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‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’ domina o Oscar com sete estatuetas
O filme, que conta as aventuras de uma dona de lavanderia sino-americana que deve lutar contra uma supervilã do multiverso
“Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, uma obra extravagante de ficção científica no multiverso, dominou os prêmios da Academia de Hollywood neste domingo (12), vencendo sete estatuetas, entre elas a de melhor filme.
“Eu tinha muita fé na nossa história”, disse o diretor Daniel Kwan, ao receber o principal prêmio da noite ao lado do co-diretor Daniel Scheinert, do produtor Jonathan Wang e de um elenco majoritariamente asiático.
O filme, que conta as aventuras de uma dona de lavanderia sino-americana que deve lutar contra uma supervilã do multiverso que acaba sendo uma versão de sua filha, também ganhou as estatuetas nas categorias Direção, Atriz, Roteiro Original, Edição e Ator e Atriz Coadjuvantes.
Michelle Yeoh, que nasceu na Malásia, fez história como a primeira asiática a ganhar o Oscar de melhor atriz.
“Esta é uma luz de esperança e possibilidades. Esta é a prova de que os sonhos se tornam realidade, e mulheres, nunca deixem ninguém dizer que vocês já passaram do seu auge”, afirmou Yeoh, 60, em seu discurso.
Jamie Lee Curtis (abaixo), que foi coroada melhor atriz coadjuvante ao superar Angela Bassett, outra veterana de Hollywood, comemorou homenageando seus pais, os famosos atores Janet Leigh (“Psicose”) e Tony Curtis (“Acorrentados”), indicados, mas que nunca venceram um Oscar.

Com o Oscar de melhor ator coadjuvante, o vietnamita-americano Ke Huy Quan, que na década de 1980 estrelou filmes de sucesso como “Indiana Jones e o Templo da Perdição” e “Os Goonies”, selou uma comovente volta por cima após anos afastado das telonas por não encontrar papéis.
“Minha jornada começou em um navio. Passei um ano em um campo de refugiados. E, de alguma forma, acabei aqui no maior palco de Hollywood (…) Para todos vocês, continuem sonhando”, afirmou emocionado ao receber a estatueta.
Em outro emocionante retorno às telonas, Brendan Fraser ganhou o Oscar de melhor ator por sua atuação em “A Baleia”.
“Comecei neste negócio há 30 anos e as coisas não foram fáceis para mim”, disse ele à beira das lágrimas. “Obrigado por este reconhecimento.”
O filme alemão “Nada de Novo no Front”, uma nova adaptação cinematográfica do clássico romance homônimo sobre a Primeira Guerra Mundial, ganhou o Oscar de melhor filme internacional com sua mensagem antiguerra.
“Momento inesquecível”

A cerimônia começou com uma homenagem a um dos filmes de maior bilheteria do ano, “Top Gun: Maverick”. Dois caças sobrevoaram Los Angeles enquanto as maiores estrelas da cidade encontravam seus assentos no Teatro Dolby.
O anfitrião da premiação, o comediante Jimmy Kimmel, não perdeu tempo dedicando boa parte de seu monólogo de abertura a brincar sobre a agressão de Will Smith a Chris Rock no palco após uma piada sobre o cabelo da esposa do ator.
Após ‘o tapa’, Smith voltou ao palco para receber a estatueta de melhor ator.
“Se alguém neste teatro cometer um ato de violência a qualquer momento durante o show, receberá um Oscar e poderá fazer um discurso de 19 minutos”, brincou Kimmel.
A primeira estatueta da noite foi dada a “Pinóquio de Guillermo del Toro” como melhor filme de animação.
“Naatu Naatu” e Lady Gaga
Um dos momentos mais emocionantes dos primeiros 90 minutos da cerimônia foi a apresentação de “Naatu Naatu”, hit do filme indiano “RRR”, indicado ao prêmio de melhor canção original.
Com coreografias vibrantes e mais de 20 dançarinos, os cantores Rahul Sipligunj e Kaala Bhairava incendiaram o palco.

Lady Gaga, que chegou à gala apesar de inicialmente confirmar que não participaria, cantou “Hold my Hand” de “Top Gun: Maverick”. E Rihanna encantou com “Lift me Up”, de “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”.
A cerimônia ocorreu sem incidentes e contou com uma “equipe de crise” nos bastidores para controlar qualquer acontecimento que fugisse do roteiro.
© Agence France-Presse
Fonte: Jornal de Brasilia
Entretenimento
PRÊMIO ENGENHO MULHER SERÁ NO DIA 25 DE MAIO
Vencedoras são escolhidas por um Júri de 7 Mulheres Jornalistas
A Cerimônia de Entrega do Prêmio Engenho Mulher – Reconhecimento a Quem nos Transforma está marcada para o dia 25 de maio, no Museu de Arte de Brasília. Neste ano, a premiação chega à quarta edição. A principal missão da premiação é dar visibilidade a mulheres que transformam o mundo a sua volta por meio de iniciativas de alto impacto na sociedade. No ano passado, as vencedoras foram Gina Vieira, Joice Marques e Rosane Garcia e seus projetos maravilhosos.
As vencedoras são escolhidas por um Júri qualificado e independente composto por sete mulheres jornalistas. A premiação foi instituída e é presidida pela jornalista Kátia Cubel. “Dar visibilidade, incentivo e apoio é um dos pilares para o fortalecimento de lideranças femininas”, dia Kátia Cubel. “O Prêmio Engenho Mulher abre espaço para a valorização da mulher, o fomento da equidade de gênero, o empoderamento feminino, o empreendedorismo social e as iniciativas criadas por mulheres para fortalecer a cidadania”, acrescenta ela.
PRÊMIO ENGENHO MULHER
Reconhecimento a Quem nos Transforma
4ª edição em 2026
Cerimônia de Premiação: 25 de maio, no Museu de Arte de Brasília.
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