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Projeto “ADASA NA ESCOLA” é homenageado e conta com presença do Diretor Presidente Raimundo Ribeiro

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ADASA PARTICIPA DE EVENTO EM HOMENAGEM ÀS ESCOLAS DO CAMPO NO DISTRITO FEDERAL

Nesta quarta-feira (19/04), a Agência de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) participou, por meio do projeto Adasa na Escola, de evento da Secretaria de Educação (SEEDF) que destacou a importância do trabalho realizado pelas escolas do campo.

Denominado “Os quatro elementos e a vida no campo”, a celebração aconteceu na escola Kanegae, no Riacho Fundo 1, e contou com a presença do Diretor Presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, da secretária de educação, Hélvia Paranaguá, do Deputado Distrital João Hermeto, do administrador do Riacho Fundo Fernando Guimarães e de profissionais e alunos da educação do campo.

Durante a cerimônia, a Adasa distribuiu bonés e pela primeira vez expôs a maquete das bacias hidrográficas que ilustra o uso da água no Distrito Federal.

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Com o boné do Guardião da Água, Raimundo Ribeiro salientou a importância do cuidado com esse recurso hídrico. “Água é mais importante que petróleo, sem água não é possível viver” e concluiu, “água e escola se misturam”.

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Na ocasião, a secretária de educação também destacou o papel do professor, “nada é mais mágico que o milagre da alfabetização, ninguém sobrevive ao mundo sem passar pela mão de um professor”.

A instituição que tiver interesse em realizar parcerias e conhecer mais o Adasa na Escola deve acessar o site www.adasanaescola.df.gov.br, onde também é possível baixar o material didático do programa.

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Assessoria de Comunicação e Imprensa (ACI)
61 3966-7514 / 7507 ou 3961-4972 / 4909 / 5084
aci@adasa.df.gov.br

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CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA

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Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.

A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.

A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.

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O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.

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Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.

Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.

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É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.

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