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Nikole Lima reassume comando de um dos principais noticiários da TV Brasília

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O presidente do Correio, Guilherme Machado, celebra a contratação: parte de um grande projeto – (crédito: Ed Alves/CB/DA.Press)

Jornalista é a mais nova integrante da equipe da TV Brasília. Recebida calorosamente pelo público e colegas de trabalho, ela reassume o comando de um dos principais noticiários da emissora, que terá novidades a partir do dia 24

João Carlos Silva*

 A TV Brasília, uma das principais emissoras de televisão da capital, fez uma contratação de peso. A experiente e renomada jornalista Nikole Lima é a mais nova integrante da casa, para a qual retorna, onde começou a carreira, há 11 anos. Com uma vasta bagagem profissional, ela assume o comando do novo DF Alerta, do qual foi âncora entre 2017 e 2020. O programa estreia dia 24, cheio de novidades. “Quando voltamos, sempre é vontade de fazer melhor, diferente, e sempre informar, mas sem perder a leveza”, comentou.

A contratação de Nikole tem como objetivo fortalecer a cobertura de notícias de Brasília e Entorno. A expertise dela como apresentadora e a capacidade de abordar temas complexos e relevantes são uma adição valiosa ao time, que busca sempre estabelecer um vínculo sólido com os telespectadores. “A TV Brasília tem a cara da cidade e fala pelo povo. Agora entramos em uma nova fase, baseada na integração, e ela representa isso. Com certeza, será uma parceria de sucesso”, ressaltou Guilherme Machado, presidente do Correio Braziliense.

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Dessa forma, a chegada da jornalista à tradicional emissora traz expectativas positivas, não só para os telespectadores, que contarão com uma cobertura jornalística ainda mais ampla, mas para toda a equipe. Patrício Macedo, gerente de jornalismo da TV Brasília, é um dos que estão empolgados com a volta da colega de trabalho. Para ele, a comunicadora é uma das mais abrangentes vozes do DF na luta pelo espaço das mulheres e na representação da voz do público.

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“Nikole sintetiza a construção coletiva de um grupo preocupado em cuidar bem das pessoas. Num projeto pensado para derrubar os muros do preconceito e naturalizar o debate sobre tabus que ainda precisam ser superados — como a violência de gênero e a repressão ao poder feminino —, ela é essa voz firme, que veio ocupar, ampliar e consolidar a força das mulheres. Ao fazer isso com ousadia e leveza, Nikole transcende o lugar comum dos programas policiais para tocar corações e mentes livres. É nossa representatividade de dores, angústias, medos, sonhos, esperanças, insegurança urbana e o combate à ausência do poder público”, pontuou Patrício.

Recebida com flores e aplausos na emissora, Nikole não conteve a emoção de estar de volta ao local onde construiu e consolidou a carreira na televisão. “Estou emocionadíssima com essa recepção. Não esperava nada menos do que isso, porque o Patrício sempre fez questão de acolher, de deixar a gente num ambiente seguro e de fazer com que a gente se sinta especial e único. Isso fez total diferença durante toda a minha caminhada na TV Brasília”, disse, emocionada, a âncora do novo DF Alerta.

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Compromisso

Com estilo incisivo, Nikole Lima é conhecida por ir além das manchetes. Ela busca trazer à tona histórias que impactam a sociedade e provocam reflexão acerca dos principais temas da capital. E esse trabalho dedicado e comprometido começou desde cedo.

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Nascida em Araxá (MG), Nikole Lima, 32 anos, se mudou para Brasília, em 2007, para cursar a faculdade de jornalismo. Ela tinha o sonho de trabalhar na televisão. Foi então que, em 2009, a mineira chegou à TV Brasília como estagiária, aos 19 anos, ficando 11 anos na emissora, onde ficou conhecida por bordões como “Vai, que eu tô te vendo” e “Só vem!”.

Depois de um tempo trabalhando como repórter de madrugada, a jornalista começou a apresentar o DF Alerta, onde ficou por três anos. “Essa caminhada me fez ser a profissional e a pessoa que eu sou hoje. Eu saí daqui pronta para fazer qualquer coisa dentro do jornalismo. Tudo isso foi uma construção que eu tive aqui durante esses 11 anos”, afirmou.

