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Lei Aldir Blanc turbina a cultura popular, diz secretária do MinC

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Segundo Márcia, editais do Cultura Viva totalizam R$ 61 milhões – (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Segundo Márcia Rollemberg, à frente da pasta de Cidadania e Diversidade Cultural, Lei Aldir Blanc destinará mais de R$ 61 milhões para programa que fomentará grupos e iniciativas de pequeno porte

A retomada do programa Cultura Viva, pelo Ministério da Cultura (Minc), passará por um plano de investimento com recursos provenientes da Lei Aldir Blanc. Entrevistada de ontem do CB.Poder Especial — parceria entre o Correio Braziliense e TV Brasília —, a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, Márcia Rollemberg, explicou que a pasta, com os dois novos editais para o Cultura Viva que totalizam mais de R$ 61 milhões, fomentará produções e grupos culturais que valorizam e estimulam a diversidade.

Ela detalhou os editais para a retomada do Cultura Viva — que são o fomento a 46 pontos de cultura e o Edital Sérgio Mamberti, que premiará 1.117 agentes, entidades e coletivos das culturas populares e tradicionais, culturas indígenas, diversidade cultural e pontos de cultura.

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A secretária comparou o Cultura Viva à atenção básica no Sistema Único de Saúde (SUS), ao afirmar que o programa compõe uma base de conhecimentos e perpetuação da cultura brasileira ao amparar outras iniciativas. “Está ali como está para o SUS a atenção básica, como está para o ensino a educação materna-infantil e a fundamental, no sentido de ser a camada da universalização de acesso. E reforça a valorização de saberes e de práticas culturais que, muitas vezes, não tiveram o devido valor. Quando a gente apresenta o Brasil para o mundo, a gente sempre o apresenta por meio da cultura popular. Só que, geralmente, não é a cultura popular o maior objeto de financiamento”, lamentou.

*Por Henrique Fregonasse – Estagiário sob a supervisão de Fabio Grecchi

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Fonte: Correio Brasiliense

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Dia Internacional da Mulher (8 de março) – Mulheres na Política: Cotas, Representatividade e o Futuro Eleitoral de 2026

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Em ano eleitoral, o próximo dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher – é a oportunidade ideal para debater a importância estratégica das mulheres na política brasileira. Com as eleições de 2026 se aproximando, temas como as lutas históricas pelo sufrágio e igualdade, a efetividade das cotas de gênero (que garantem 30% de candidaturas femininas), os desafios de financiamento e visibilidade, e o posicionamento partidário das mulheres ganham urgência. Como as mulheres devem se posicionar no campo político para ampliar sua influência e transformar o Congresso e as assembleias em espaços mais representativos?

À disposição para entrevistas, debates e mesas-redondas: Tatiane Fabíola , presidente do Podemos Mulher DF. Líder experiente no empoderamento feminino na política local, Tatiane traz expertise sobre a representatividade feminina no Distrito Federal e no Brasil.

– A relevância das cotas e sua implementação prática nos partidos.
– O papel das mulheres nos partidos como agentes de mudança em 2026.
– Estratégias para reforçar a presença feminina no cenário eleitoral, combatendo desigualdades históricas.
– Exemplos de conquistas e desafios no Podemos Mulher DF.

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“Essa pauta reforça a necessidade de mais mulheres na política para uma democracia plena – o momento pede para ampliarmos o debate!”, reforça a presidente do Podemos Mulher DF, Tatiane Fabíola.

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