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Saúde

Colaboradores do HRSM passam por treinamento sobre Marketing Pessoal e Atendimento Humanizado em Recepções Hospitalares

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Jurana Lopes
Capacitação foi destinada a todos que fazem atendimento inicial ao público
Atender todos os usuários com humanização e empatia. Esse é o objetivo do treinamento “Marketing Pessoal e Atendimento Humanizado em Recepções Hospitalares: aprimorando a experiência do paciente”, ofertado nesta segunda-feira (6) e terça-feira (7) a todos os colaboradores do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) que atuam diretamente com o atendimento ao público.
“A princípio, este curso seria somente para os profissionais da recepção geral. Mas decidimos estender para as equipes de segurança, recepção da Radiologia, enfermeiros da classificação de risco e equipe do Humanizar. Todos eles lidam diretamente com o público e geralmente são quem fazem o atendimento inicial”, explica a chefe do Núcleo de Atendimento (NUATE) do HRSM, Luciara Barros.
Segundo a gestora, foi uma forma de atualizar os profissionais sobre as legislações vigentes, pois é essencial que quem lida diretamente com o público saiba prestar o atendimento com clareza, humanização e acolhimento. Priorizando sempre a empatia, gentileza, respeito às diferenças e à diversidade. Ao término do curso, cada colaborador recebia uma lembrancinha.
De iniciativa do Núcleo de Atendimento do HRSM, sob a gestão da Gerência Administrativa e com apoio da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (DIEP), o curso contou com a participação de aproximadamente 200 colaboradores. Por conta do grande número de participantes e para conseguir abarcar todo mundo sem prejudicar os atendimentos, eles foram divididos em quatro turmas, sendo duas na segunda-feira (6) e duas nesta terça-feira (7). O treinamento ocorreu no auditório do HRSM.
O treinamento abordou questões acerca do marketing pessoal, legislações vigentes, como a determinação para classificação de atendimento preferencial, direito das mulheres de terem um acompanhante em qualquer atendimento em estabelecimento de saúde. A capacitação vai ocorrer em todas as unidades gerenciadas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), tendo início pelo HRSM.
“Hoje, temos um público que às vezes nota uma certa dificuldade por parte destes colaboradores na hora de repassar uma informação. Por isso, a capacitação visa levar novos conhecimentos, aprimorar o que já existe e atualizá-los das legislações, que sofrem alterações contínuas”, explica a analista da DIEP, Grasielle Teixeira.
Vivência na prática
Vieney de Souza é a chefe dos vigilantes e presta serviço no HRSM há mais de 14 anos. Ela conta que sempre tem paciente abordando para tirar dúvidas e pedir informações, muitas vezes até de maneira exaltada, mas que ela sempre preza pelo atendimento cortês e humanizado.
“Achei este treinamento maravilhoso, porque tem muita coisa que mudou e que eu, particularmente, não sabia, como a prioridade para quem é doador de sangue. É sempre bom a gente se atualizar e saber como agir em algumas situações”, avalia.
Para o recepcionista Jhonson Pereira, a capacitação só agrega seus conhecimentos. “É muito bom se atualizar constantemente porque as leis mudam com frequência. Além disso, aqui eles orientaram sobre como devemos nos portar e atender os pacientes, até mesmo com orientações acerca da nossa imagem e postura diante deles”, analisa.
Fotos: Divulgação/IgesDF
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Saúde

Frio pode aumentar dores crônicas e afetar a rotina de pacientes

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Movimento, hidratação e proteção contra as baixas temperaturas ajudam a aliviar desconfortos e preservar a qualidade de vida

 

Com a chegada dos meses mais frios, Cláudia Cordeiro da Silva, de 60 anos, já sabe que precisará adaptar a rotina. Paciente do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) há oito anos, ela convive com fibromialgia e artrose nas mãos e sente no próprio corpo os impactos desse período.

 

“Quando chega esta época, eu já me escondo dentro de casa. Fico encolhida, deitada, porque tudo dói”, relata.
A percepção de Cláudia é compartilhada por muitas pessoas que convivem com doenças crônicas. Com a chegada do inverno, além do aumento dos casos de doenças respiratórias, cresce também a queixa de rigidez muscular, desconforto nas articulações e piora de sintomas já existentes.

 

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Segundo a reumatologista do HRSM, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Rafaela Cruz, essa piora nem sempre está relacionada ao agravamento da doença. Na maioria das vezes, está associada às respostas naturais do organismo diante das temperaturas mais baixas.

 

“A musculatura fica mais rígida e menos elástica, o que pode gerar desconforto durante os movimentos e os alongamentos”, explica a especialista.

 

Além disso, para preservar o calor corporal, o organismo reduz a circulação sanguínea em regiões mais periféricas, como mãos e pés. Essa adaptação pode aumentar a sensibilidade e intensificar a percepção da dor em algumas pessoas.

 

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Rafaela ressalta que a influência do frio varia de indivíduo para indivíduo.
“O frio e a dor são experiências muito subjetivas. Algumas pessoas sentem um impacto maior das baixas temperaturas, enquanto outras praticamente não percebem diferença”, afirma.

Movimento e proteção ajudam a reduzir desconfortos

Durante os meses mais frios, também é comum diminuir a prática de atividades físicas, permanecer mais tempo sentado e evitar sair de casa. No entanto, a redução dos movimentos pode favorecer a perda de mobilidade e intensificar desconfortos já existentes.

 

“Quando nos movimentamos, melhoramos a circulação sanguínea e favorecemos a chegada de oxigênio aos tecidos, inclusive nas extremidades do corpo. Por isso, permanecer ativo e aquecido ajuda a reduzir a rigidez muscular e a sensação de dor”, orienta a médica.

 

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Embora não pratique exercícios físicos regularmente, Cláudia procura manter uma rotina ativa. Sempre que possível, faz seus deslocamentos a pé e adota cuidados simples para enfrentar os dias mais frios.

 

“Eu procuro caminhar quando preciso resolver alguma coisa e nunca saio sem me agasalhar bem. Percebo que, quando me mantenho aquecida e me movimento um pouco mais, as dores ficam mais suportáveis”, conta.

 

Outro cuidado importante, segundo a especialista, é a hidratação. Mesmo com a redução da sensação de sede durante o inverno, o consumo adequado de água continua sendo fundamental para o funcionamento do organismo e para a saúde muscular e articular.

 

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“Com medidas simples, como permanecer ativo, hidratado e protegido do frio, é possível minimizar os efeitos das baixas temperaturas e atravessar o inverno com mais conforto e qualidade de vida”, conclui Rafaela.
Onde buscar atendimento?

 

Pessoas que apresentam dores persistentes nas articulações, músculos ou coluna devem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência para avaliação inicial. Após consulta e exames, caso haja necessidade, o paciente poderá ser encaminhado para atendimento especializado em reumatologia ou outras especialidades da rede pública de saúde.
CRÉDITOS:
Foto: Divulgação/IgesDF
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