*Estagiário sob a supervisão de José Carlos Vieira

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Fonte; Correio Brasiliense

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Exposição “Uma Mulher é Uma Mulher” ocupa o DF com arte urbana e narrativas femininas

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Projeto ganha a cidade a partir de 8 de março e transforma muros e redes em território de escuta, diversidade e afirmação

Depois de quase um ano de escuta, encontros, afetos e criação coletiva, Uma Mulher é Uma Mulher inaugura oficialmente sua exposição em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, tendo a cidade como galeria. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e coproduzido pela Pitanga e Rovit Filmes, o projeto transformará muros, esquinas e trajetos cotidianos em território de afirmação, diversidade e reflexão sobre o feminino. Quem passar a caminho do trabalho, quem esperar o ônibus, quem atravessar a rua distraído poderá ser impactado por figuras femininas diversas. É uma exposição que não pede silêncio, mas presença. Não exige ingresso, mas disponibilidade para olhar.

A construção do projeto começou em maio de 2025, quando foi lançada uma chamada pública que mobilizou 41 mulheres do Distrito Federal. Após etapas de análise de perfis, escutas individuais e entrevistas aprofundadas, foram escolhidas oito protagonistas que representam diferentes gerações, identidades e experiências de vida.

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Mais do que um processo técnico de produção de fotos, vídeos e murais, a trajetória desses meses foi marcada por encontros. Cada ensaio foi precedido por conversas longas, partilhas de memória, trocas sinceras e construção de confiança entre equipe e participantes. Houve tempo para ouvir, acolher e compreender as camadas de cada história antes de traduzi-las em imagens”, relata Waléria Gregório, idealizadora, diretora criativa e responsável pela fotografia do projeto.

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Ao lado de Thaís Holanda, cineasta que assina o audiovisual; e Didi Colado, artista urbana responsável pelos lambe-lambes e grafites espalhados pelo Distrito Federal, ela consolidou com as participantes uma relação de afeto e entrega mútua. E o que se verá nas ruas e nas plataformas digitais não será apenas resultado estético, mas o desdobramento de vínculos construídos com respeito, sensibilidade e profundidade.

As oito protagonistas são:

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Amanda Nery, que transformou experiências de violência e maternidade precoce em e construção afetiva e autonomia.

Caju, cabeleireira que fez do salão um espaço de escuta, identidade e emancipação, rompendo padrões estéticos e sociais.

Fernanda Torres, mãe atípica e sobrevivente do câncer, que ressignificou o cuidado e hoje floresce como símbolo de recomeço.

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Flor Furacão, mulher trans, artista e mãe, que ocupa espaços historicamente negados e afirma a existência como ato político.

Issa Meguer, atriz e modelo de 69 anos, que enfrenta o etarismo e reafirma que potência feminina não tem prazo de validade.

Joyce, artista que vive com anemia falciforme e construiu na arte um caminho de autonomia e presença.

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Malinha, jovem fotógrafa periférica que transforma vivência em linguagem visual e abre caminhos para outras meninas.

Jesus Feitosa, costureira que atravessou gerações sustentando família e futuro com linha, agulha e resistência.

A cidade como galeria

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Ao longo do mês de março, serão instalados 16 painéis de lambe-lambe e 2 grafites nas regiões administrativas Guará, Águas Claras, Taguatinga e Vicente Pires. Cada obra conta com um QR Code que direciona para o Instagram e para o site oficial do projeto, com recursos de acessibilidade, ampliando a experiência da rua para o ambiente digital.

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A proposta é simples e potente: provocar o encontro. Quem é essa mulher? O que ela está fazendo aqui? O que a história dela revela sobre nós? A cidade vira galeria. O Instagram torna-se extensão da rua. A imagem se transforma em pergunta.

Paralelamente, a exposição virtual apresentará vídeos, ensaios fotográficos e conteúdos criativos sobre a trajetória de cada mulher, publicados semanalmente. A cada semana, uma protagonista ocupará as redes, convidando o público a aprofundar o olhar.

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Ao final desse processo, as mulheres participantes deixarão de ser apenas personagens, tornando-se referências simbólicas de um movimento que reafirma que as mulheres são múltiplas, legítimas, plurais e estão em permanente construção.

Compartilhamento de saberes

Como parte do compromisso com formação e democratização do acesso à arte, o projeto oferecerá três oficinas gratuitas voltadas exclusivamente para mulheres, conduzidas pelas próprias artistas do projeto: Waléria Gregório, Didi Colado e Thaís Holanda.

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As atividades acontecerão em 28 e 29 de março, com inscrições abertas entre 16 e 21 de março, por meio do site oficial. As oficinas ampliam o diálogo do projeto para além da exposição, fortalecendo a presença feminina nos campos da fotografia, do vídeo e da arte urbana.

 

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