Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Politica

Reunião entre Aziz e Marina acaba em constrangimento: ‘retrograda’

Publicado em

A ministra Marina Silva foi alvo de críticas e cobranças feitas pelo senador Omar Aziz (PSD-AM) e pelo gorvenador do Amazonas, Wilson Lima (União-AM). (Foto: Fernando Donasci/MMA).

O senador Omar Aziz criticou a atuação da ministra Marina Silva sobre a BR-319 na frente de outros políticos

Danyelle SilvaDanyelle Silva

A reunião no Palácio do Rio Negro, sede do governo amazonense, foi palco de constrangimento para a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, que foi alvo de críticas e cobranças feitas pelo senador Omar Aziz (PSD-AM) e pelo governador do Amazonas, Wilson Lima (União-AM).

Os parlamentares cobraram a ministra sobre a conclusão das obras da BR 319, que liga Manaus a Porto Velho, e dispararam críticas a Marina. Pareceres do Ibama vetam o asfaltamento da rodovia por causa do impacto socioambiental que será provocado.

“Retrógrada”, foi assim que Aziz chamou Marina Silva, na frente de todos. Segundo o senador, o pensamento sobre a BR-319 “é a mesma que a de 20 anos atrás”. Azzi ainda disse que é preciso olhar a condição dos moradores da região e que os governos locais trabalham na preservação ambiental.

Leia Também:  Quatro aprovações em 24 horas: a ofensiva conservadora na Câmara

“Vai morrer peixe (se construir a BR-319)? E os homens? E o povo do Amazonas….Ninguém tem o direito de privar o Amazonas….Deem o jeito de vocês e fiscalizem. Botem o Exército todo lá”, completou. O parlamentar também cobrou diálogo. “A gente precisa de interlocução, sentar e discutir”, alega.

Advertisement

Azzi foi ovacionado pela plateia amazonense pelo menos três vezes, os aplausos foram dados nos momentos em que o senador defendeu as obras nas rodovias e quando criticou diretamente a atuação da ministra do Meio Ambiente.

Outros ministros ali presentes, não reagiram durante o discurso crítico.

Segundo relatos de políticos presentes, o governador Wilson Lima compactuou com a fala de Aziz e disse que, se a BR-319 estivesse funcionando, não haveria gente morrendo.

Advertisement

Versão da Ministra 

Em entrevista coletiva, logo após a reunião, Marina Silva afirmou que o projeto da BR-319 é complexo e ainda não atende a todos os requisitos definidos pela área ambiental do governo. “O Ibama não age para facilitar ou dificultar. Ele atende a critérios técnicos com o objetivo principal de preservar o meio ambiente. Cabe ao órgão analisar se concede ou não a licença”, disse.

Leia Também:  Justiça Restaurativa de Rondonópolis inicia atividades do ano com círculo de paz entre facilitadores

Marina ressaltou que pela terceira vez sendo ministra, a BR-319 continua na mesma situação.

Advertisement

“Eu deixei o governo em 2008. Se a BR fosse fácil de fazer, nesses quinze anos talvez tivesse sido feita…A estrada já tem um trecho que foi aberto. Parte dela possui navegabilidade e outra parte, sobretudo na área florestada, não”, completou.

Fonte: Diário do Poder

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Politica

Restaurante adota escala 5×2 e testa novo modelo de gestão de jornada no setor de alimentação

Published

on

Implementação prioriza qualidade de vida dos colaboradores e eficiência operacional; grupo pretende expandir modelo para todas as unidades até 2026 sem aumento de quadro de pessoal

 

A cadeia de restaurantes Gurumê iniciou a implementação da escala de trabalho 5×2 — modelo no qual o colaborador trabalha cinco dias e descansa dois consecutivos — em seis unidades da rede. A iniciativa começou como projeto piloto em junho de 2025 na unidade do Rio Sul, no Rio de Janeiro, e foi posteriormente expandida para outras operações, incluindo Brasília. A empresa afirma que a mudança foi motivada principalmente pela busca de melhor qualidade de vida para os colaboradores, além de ganhos de eficiência na gestão de pessoas.

A adoção do modelo ocorre em paralelo ao debate legislativo sobre jornadas de trabalho no país. Embora ainda não exista obrigatoriedade legal para a escala no setor de alimentação fora do lar, a rede decidiu antecipar a discussão e testar o formato em suas operações.

Advertisement

Restaurantes operam sob uma lógica distinta de setores tradicionais da economia. A maior parte do faturamento se concentra em noites e fins de semana, o que historicamente leva a escalas fragmentadas e jornadas irregulares.

Esse modelo de trabalho contribui para níveis elevados de rotatividade e dificuldades de retenção de profissionais qualificados — um desafio recorrente em toda a indústria de alimentação fora do lar.

Nos últimos anos, empresas do setor passaram a revisar políticas de jornada e benefícios como parte de estratégias de gestão de talentos e sustentabilidade operacional, buscando reduzir custos de turnover e melhorar a experiência do funcionário.

