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Politica

IgesDF anuncia novas tecnologias na Farmácia Hospitalar 

Publicado em

Por Luciane Paz
Fotos: Davidyson Damasceno
Novos equipamentos e tecnologias irão transformar a cadeia de suprimentos, reduzir desperdícios e garantir segurança medicamentosa
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) anunciou, nesta quarta-feira (03), a implementação de novos equipamentos e tecnologias que irão transformar o controle da cadeia de suprimentos do Instituto, reduzir desperdícios e garantir maior segurança medicamentosa. Durante dois dias de evento, os farmacêuticos hospitalares do IgesDF serão capacitados para atuar com segurança nos novos processos e fluxos fundamentados em novas tecnologias implantadas pelo Instituto.
 Legenda: Da esquerda para a direita o diretor-presidente do IgesDF, Juracy Cavalcante Lacerda Jr, a tesoureira do CRF Karla Cristina Guedes, a vice-presidente do CRF Anna Maly Eduardo, superintendente de Administração e Logística do IgesDF, Bárbara Santos, o presidente do CRF, Huberto Lopes e a gerente de insumos farmacêuticos e OPME do IgesDF, Jéssica Nobre/ Crédito: Davidyson Damasceno- IgesDF
O evento, organizado pela Superintendência de Administração e Logística com o apoio da presidência do IgesDF, acontece nos dias 03 e 04 no auditório do Conselho Regional de Farmácia (CRF) com a presença de farmacêuticos de todas as unidades geridas pelo Instituto, incluindo o Hospital de Base (HBDF), Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Hospital Cidade do Sol (HCSol) e Unidades de Pronto Atendimento (Upas). Mais de 90 profissionais se inscreveram, representando uma adesão de mais de 95% dos profissionais da área.
Humberto Lopes, presidente do Conselho Regional de Farmácia do Distrito Federal (CRF-DF), abriu o evento parabenizando o instituto pelos avanços na área farmacêutica. “Estou acompanhando a evolução e o trabalho que têm feito e convido a divulgarem em nossa revista, que é distribuída nacionalmente, sobre os avanços farmacêuticos desenvolvidos pelo Instituto. Que seja ampliado para todo o país”, disse ele.
 O diretor-presidente do IgesDF, Juracy Cavalcante Lacerda, também participou da abertura do evento, destacando os novos projetos que o IgesDF vem implementando em sua gestão, pautados na Governança Clínica e sobre a importância de trazer o olhar da rede privada para a saúde pública do DF. “O controle de desperdícios na farmácia trará mudanças significativas e economias que poderão ser revertidas para a gestão de pessoas”, afirmou.
Ele ressaltou ainda a importância dos profissionais compreenderem e acompanharem as mudanças em desenvolvimento. “Virão inúmeros projetos, modernização no parque tecnológico para trazer melhorias para vocês. Me coloco à disposição e conto com o apoio de vocês, lideranças, para que possamos trazer qualidade e segurança aos nossos usuários”, finalizou.
 Tecnologia na Farmácia Hospitalar
A capacitação está sendo conduzida por Bárbara Santos, superintendente de Administração e Logística do IgesDF e Jéssica Nobre, gerente de insumos farmacêuticos e OPME.  Bárbara falou sobre as formações, conceitos, gestões e projetos que serão colocados em prática e o impacto que isso trará para as unidades.
Entre as novidades, destaca-se a utilização de máquinas de unitarização de medicamentos, que irá trazer agilidade e segurança no processo de dispensação de medicamentos por dose unitária. “São máquinas inovadoras com redução de trabalho manual, permitindo que vocês possam focar em novos projetos e melhorias. Comprimidos e ampolas já saem individualizados, com código de barras e rastreamento”, explicou Bárbara.
Ela destacou que o investimento visa a segurança do paciente, melhora no processo de dispensação de medicamentos, além de evitar desperdícios e eventos adversos. As máquinas serão distribuídas entre as unidades da UCAD (Unidade de Administração e Distribuição), que enviará os medicamentos para as UPAs e Hospital Cidade do Sol. Já no Hospital de Base e Hospital Regional de Santa Maria os equipamentos serão instalados nas unidades.
Além disso, Bárbara anunciou o uso de robôs para a dispensação de medicamentos, com os testes iniciando no Hospital de Base. “Começaremos no HBDF e ampliaremos para outras unidades. O robô sairá da farmácia para realizar entrega do medicamento conforme prescrição médica ao posto de enfermagem, com todo um mapeamento para envio, integrado com elevadores, rastreabilidade e uso de senhas para a retirada do medicamento”, explicou.
Outra tecnologia mencionada foi o dispensário eletrônico, que faz o controle unitário dos produtos conforme a prescrição médica. “É parecido com um armário grande e seguro controlado por biometria, que garante rastreabilidade, segurança e transparência para gestores hospitalares e pacientes, com total integração de informações via software”, disse Bárbara.
Serão implementados também o uso de inteligência artificial e Palmtop (coletor de dados), que otimizarão a dispensação de todas as farmácias do Instituto com eficiência operacional.
Além das novidades, os participantes tiveram a oportunidade de se atualizar sobre processos já em andamento no IgesDF, como a rastreabilidade de medicamentos e a verticalização do centro de distribuição, podendo tirar dúvidas e participar ativamente das discussões.
“Os avanços tecnológicos que estamos implementando na farmácia hospitalar visam não só melhorar a eficiência dos processos, mas também aumentar a segurança e a qualidade dos serviços prestados aos pacientes. É essencial que nossos profissionais estejam capacitados e alinhados com essas inovações para que possamos continuar a oferecer um atendimento de excelência”, explicou Jéssica Nobre, gerente de insumos farmacêuticos e OPME do Instituto de Gestão Estratégica.
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Politica

