fechamento de ciclo artístico. A ocupação da sala por uma produção local reforça a importância da política pública de cultura, da continuidade dos projetos artísticos e da valorização dos equipamentos culturais históricos.

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Sobre Cláudia Andrade

Cláudia Andrade é uma artista plural, com mais de 40 anos de dedicação às artes cênicas, ao audiovisual e à produção cultural. Jornalista e comunicóloga formada pela Universidade de Brasília (UnB), construiu uma trajetória internacional que transita por diferentes territórios da criação: atriz, bailarina, performer, diretora, dramaturga, produtora executiva, gestora de projetos, repórter, apresentadora, locutora e mestre de cerimônias de grandes eventos.

Poliglota, buscou oportunidades no exterior e usufruiu dessa experiência vivendo em países como Estados Unidos, França, Itália, Alemanha e Suíça, onde teve a oportunidade de colaborar com companhias e diretores de reconhecimento mundial, aprofundando seu olhar artístico e sua capacidade de diálogo entre culturas.

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Experiências intensas e diversas a levaram dos palcos e bastidores do teatro brasileiro aos estúdios de cinema internacionais, e vice-versa. Atuou em produções de grandes estúdios como Paramount, Gaumont, Zoetrope (de Francis Ford Coppola) e de astros como Michael Jackson. Sua presença se estende ainda por produções da Cineccità, TV Globo e Conspiração Filmes, além de coberturas jornalísticas para veículos internacionais como ABC, CBS, PBS, Reuters e France 3.

Em sua formação como artista cênica, Cláudia investiu na diversidade de linguagens. Passou pela dança com Yara de CuntoRosália PieLuiz MendonçaRussel Clark e Miranda Garrison, dentre outros. Adentrou na palhaçaria, teatro físico e performance com mestres e mestras do Brasil e de outros países, dentre eles John MowatDarina RoblesCarla ConkáRubens Velloso e Violeta Luna. 

Despertada pelo interesse de também poder construir suas narrativas, cursou oficinas de roteiro e dramaturgia com o diretor alemão Ansgar Ahles, o dramaturgo argentino Santiago Serrano, e o diretor e dramaturgo Maurício Arruda, mentor de Trilhas. Nos palcos e no cinema, seja como atriz, bailarina ou performer, esteve sob a direção de grandes nomes como Hugo RodasFernando VillarIrmãos GuimarãesMaura BaiochiMarcelo Lujan, Susan Scalan, Greydon Clark, Tommy Lee Wallace, Lyndall Hobbs, e mais recentemente com Péterson Paim, contracenando com Letícia Sabatela. Cada experiência contribuiu para a construção de uma visão ampla, inovadora e sensível sobre a cena teatral e suas possibilidades.

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Tanta estrada culminou em “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol”, onde colocou à prova toda esta proposta polivalente, chamando para si a responsabilidade como idealizadora, dramaturga, diretora e atriz do espetáculo. Cláudia também se destaca pela criação e gestão de projetos culturais de grande impacto, aprovados em editais e fomentos como o FAC-DF. Sua carreira é marcada pela conexão entre linguagens — teatro, dança, audiovisual e festivais — sempre com a arte no centro como ferramenta de transformação social.

Mais do que uma artista, Cláudia Andrade é uma tecelã de experiências, que costura histórias, culturas e olhares em obras que celebram a beleza, a diversidade e o poder do encontro.

SERVIÇO:

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Espetáculo: Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol

Sessões:
28/02 – Sábado – 20h – com Audiodescrição e bate-papo com as artistas ao final do espetáculo

01/03 – Domingo – 19h – com Libras

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Local: Sala Martins Pena – Teatro Nacional Cláudio Santoro

Ingressos: Sympla e link na Bio Instagram: @trilhasespetaculo

Inteira: R$20

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*Meia: R$10

Linguagens: artes cênicas, artes visuais e audiovisual

Gênero: comédia dramática

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Duração: 80 minutos

Classificação indicativa: 16 anos

*além dos casos garantidos por lei, a meia entrada também valerá mediante a doação de 1 pacote/lata de leite em pó (beneficiária: ONG Vida Positiva)

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