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Saiba quanto Bruna Biancardi fatura com publicidade nas redes sociais

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A influenciadora digital Bruna Biancardi já era sucesso nas redes sociais, com milhares de seguidores, antes mesmo de começar um relacionamento amoroso com o jogador Neymar, com quem tem uma filha, Mavie, de 10 meses.

A fama, claro, aumentou ainda mais após o romance, marcado por idas e vindas, polêmicas e traições. Com tanta atenção do público, a produtora de conteúdo só poderia estar faturando alto com publicidade e postagens nas redes sociais.

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Ainda em 2022, a modelo já cobrava cerca de R$ 8 mil por post em seu feed no Instagram e R$ 10,5 mil por reels para os clientes que querem uma parceria mensal, segundo levantamento do jornal carioca Extra.

Para um contrato trimestral, Biancardi fazia um post no feed + três stories por R$ 13 mil ao mês. Já para o “pacote”, de um reels + três stories, o pagamento era equivale a R$ 15 mil em cada mês.

Segundo o veículo, em 2022 ela estava faturando R$ 100 mil por mês.

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Biancardi e Neymar começaram a se encontrar em meados de 2021, ainda durante a pandemia da covid-19, quando foram flagrados por paparazzis em um passeio de barco na ilha de Formentera, na Espanha. Em janeiro de 2022, os dois assumiram o romance. Naquele mesmo ano, os dois terminaram em meio a suposta traição durante uma festa junina na casa do jogador.

Já no início de 2023, os dois reataram o relacionamento e em abril anunciaram a gestação da filha do casal. A criança nasceu no dia 6 de outubro.

Fonte: IstoÉ
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Cultura

Livro celebra memórias de servidores aposentados em comemoração aos 35 anos da CLDF

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David Calaça/Agência CLDF

Obra, que estará disponível também em formato digital, reúne 66 depoimentos de servidores aposentados, muitos atuantes na CLDF desde a instalação da Casa, em 1991

Em uma noite marcada pela emoção, reconhecimento e celebração da memória institucional, a Câmara Legislativa realizou, nesta quarta-feira (17), sessão solene para o lançamento do livro Nossa Casa, Nossas Histórias. A publicação reúne 66 depoimentos de servidores aposentados, muitos deles participantes da trajetória da CLDF desde sua instalação, em 1991.

A cerimônia, no auditório da Casa, foi conduzida pelo presidente Wellington Luiz (MDB) e pelo primeiro-secretário, deputado Pastor Daniel de Castro (PP), idealizador do projeto. O evento reuniu autoridades, servidores ativos e aposentados, representantes sindicais e familiares.

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>> Confira imagens do lançamento

Durante seu discurso, Daniel de Castro destacou que o livro vai além de uma simples coletânea de depoimentos. “Instituições são construídas por pessoas, não apenas por documentos ou prédios. As memórias dos aposentados revelam o lado humano da história legislativa”, afirmou. O distrital comentou que o livro conecta passado e futuro e “preserva relatos que de outra forma se perderiam”.

Daniel de Castro ressaltou que muitos dos servidores homenageados participaram da formação da estrutura administrativa da CLDF, colaborando na criação de setores, processos internos e mecanismos que permitiram o funcionamento da instituição ao longo de mais de três décadas. Em tom de gratidão, o parlamentar classificou os aposentados como responsáveis pelo legado que hoje sustenta a Câmara. “A Câmara Legislativa é maior porque vocês passaram por ela”, declarou.

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Reconhecimento aos servidores

Wellington Luiz também enfatizou a importância dos servidores para a consolidação do Legislativo no DF. “Vocês realmente escreveram a história da Câmara Legislativa. Foram vocês que, ao longo de muitos anos, ajudaram a Casa a chegar nesse momento, que, sem dúvida nenhuma, é um dos melhores da  história”, afirmou.

Wellington lembrou que, nos últimos anos, a instituição foi reconhecida nacionalmente por sua transparência e que agora conta com o restaurante do Sesc, que era uma “dívida que a Câmara tinha com seus servidores”.

