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Collab brasiliense: Lucila Pena e Barreto apresentam a coleção Romance

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Lucila e Tainah Barreto se uniram para um compilado que manifesta o DNA das duas marcas, com calçados de couro legítimo e costurados à mão

papete romance lucila barreto preta - metrópoles

A visibilidade nacional foi conquistada, mas o brilho da própria cidade nunca deixou de ser mais especial. A marca brasiliense Lucila lança, nesta quarta-feira (13/12), a coleção-cápsula Romance, em parceria com a Barreto Shoes, também da capital. De couro legítimo e costurados à mão, os calçados exalam a visão descontraída e delicada gerada pela colaboração entre as etiquetas.

Vem conferir!

LUCILA/Barreto Shoes/Divulgaçãopapetes romance lucila barreto cores - metrópoles
Diferentes modelos da coleção-cápsula

Lucila Pena, fundadora da marca que leva o próprio nome, é conhecida por designs que capturam o lado afetivo da moda e que conquistaram enorme público em anos de atividade. Fashionistas como Fernanda Paes Leme, Thássia NavesMari MariaDuda Beat e Narcisa Tamborindeguy são algumas das personalidades que vestiram a label brasiliense.

O novo capítulo na história, iniciada em 2016, é o drop Romance, com papetes, rasteirinhas e saltos altos que representam uma descoberta no catálogo da Lucila ao lado de Tainah Barreto. “Fiz pijamas, óculos, acessórios… sapatos eram a próxima fronteira, e embarcar nesse universo ao lado de uma grande amiga é um grande presente”, destaca a designer.

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LUCILA/Barreto Shoes/Divulgaçãosalto alto romance lucila barreto cores - metrópoles
Maximalismo está entre as peças
Pedro Iff/MetrópolesLucila Pena
Lucila Pena é uma das estilistas que são referência em Brasília
Wey Alves/Metrópoles
Tainah Barreto comanda a marca de calçados

Moda local e Lucila

Lucila Pena é entusiasta do mercado da moda em que está inserida, o brasiliense, e crê no potencial criativo para impactar o cenário nacional. “A cidade é um caldeirão de criatividade, ela te força a inventar, a inovar. Me sinto absolutamente sortuda por produzir arte de Brasília, para Brasília”, celebra.

Não é a primeira vez que a marca colabora com a Barreto Shoes. No primeiro semestre de 2023, a bota Lucila foi a primeira experiência dessa união de mentes, resultando em um sucesso que perdura. O resultado positivo levou Lucila e Tainah a trabalharem juntas mais uma vez, com uma coleção-cápsula que fosse, segundo a estilista, “atual ao mesmo tempo que eterna, com muita identidade e personalidade”.

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LUCILA/Barreto Shoes/Divulgaçãopapete romance lucila barreto preta - metrópoles
Descontração e romance caracterizam o lançamento
LUCILA/Barreto Shoes/Divulgação
Papetes estão disponíveis em prateado, preto e rosa
LUCILA/Barreto Shoes/Divulgaçãorasteirinha romance lucila barreto preta - metrópoles
O desenho de coração está presente em cada calçado de uma forma

Um longo trabalho minucioso em busca de criatividade, conforto e estilo gerou Romance. A novidade contempla um mix de jovialidade e qualidade que promete ser mais um acerto das empresas de moda.

A diretora criativa Tainah Barreto também falou sobre a atuação conjunta: “Foi um projeto a quatro mãos, o produto reflete o DNA das duas marcas. Pautamos a coleção na ideia do coração, representado em todas as peças de alguma forma diferente. São peças atemporais e extremamente exclusivas, fruto de um processo muito fluido e sinérgico”.

O lançamento oficial da coleção-cápsula correrá nesta quarta-feira (13/12), na Loja Bloom, na QI 11 do Lago Sul. Lucila Pena e Tainah Barreto receberão os clientes das 11h às 19h.

LUCILA/Barreto Shoes/Divulgaçãopapete romance lucila barreto prata - metrópoles
Os corações foram foco desde o início do processo criativo
LUCILA/Barreto Shoes/Divulgaçãopapete romance lucila barreto preta - metrópoles
A colaboração une qualidades das duas marcas
LUCILA/Barreto Shoes/Divulgaçãosalto alto romance lucila barreto cores - metrópoles
Collab Lucila e Barreto: diversão e pegada conceitual

Moda Brasília

coluna deu início à série Moda Brasília em 2021. Toda semana, apresentamos marcas, designers e etiquetas locais, a fim de dar ênfase à moda criada no Distrito Federal, no Centro-Oeste.

O objetivo é compilar iniciativas e empresas que atuam em prol da cadeia produtiva regional de maneira criativa, sustentável e inovadora. Os nomes são selecionados de forma independente pela equipe da coluna, a partir de critérios como diferencial de mercado, pioneirismo e ações que valorizem a comunidade.

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Fonte: Metropoles
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Moda

ABDI e Senai lançam projeto para inovar a indústria da moda no DF

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Proposta é ampliar a oferta de mão de obra qualificada para atender às novas demandas tecnológicas do setor, melhorar processos produtivos e estimular criação de novos negócios

 

Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF) lançam, nesta sexta-feira, 27/3, o projeto Indústria da Moda DF, voltado a impulsionar a inovação e fortalecer a cadeia produtiva do vestuário no DF. Com investimento de R$ 3,95 milhões, o programa oferecerá 480 vagas em cursos gratuitos de qualificação profissional e promoverá ações de estímulo ao empreendedorismo e de modernização tecnológica das confecções locais.