Advertisement

Detalhes da implementação

No Gurumê, a escala 5×2 foi inicialmente proposta por Flávio Fernandes, Restaurateur da unidade Rio Sul da rede e apresentada à liderança do grupo e às áreas internas de Jornada e Gente & Gestão, que aprovaram a realização de um piloto operacional.

Como os restaurantes registram picos de movimento aos fins de semana, o modelo adotado pela rede distribui as folgas ao longo da semana, garantindo dois dias consecutivos de descanso sem comprometer a operação.

Leia Também:  HUB participa do maior mutirão de saúde da mulher na história do SUS

“Nos restaurantes, os dias de maior faturamento são justamente os fins de semana. Organizamos a escala para que os colaboradores tenham dois dias seguidos de descanso durante a semana, mantendo a cobertura nos períodos de maior movimento”, afirma Wilkys Ohara, Restauranter da unidade ParkShopping.

Advertisement

Segundo ele, o principal objetivo da mudança foi melhorar a qualidade de vida dos profissionais.

“A motivação foi olhar para o bem-estar do colaborador. Com dois dias consecutivos de descanso, o profissional consegue se recuperar melhor fisicamente e mentalmente, além de organizar sua vida pessoal, estudos e compromissos familiares.”

De acordo com a empresa, a implementação do novo modelo ocorreu sem aumento do QLP (quadro de lotação de pessoal). A reorganização das escalas foi feita por meio de ajustes na gestão de jornada e redistribuição de turnos.

Advertisement

Internamente, a rede afirma observar sinais de melhoria em indicadores de clima organizacional, além de menor queda de desempenho ao final das jornadas de trabalho.

Indicadores operacionais

A unidade do Gurumê no ParkShopping, em Brasília, registra indicadores relevantes desde sua abertura, em 2024. Em aproximadamente dois anos de operação, o restaurante:

  • Serviu mais de um milhão de pratos

  • Atendeu mais de 187 mil clientes atendendo mais de 140 mil pedidos

  • Gerou 90 empregos diretos

  • Movimentou 110 empregos indiretos na cadeia de fornecedores e serviços

Segundo a empresa, a nova escala contribui para reduzir a queda de produtividade ao final das jornadas e para manter níveis mais consistentes de atendimento ao cliente.

Advertisement

Além dos efeitos operacionais, a empresa afirma que o modelo vem apresentando resultados positivos na área de recursos humanos, especialmente em satisfação interna e retenção de profissionais.

A lógica é simples: jornadas previsíveis e dois dias consecutivos de descanso permitem que funcionários planejem compromissos pessoais, estudos e atividades familiares com maior antecedência.

“Quando as escalas ficam mais equilibradas, os profissionais conseguem organizar melhor sua vida fora do trabalho. Isso aumenta a satisfação com a empresa e reduz o turnover”, afirma Ohara.

Advertisement

 

Atualmente, cinco unidades do Gurumê já operam com o novo formato de jornada. O grupo pretende ampliar gradualmente o modelo para todas as casas da rede até o final de 2026, caso os resultados operacionais e de gestão de pessoas se mantenham positivos.

A iniciativa busca criar um padrão de jornada que combine previsibilidade para os colaboradores e estabilidade operacional para as unidades.

Advertisement

Se confirmados os ganhos de produtividade e retenção, a experiência pode servir como referência para outras operações do setor de alimentação fora do lar, que buscam equilibrar performance econômica, gestão de pessoas e qualidade de serviço.

 

Gurumê – onde a gastronomia japonesa encontra a alma brasileira.

Advertisement

O Gurumê é um consagrado restaurante de culinária oriental contemporânea, conhecido por sua qualidade excepcional e ambiente sofisticado. Com uma variedade de pratos deliciosos e uma experiência gastronômica única, o Gurumê conquista o paladar de seus clientes em todo o país.

 

Em dois anos de operação, a unidade do ParkShopping serviu mais de um milhão de pratos, gerando 90 empregos diretos e 110 empregos indiretos, atendendo mais de 187 mil pessoas.

Advertisement

 

Canais oficiais:
Site: www.gurume.com.br
Instagram: @gurume_oficial
Aplicativo: Gurumê (App Store e Google Play)

 

Advertisement

Gurumê Brasília

Onde: ParkShopping Brasília-Setor de Áreas Isoladas (SAI/SO) Área 6580-Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA Sul) Brasília – DF

 

Advertisement

Horário de funcionamento:

De segunda a quinta das 12h às 23h

Sexta e sábado, das 12h às 00h

Advertisement

Domingo, das 12h às 22h

 

Reservas:  (61) 3550-4055

Advertisement

Crédito: João Macêdo/Agência MiThi

Legenda: Equipe da unidade do Gurumê no ParkShopping, em Brasília. A operação reúne profissionais de cozinha, salão e gestão em um modelo de jornada 5×2, adotado pela casa para equilibrar desempenho operacional e qualidade de vida dos colaboradores — estratégia que busca reduzir rotatividade e sustentar o crescimento do restaurante no mercado de alimentação fora do lar.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA