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Mulher que estava desaparecida é encontrada enterrada na própria casa

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A vítima foi identificada como a esteticista Michele de Abreu Oliveira. O corpo da mulher tinha sinais de violência

Redação Jornal de Brasília

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS)

A vítima foi identificada como a esteticista Michele de Abreu Oliveira. O corpo da mulher tinha sinais de violência.

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O corpo estava no piso inferior da casa, que tinha dois pavimentos. A delegada Gisele Farias Jerônimo, à frente do caso, diz que, no início das investigações, informações e depoimentos colhidos subsidiaram a representação e expedição do mandado de busca e apreensão na residência da vítima.

A mulher foi encontrada morta na quarta-feira (22), mas a confirmação da identidade só ocorreu nesta quinta (23), conforme informações da polícia.

Marido e filho, um adolescente de 14 anos, são suspeitos do crime. Eles não foram encontrados pela polícia e são considerados desaparecidos. A Polícia Militar do estado informou que o marido se chama Márcio de Oliveira Bigóis, de 46 anos, e é natural de Passo Fundo (RS).

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Michele de Abreu Oliveira chegou a ter uma medida protetiva contra o companheiro anteriormente. Mas, segundo a delegada, a medida foi revogada a pedido da vítima.

INDÍCIOS DE FEMINICÍDIO

Evidências até o momento apontam para feminicídio. A delegada Gisele Farias Jerônimo ressaltou, no entanto, que todas as hipóteses e indícios serão analisados e considerados.

O corpo da vítima passará por perícia. Laudos irão subsidiar o inquérito policial. As investigações prosseguem no sentido de identificar a causa e circunstâncias da morte e a identificação dos envolvidos.

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Fonte: Jornal de Brasilia
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Em dois anos, pobreza dá lugar a desenvolvimento social e 17,4 milhões de pessoas ascendem de classe

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De acordo com estudo da FGV, renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. Foto: Estevam Costa/PR

Estudo da FGV registrou, em 2024, maior nível histórico de ascensão social para as classes A, B e C, registrando um crescimento de 78,18% desde 1976

Em apenas dois anos, 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes sociais A, B e C. Para dar dimensão do volume, a quantidade equivale à população inteira do Equador. O estudo foi realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) de 1976 a 2024.
Segundo a FGV, o ritmo da mudança entre 2022 e 2024 foi 74% mais acelerado que o observado entre 2003 e 2014, período marcado também pela alta ascensão social no país. Nos últimos dois anos, a parcela da população nas classes A, B e C cresceu 8,44 pontos percentuais, sendo 13 a 14 pontos percentuais representados por quem recebe o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
RENDA DO TRABALHO — O diretor da FGV Social e autor do estudo, Marcelo Neri, destacou que a renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. “O ganho de renda do trabalho foi o principal motor de ascensão social da chamada classe média. A regra de proteção do Bolsa Família impulsiona a geração de carteiras de trabalho, que talvez seja o principal símbolo da nova classe média vinda da base da distribuição de renda”, afirmou.
FAIXAS DE RENDA — As classes A, B e C são categorias usadas em estudos socioeconômicos para organizar a população de acordo com a renda familiar. De forma geral, a classe C é associada à classe média, formada por famílias que conseguem atender às necessidades básicas e têm algum poder de consumo, enquanto as classes B e A reúnem faixas de renda mais altas, com maior renda e estabilidade financeira.
Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”

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Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
PARTICIPAÇÃO – Em 2024, o Brasil registrou o maior nível histórico de participação da classe média e das classes de maior renda desde 1976. O registro de pessoas nas classes A, B e C juntas chegou a 78,18% acima da média anual. A classe C concentrou 60,97% da população, enquanto as classes A e B somaram 17,21%.
DO LADO DO POVO — O estudo também mostra que as classes D e E atingiram os menores níveis já observados: 15,05% e 6,77%, respectivamente. “Um governo do lado do povo, e não é um jogo de palavras, é mudança para melhor mesmo, para milhões de brasileiros e brasileiras”, reforçou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
Para ele, os resultados mostram a força das políticas sociais, integradas com educação, saúde, e inclusão socioeconômica. “Os mais pobres vêm ganhando oportunidades com o crescimento econômico acima de 3% ao ano, possibilidades de emprego e pequenos e médios negócios, ampliando a renda, aumentando a capacidade de consumo, o que impulsiona o próprio crescimento contínuo da economia”, explicou. “Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”, completou o titular do MDS.

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» Os dados estão disponíveis na página oficial da FGV.

 

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

 

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