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Saúde

Fisioterapia no Centro Obstétrico do Hospital Regional de Santa Maria completa dois anos

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Jurana Lopes
HRSM é o único hospital público do DF que tem fisioterapeuta 24h dentro do CO
A hora do parto é um momento repleto de emoções, um misto de sentimentos diversos, aliado ao medo e à ansiedade de trazer ao mundo uma nova vida. E para tornar a hora do parto ainda mais humanizada, o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) é o único de toda a rede pública de saúde que possui o serviço de fisioterapia 24h dentro do Centro Obstétrico (CO).
Nesta terça-feira (30), a equipe do CO do HRSM se reuniu para um café da manhã especial em comemoração aos dois anos de implantação de Fisioterapia dentro do setor. Desde o dia 1º de maio de 2022, o Centro Obstétrico oferta o serviço de maneira ininterrupta, todos os dias da semana, em todos os plantões. Hoje, o CO conta com oito fisioterapeutas na equipe.
“Desde que a Fisioterapia começou a atuar dentro do CO, o número de partos normais aumentou. O parto se tornou mais humanizado, pois a gestante escolhe a posição mais confortável para ter o seu bebê e aplicamos técnicas não farmacológicas para amenizar a dor, como massagem. Este é o único hospital público do DF que tem fisioterapeuta 24h no Centro Obstétrico”, explica a chefe do serviço de Saúde Funcional do HRSM, Danielle Fontenele.
Segundo ela, graças ao serviço de Fisioterapia dentro do Centro Obstétrico houve redução no número de episiotomias realizadas. Além disso, há um grande índice de mulheres que continuam com seu períneo íntegro após o parto.
Em 2021, antes da implantação do serviço, foram registrados 2064 partos normais e 81 episiotomias. Já em 2022, primeiro ano da Fisioterapia atuando no CO, de 1.999 partos vaginais, foram 41 episiotomias e em 2023, de 1.456 partos normais, apenas 17.
“A paciente é assistida pela equipe de Fisioterapia desde o momento do intraparto, o parto e pós-parto, quando vai para a maternidade pela equipe de saúde da mulher que tem no hospital”, informa Danielle.
A fisioterapeuta Giovanna Cassaro atua no Centro Obstétrico do HRSM e conta que se sente feliz em participar de um momento tão único como o parto e privilegiada por fazer parte da equipe do CO.
“Aqui, trazemos a mulher para ser a protagonista de seu parto. Fazemos com que este momento seja o mais humanizado possível, respeitamos a vontade da gestante e ajudamos a reduzir a dor”, relata.
Fotos: Divulgação/IgesDF
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Saúde

Sintoma comum, tontura pode indicar diferentes doenças e exige investigação

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Campanha nacional, de 20 a 26 de abril, destaca a importância de avaliar o quadro e seus sinais associados; especialista alerta para situações que exigem atendimento médico imediato

 

Você já sentiu tontura ou conhece alguém que tenha passado por isso? Apesar de comum, esse sintoma pode esconder condições importantes e merece atenção. Entre os dias 20 e 26 de abril, a Semana da Tontura 2026, promovida pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) e pela Academia Brasileira de Otoneurologia (ABON), reforça o alerta com o tema “Tontura é coisa séria: sabia que alterações no metabolismo também podem causar tontura?”. A iniciativa busca conscientizar a população sobre a importância de investigar corretamente esse sinal clínico.

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“Muita gente ainda encara como algo simples, mas existem situações que exigem avaliação imediata”, explica a Dra. Naiana Rocha Arcanjo, otorrinolaringologista e otoneurologista do Hospital de Olhos de Pernambuco (HOPE). “Quando surge de forma súbita, intensa ou diferente do habitual, ou vem acompanhada de sintomas como fraqueza, dormência, dificuldade para falar, visão dupla, perda de consciência ou dor de cabeça forte, é fundamental procurar atendimento com urgência”, orienta.

Segundo a especialista, identificar a origem nem sempre é tarefa simples, já que diferentes sistemas do organismo podem estar envolvidos. “Nem sempre o problema está restrito ao labirinto. Sinais como alteração na coordenação, palpitações, sensação de desmaio ou episódios ligados ao estresse podem indicar causas neurológicas, cardíacas, metabólicas ou emocionais”, destaca. “Esses fatores podem inclusive se associar e exigir acompanhamento conjunto com outros profissionais”, completa.

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Para ajudar a população a compreender melhor, ela esclarece diferenças básicas entre termos frequentemente confundidos. “Tontura é um conceito amplo, que engloba várias sensações. Já a vertigem é quando há percepção de giro, enquanto o desequilíbrio está relacionado à dificuldade de se manter em pé ou caminhar”, explica.

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A tentativa de resolver o problema por conta própria é outro ponto de preocupação. “Um erro comum é usar medicamentos sem orientação, acreditando que tudo se resume à ‘labirintite’”, alerta. “Além disso, ignorar sinais associados ou buscar soluções na internet pode mascarar doenças e atrasar o tratamento adequado”, acrescenta.

Os impactos no cotidiano também são relevantes. “Sem o cuidado correto, há risco de quedas, fraturas e acidentes, especialmente entre pessoas mais velhas. Isso compromete diretamente a segurança e a qualidade de vida”, afirma.

Na prática clínica, a investigação envolve diferentes etapas. “O diagnóstico é feito a partir da história do paciente, exame físico e testes específicos. Em alguns casos, solicitamos audiometria, exames vestibulares, laboratoriais ou de imagem, mas nenhum deles, isoladamente, confirma a causa”, esclarece.
Há ainda influência direta dos hábitos diários. “Estresse, ansiedade, noites mal dormidas, alimentação inadequada, sedentarismo e consumo excessivo de cafeína ou álcool podem desencadear ou agravar os episódios”, ressalta.

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Entre idosos, a atenção deve ser redobrada. “Existe um declínio natural do equilíbrio, além do uso de múltiplos medicamentos e presença de doenças associadas. Por isso, qualquer episódio precisa ser valorizado para evitar complicações mais graves”, pontua.

As possibilidades terapêuticas variam conforme o diagnóstico. “Podemos utilizar medicamentos, realizar manobras específicas, indicar reabilitação vestibular e orientar mudanças no estilo de vida. Tudo depende da causa identificada”, afirma.

Como mensagem central da campanha, a especialista reforça a importância da conscientização. “Tontura tem causa, diagnóstico e tratamento. O mais importante é não banalizar, evitar automedicação e buscar avaliação adequada”, finaliza a Dra. Naiana Rocha Arcanjo.

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Crédito: Imagem de freepik

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