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A proposta é ampliar a oferta de mão de obra qualificada para atender às novas demandas tecnológicas da indústria da moda, melhorar os processos produtivos e estimular a criação de novos negócios no setor. O projeto também prevê vivências em empresas de confecção e atividades voltadas à inovação e à qualificação produtiva.

 

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O lançamento será realizado às 16 horas, na unidade do Senai em Taguatinga. Na ocasião, serão apresentados dois editais: um destinado à inscrição de alunos interessados em participar dos cursos e outro voltado a instituições que queiram integrar a iniciativa como parceiras na oferta da formação. A expectativa é que as primeiras turmas tenham início ainda no primeiro semestre deste ano.

 

Segundo o presidente da ABDI, Ricardo Cappelli, o projeto busca enfrentar gargalos históricos do setor no DF. “A cadeia do vestuário tem grande importância econômica e social no DF, com forte presença de micro e pequenas empresas e de mulheres na geração de trabalho e renda. Ao formar profissionais, aproximar essa mão de obra das empresas e estimular novos negócios, o projeto cria oportunidades de inclusão produtiva e fortalece a competitividade da indústria da moda”, afirma.

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Do total investido, R$ 3,46 milhões serão aportados pela ABDI, enquanto R$ 481,9 mil correspondem à contrapartida do Senai-DF.

 

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Cursos gratuitos

 

O programa oferecerá cinco cursos profissionalizantes gratuitos, com carga total de 420 horas, nas áreas de:

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  • Costura Industrial
  • Costura Sob Medida
  • Modelagem Computadorizada
  • Moda Praia
  • Corte de Peças

As aulas serão realizadas nas unidades do Senai de Taguatinga e do Gama, além de dois institutos comunitários parceiros em diferentes regiões administrativas do DF.

 

Neste mês, serão abertas 80 vagas para os cursos de qualificação profissional de Costureiro Industrial e de Costureiro Sob Medida, cada um com carga horária de 260 horas-aulas. As inscrições, que abrem em 27 de março, poderão ser feitas on-line pelo site do projeto até 28 de abril. Se a quantidade de interessados superar o número de vagas, o Senai-DF ordenará os excedentes em uma lista de espera, conforme a sequência das inscrições.

 

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A iniciativa tem como público pessoas em situação de vulnerabilidade, com foco na geração de renda e na inserção produtiva. Ao final da formação, os participantes receberão certificação do Senai-DF.

 

Vivência em empresas e incentivo ao empreendedorismo

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Após a conclusão dos cursos, 50 alunos poderão participar de vivências, empreendedora ou profissional em empresa do setor de confecção.

 

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Na empreendedora, os alunos participantes irão, durante o período de três meses, com carga horária de 240 horas, atuar em grupo no desenvolvimento de uma nova marca a ser lançada. O Senai-DF dará apoio para elaboração do conceito, produção e venda dos produtos. Os alunos selecionados para a vivência empreendedora irão receber um auxílio financeiro no valor de R$ 552,00 a cada 80 horas.

 

Outra frente será a vivência profissional, voltada a alunos interessados que queiram atuar em uma empresa do setor de moda. A atividade terá duração de um mês, cerca de 160 horas. Estes também receberão bolsa de R$ 552,00 a cada 80 horas.

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O projeto conta ainda com a criação de um marketplace digital, onde os participantes poderão comercializar peças produzidas durante a formação e nas atividades de empreendedorismo.

 

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Modernização das confecções

 

O projeto Indústria da Moda DF também prevê consultorias e apoio técnico para empresas do setor, com foco na modernização dos processos produtivos, modelagem digital e inovação produtiva.

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Os institutos comunitários parceiros que sediarão os cursos poderão contar com equipamentos de costura e estrutura produtiva, entre eles botoneira eletrônica, caseadeira reta eletrônica, máquinas de costura reta e de ponto conjugado, além de mesas de passar industriais, mini caldeiras portáteis, mesa de corte industrial e manequins profissionais.

 

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Caso mantenham a oferta de cursos gratuitos após o término do programa, esses equipamentos poderão permanecer nas instituições.

 

Segundo Claudia Alves, analista de Produtividade e Inovação da ABDI, a parceria com institutos comunitários é estratégica para ampliar o acesso à qualificação profissional tecnológica em diferentes regiões do DF. “Essas instituições já têm forte presença nas comunidades e desempenham um papel fundamental na mobilização e permanência dos alunos nos cursos”, destaca.

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“O Indústria da Moda é um projeto importante para o setor do vestuário porque trabalha em duas vertentes que se complementam: aperfeiçoa e moderniza as linhas de produção e qualifica profissionais”, afirma o diretor regional do Senai-DF, Marco Secco. “Ao trabalhar as duas linhas de forma complementar, o Indústria da Moda trará como resultado a inclusão socioprodutiva e um setor mais eficiente, que produzirá com maior qualidade”, complementa.

 

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Necessidade de formação profissional

 

O setor de vestuário do DF reúne cerca de 6 mil empresas, concentradas principalmente em Taguatinga, Ceilândia e Plano Piloto, que somam 57% dos estabelecimentos do segmento.

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De acordo com levantamento do Sindicato das Indústrias do Vestuário do DF (Sindiveste), 70% das empresas são microempreendedores individuais, e quase metade possui entre um e cinco empregados.

 

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Apesar do crescimento do mercado, o setor enfrenta déficit de cerca de 1.800 profissionais qualificados, especialmente costureiras industriais. Em 2024, o varejo de moda no DF cresceu 5,8%, ampliando a demanda por produção local e mão de obra especializada.

 

 

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CRÉDITOS:
foto: Divulgação

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