“Parem de nos matar porque nós não vamos morrer”, afirma Cármen Lúcia em debate sobre violência de gênero

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Autoridades do Judiciário, Ministério Público e PF discutiram os impactos da sub-representação feminina e os desafios institucionais no Brasil

 

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, fez discurso firme sobre violência de gênero e participação feminina na política durante evento em celebração ao Dia Internacional das Mulheres, realizado nesta quarta-feira (18) pelo Centro Universitário de Brasília (CEUB) em parceria com as Embaixadas do Canadá e da Noruega. Ao abordar o aumento dos casos de violência, Cármen Lúcia classificou o cenário como alarmante e afirmou: “Parem de nos matar porque nós não vamos morrer”.

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Segundo a ministra, o Brasil vive uma “epidemia” de assassinatos de mulheres, realidade que também se reflete na política, com o aumento de ataques e intimidações contra candidatas e lideranças femininas. Para ela, a desigualdade de gênero tem raízes históricas e foi estruturada para limitar a presença feminina nos espaços de poder. “A sociedade foi organizada para que os homens participassem da política e as mulheres ficassem restritas a outros espaços”, disse.

Cármen Lúcia criticou o padrão de ataques direcionados às mulheres no debate público, sobretudo em períodos eleitorais, com abordagens mais agressivas e de caráter pessoal. Segundo ela, esse ambiente hostil contribui para afastar mulheres da vida política. Apesar dos avanços legais, segundo a ministra, a realidade ainda é desigual: “A igualdade está na Constituição, mas não está na vida”. Por fim, ela defendeu o enfrentamento à violência de gênero como condição para o funcionamento pleno da democracia. “Uma democracia que deixa de fora mais de 50% da população não é completa”, concluiu.

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Cooperação internacional em prol das mulheres
Na abertura do evento, o ministro-conselheiro da Embaixada do Canadá, Simon Cridland, destacou que a sub-representação feminina é um problema global e que a paridade nos cargos de poder ainda está distante, podendo levar mais de um século para ser alcançada no ritmo atual. “Quando as mulheres são excluídas da esfera pública, a sociedade perde perspectivas essenciais para políticas mais justas e eficazes”, afirmou.

O embaixador da Noruega no Brasil, Kjetil Elsebutangen, ressaltou a importância da cooperação internacional no enfrentamento da violência política de gênero e defendeu a ampliação da participação de grupos historicamente excluídos. “É fundamental garantir que todas as pessoas, especialmente mulheres, jovens e pessoas LGBTQI+, participem da vida pública com segurança e em igualdade de condições”, disse.

O reitor do CEUB, Pio Pacelli Moreira Lopes, destacou o papel da universidade como um espaço aberto, plural e essencial para a promoção da participação feminina em todas as esferas e poderes. “À educação superior cabe um papel decisivo nesse processo, como espaço de produção de conhecimento, de formação crítica e de compromisso com o fortalecimento das instituições democráticas”, afirmou o reitor.

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Instituições no enfrentamento à violência política
O evento reuniu instituições públicas para debater estratégias de enfrentamento à violência política de gênero. O delegado da Polícia Federal Henrique Oliveira Santos abordou os desafios na investigação de crimes no ambiente digital e a necessidade de aprimorar mecanismos de identificação e responsabilização. Já a procuradora Raquel Branquinho, do Ministério Público, enfatizou a atuação integrada com respostas mais ágeis do sistema de Justiça. Também foram abordadas a produção de dados e a criação de ambientes mais seguros para ampliar a presença feminina nos espaços de decisão.

 

 

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Créditos: 

Por: Marina Gadelha

Fotos: Divulgação CEUB

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