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Policiais resgatam mulher sequestrada por ex-companheiro em Taguatinga

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Polícia Militar resgata mulher sequestrada por ex-companheiro – (crédito: Divulgação/PMDF)

A vítima foi abordada e coagida a entrar no veículo. A PMDF conseguiu interceptar o veículo em Samambaia Norte

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) resgatou uma mulher que havia sido sequestrada pelo ex-companheiro, na manhã deste sábado (16/12), quando o Rádio Patrulhamento recebeu a informação de que a vítima tinha sido abordada e coagida a entrar em um Fiat Pálio, no Setor Primavera, em Taguatinga.

Os agentes fecharam o cerco nas prováveis rotas de fuga do sequestrador e, minutos após o acionamento, conseguiram interceptar o veículo em Samambaia Norte. O homem chegou a desobedecer a ordem de parada, o que não impediu a captura do criminoso, que foi detido e encaminhado para a delegacia para registro da ocorrência.

Ao ser abordado, nada foi encontrado com o homem, mas uma foi localizada no interior do veículo. A vítima relatou aos policiais que o autor do crime é seu ex-companheiro, que havia instalado um rastreador no carro da mulher e monitorava todos os seus deslocamentos.

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A vítima também relatou que constantemente era ameaçada pelo homem, que enviava fotos de arma de fogo para ela.

Ela contou que o criminoso a abordou no Setor Primavera, armado com uma faca e que, durante o percurso, ele a agrediu.

Na altura da Quadra 204 de Samambaia, em uma tentativa de escapar do sequestro, a vítima chegou a pular do veículo. No entanto, o agressor novamente a pegou e a colocou de volta no carro.

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Fonte: Correio Brasiliense

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Mulheres vítimas de violência doméstica no DF podem solicitar o Aluguel Social

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Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.

 

Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas.

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Critérios para solicitar o benefício

⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha

⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social

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⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência

⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar

⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia

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⇒ Residir no Distrito Federal

⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos

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⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher.

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Como solicitar

O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026.

 

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Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia.

O que é necessário durante o recebimento

Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário.

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Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares.

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Como funciona a prorrogação

O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo.

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Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador

A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência.

 

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