Policiais
Mulher é morta a tiros enquanto conversava com amigo em frente a casa
Dayane Isabel Roncari, de 33 anos, já havia sido presa por atropelar e matar uma jovem por motivos de ciúmes do ex-namorado em 2018 (Crédito: Reprodução/EPTV)
Uma mulher de 33 anos foi morta após levar ao menos dez tiros na frente de uma casa enquanto conversava com um amigo no bairro Jardim Bela Vista em Ribeirão Preto (SP), cidade que fica a cerca de 314 quilômetros da capital paulista, durante a noite do domingo, 4. A vítima, Dayane Isabel Roncari, de 33 anos, já havia sido presa por atropelar e matar uma jovem por motivos de ciúmes do ex-namorado em 2018. As informações são do jornal EPTV 1ª Edição.
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De acordo com as autoridades, o caso é investigado como uma execução, já que 30 cápsulas de bala foram encontradas no local do crime. Uma testemunha afirmou que Dayane estava sentada com um amigo dela em uma mureta no momento em que dois homens encapuzados desceram de um veículo e dispararam contra a vítima após gritarem “polícia”. Entretanto, tal fato não comprova envolvimento de agentes das forças de segurança na ação.
Em 2018, Dayane terminou um relacionamento de mais de um ano com um homem e na mesma semana, viu o ex-companheiro com a moto dela levando uma jovem de 18 anos que havia conhecido naquele dia na garupa do veículo. Ao observá-los, a mulher teria perseguido e atropelado ambos, matando a vítima e deixando o ex-parceiro com ferimentos e uma fratura exposta.
A mulher foi presa após permanecer na cena do crime e contar aos policiais que tudo não se passava de um acidente. Entretanto, testemunhas afirmaram que Dayane discutiu com o ex-namorado enquanto ele estava ferido no chão. Em 2021, o ex-companheiro foi assassinado em Ribeirão Preto após ser baleado enquanto sentava em uma calçada no que as autoridades acreditam se tratar de uma execução. Ainda não se sabe se os fatos estão correlacionados.
Fonte: IstoÉ
Policiais
Em dois anos, pobreza dá lugar a desenvolvimento social e 17,4 milhões de pessoas ascendem de classe
De acordo com estudo da FGV, renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. Foto: Estevam Costa/PR
Estudo da FGV registrou, em 2024, maior nível histórico de ascensão social para as classes A, B e C, registrando um crescimento de 78,18% desde 1976
Em apenas dois anos, 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes sociais A, B e C. Para dar dimensão do volume, a quantidade equivale à população inteira do Equador. O estudo foi realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) de 1976 a 2024.
Segundo a FGV, o ritmo da mudança entre 2022 e 2024 foi 74% mais acelerado que o observado entre 2003 e 2014, período marcado também pela alta ascensão social no país. Nos últimos dois anos, a parcela da população nas classes A, B e C cresceu 8,44 pontos percentuais, sendo 13 a 14 pontos percentuais representados por quem recebe o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
RENDA DO TRABALHO — O diretor da FGV Social e autor do estudo, Marcelo Neri, destacou que a renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. “O ganho de renda do trabalho foi o principal motor de ascensão social da chamada classe média. A regra de proteção do Bolsa Família impulsiona a geração de carteiras de trabalho, que talvez seja o principal símbolo da nova classe média vinda da base da distribuição de renda”, afirmou.
FAIXAS DE RENDA — As classes A, B e C são categorias usadas em estudos socioeconômicos para organizar a população de acordo com a renda familiar. De forma geral, a classe C é associada à classe média, formada por famílias que conseguem atender às necessidades básicas e têm algum poder de consumo, enquanto as classes B e A reúnem faixas de renda mais altas, com maior renda e estabilidade financeira.
Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”
Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
PARTICIPAÇÃO – Em 2024, o Brasil registrou o maior nível histórico de participação da classe média e das classes de maior renda desde 1976. O registro de pessoas nas classes A, B e C juntas chegou a 78,18% acima da média anual. A classe C concentrou 60,97% da população, enquanto as classes A e B somaram 17,21%.
DO LADO DO POVO — O estudo também mostra que as classes D e E atingiram os menores níveis já observados: 15,05% e 6,77%, respectivamente. “Um governo do lado do povo, e não é um jogo de palavras, é mudança para melhor mesmo, para milhões de brasileiros e brasileiras”, reforçou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
Para ele, os resultados mostram a força das políticas sociais, integradas com educação, saúde, e inclusão socioeconômica. “Os mais pobres vêm ganhando oportunidades com o crescimento econômico acima de 3% ao ano, possibilidades de emprego e pequenos e médios negócios, ampliando a renda, aumentando a capacidade de consumo, o que impulsiona o próprio crescimento contínuo da economia”, explicou. “Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”, completou o titular do MDS.
» Os dados estão disponíveis na página oficial da FGV.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
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