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Saúde

Vale a fama? Entenda como o whey protein te ajuda a queimar gordura

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Unsplash

O whey protein é rico em aminoácidos essenciais, vitaminas e antioxidantes, auxiliando na imunidade, saciedade e até no emagrecimento

Um produtinho fit que vem ganhando ascensão na ciência é a proteína do soro do leite, conhecida como whey protein. Esse composto pode ser considerado um item saudável por conter aminoácidos essenciais, vitaminas, minerais e antioxidantes, auxiliando na imunidade, saciedade e até no emagrecimento.

Getty ImagesMulher bebendo whey protein em coqueteleira - Metrópoles
O whey protein é, de fato, aliado da boa forma

Para quem quer perder gordura, seguindo um planejamento alimentar adequado com a prática de atividade física regular, ele pode ser aquela cerejinha do bolo que vai dar um empurrãozinho no objetivo. A forma que ele auxilia se deve justamente pelas dietas com maior teor de proteínas ajudarem na redução da gordura.

As proteínas fornecem mais saciedade, previnem a perda muscular e estimulam o gasto energético diário, favorecendo as dietas baixas em calorias.

O whey pode ser uma opção prática para ajudar a complementar o valor de proteína nas refeições em que você não consegue atingir a quantidade ideal do nutriente. É comum que as pessoas tenham dificuldade de ingerir proteínas em refeições específicas, como nos lanches fora de casa. Assim, utilizar o whey é uma forma prática de atingir a necessidade proteica, mantendo a qualidade da dieta.

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A gordura abdominal é perigosa Getty Images

Mas antes de sair ingerindo whey sem orientações, é necessário ter em mente que você precisa saber a sua necessidade proteica diária, que é calculada utilizando o peso. Além da quantidade proteica diária, é necessário que essa quantidade esteja fracionada em pelo menos três refeições.

Com a quantidade de proteína bem estabelecida, é viável que a perda de gordura ocorra de forma mais eficiente em relação àqueles que estão falhando na ingestão desse nutriente. Por isso, se está com dificuldade de ingerir proteínas, converse com seu nutricionista sobre a possibilidade de incluir suplementos proteicos na rotina.

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(*) Thaiz Brito é nutricionista pós-graduanda em Nutrição Esportiva Clínica

Fonte: Metropoles
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Saúde

Banho muito quente pode prejudicar a pele e afetar a pressão arterial

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Especialista do IgesDF orienta sobre cuidados para evitar ressecamento, crises alérgicas e outros desconfortos comuns nesta época do ano.
Por Jurana Lopes
Frio, banho muito quente e pele ressecada costumam andar juntos nesta época do ano. O que poucos sabem é que a água em temperaturas elevadas também pode agravar doenças dermatológicas e provocar alterações na pressão arterial. Para evitar esses problemas, especialista do Instituto de Festão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) orienta sobre hábitos simples que ajudam a proteger a saúde durante o inverno.
A pele conta com uma barreira natural que ajuda a manter a hidratação e protege o organismo contra agentes externos. Quando submetida à água muito quente, essa camada protetora é removida com mais facilidade, deixando o tecido mais sensível e vulnerável. Os efeitos costumam aparecer rapidamente, com sintomas como coceira, descamação, ardência e aspecto esbranquiçado.
A alergista e imunologista do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), Danubia Michetti Sasaki, explica que o calor excessivo remove a camada lipídica responsável pela proteção natural da pele.
“Os banhos quentes e prolongados estão entre os principais gatilhos para crises de dermatite atópica e episódios de coceira intensa. O ideal é optar por banhos rápidos, com água morna, além de utilizar sabonetes adequados e manter a pele bem hidratada”, orienta.
O ressecamento intenso também pode causar pequenas rachaduras, facilitando a entrada de bactérias e fungos e aumentando o risco de infecções. Pessoas com doenças dermatológicas, como dermatite atópica, psoríase e alergias cutâneas, costumam sofrer ainda mais com esses efeitos.
Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), a dermatite atópica, doença crônica que provoca inflamação e ressecamento da pele, afeta até uma em cada cinco crianças e cerca de 3% dos adultos brasileiros. Nessa época do ano, os sintomas tendem a se intensificar, principalmente em razão dos banhos quentes e demorados.
Os efeitos não ficam apenas na pele
Os riscos dos banhos muito quentes não se limitam à saúde dermatológica. A água em temperatura elevada faz os vasos sanguíneos se dilatarem, fenômeno conhecido como vasodilatação. Essa reação pode provocar queda da pressão arterial e aumento dos batimentos cardíacos.
“Essa alteração pode provocar tontura, sensação de fraqueza, mal-estar e até desmaios, principalmente em idosos e pessoas com pressão naturalmente baixa. Além disso, o choque térmico ao sair de um ambiente aquecido para outro mais frio pode elevar a pressão arterial de forma repentina”, alerta Danubia.
Para reduzir os riscos, a especialista recomenda que os banhos tenham duração máxima de dez minutos e sejam realizados com água morna, próxima à temperatura corporal. O uso de sabonetes também deve ser moderado, concentrando-se principalmente nas axilas, pés e região íntima.
Segundo a médica, medidas simples podem contribuir para a prevenção de problemas de saúde nos meses mais frios.
“O banho faz parte dos cuidados diários com a saúde. Ajustar a temperatura da água, evitar longos períodos sob o chuveiro e manter a hidratação adequada são medidas simples que ajudam a prevenir desconfortos e complicações nesta época do ano”, destaca.
Cuidados simples ajudam a proteger a saúde no inverno
  • Prefira banhos mornos e rápidos;
  • Evite o uso excessivo de sabonetes, especialmente os muito perfumados;
  • Aplique hidratante logo após o banho;
  • Mantenha a ingestão de água ao longo do dia, mesmo sem sentir sede;
  • Evite esfregar a pele com força durante a secagem;
  • Redobre a atenção com crianças, idosos e pessoas que convivem com doenças dermatológicas.
Pessoas que apresentarem coceira intensa, descamação, rachaduras na pele ou episódios frequentes de tontura e mal-estar devem procurar avaliação médica em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência. Após consulta e exames, caso haja necessidade, o paciente poderá ser encaminhado para atendimento especializado.
Fotos: Divulgação / IgesDF
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