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Testemunho de quem viu a Câmara nascer

Um dos momentos mais emocionantes da solenidade foi o pronunciamento de Arlécio Gazal, integrante do grupo dos servidores pioneiros da Câmara Legislativa e que, com o passar dos anos de serviço na Casa, chegou a ser conhecido como o “25° deputado distrital”. Arlécio relembrou os desafios enfrentados nos anos iniciais da instituição, com destaque para sua atuação na construção da atual sede da CLDF. “Hoje temos a honra de habitar uma das melhores casas do serviço público do país”, afirmou.

Já a chefe da Biblioteca da CLDF, Cleide Soares, anunciou que um exemplar do livro Nossa Casa, Nossas Histórias, autografado pelos autores, será incorporado ao acervo permanente da instituição como peça rara. “Esse livro já nasce raro. Ficará guardado para sempre na biblioteca, preservando a memória de quem ajudou a construir esta casa”, afirmou. Além da versão impressa, a publicação também será disponibilizada em formato digital.

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Projeto em expansão 

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A diretora de Gestão de Pessoas da CLDF, Edilair Sena, informou que a solenidade representa o lançamento apenas do primeiro volume de uma coleção maior. Segundo Edilair, a ideia do livro surgiu em 2025, durante sessão solene em homenagem aos servidores aposentados. Ao ouvir os relatos, nasceu a proposta de registrar essas experiências em uma obra permanente, preservando histórias que poderiam se perder com o tempo.

“Muito obrigado por compartilharem essa vivência, essa história de vocês. E que venham muito mais relatos para que possamos fazer o nosso segundo volume e continuar contando a história da Câmara Legislativa por meio das pessoas que a construíram”, declarou a diretora de gestão de pessoas, que também agradeceu o apoio da Diretoria de Comunicação Social para a conclusão da obra.

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Preservação da Memória 

A proposta do livro despertou interesse do presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo e do Tribunal de Contas do Distrito Federal, Mikhail Gorbachev. Ele disse que pretende levar a experiência para o TCDF, transformando o projeto em referência para a preservação da memória dos servidores públicos.

Ao encerrar a cerimônia, o secretário-executivo da Primeira Secretaria, Bryan de Souza, resumiu o espírito da publicação. “Hoje não estamos lançando apenas um livro. Estamos lançando uma ponte entre aqueles que ajudaram a construir esta casa e aqueles que continuarão a escrevê-la nos próximos anos”, afirmou.

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Após a solenidade, os participantes seguiram para uma sessão de autógrafos e um coquetel de confraternização.

Bruno Sodré – Agência CLDF

 

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Para quem sobrevive ao episódio, a reabilitação torna-se fundamental. No HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o ambulatório de fisioterapia oferece atendimento especializado em Neurofuncional Adulto e recebe, em sua maioria, pacientes que sofreram AVC. “Recebemos pacientes em diferentes fases da recuperação. Quando o encaminhamento ocorre ainda na fase aguda, as chances de evolução costumam ser maiores. Já aqueles que chegam após um período mais longo podem apresentar sequelas mais consolidadas, o que torna o processo de reabilitação mais desafiador”, explica Michelle Xavier da Silva, fisioterapeuta responsável pela área. O acesso ao tratamento ocorre por meio do Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Antes do início das sessões, cada paciente passa por uma avaliação individualizada, que orienta a definição do plano terapêutico. “O tratamento é construído a partir das dificuldades que mais impactam a rotina daquela pessoa. Algumas precisam voltar a permanecer em pé, outras necessitam recuperar força muscular ou melhorar a capacidade de caminhar. Tudo é direcionado às necessidades de cada caso”, afirma Michelle. O ambulatório conta com barras paralelas, escadas, rampas, faixas elásticas, bicicletas adaptadas e equipamentos de estimulação muscular, utilizados para auxiliar na recuperação funcional. Foi esse acompanhamento que passou a fazer parte da vida de Joana Darc Vigilato, 61 anos, após sofrer um AVC em abril deste ano. Atualmente na sexta sessão de fisioterapia, ela já apresenta avanços que surpreendem a família. “Tudo o que ela faz aqui a gente repete em casa. Minha mãe é muito guerreira. Já teve restaurante, salão de beleza, lavou roupa para fora, sempre foi muito ativa. É impressionante o quanto ela evoluiu em menos de três meses”, relata a filha, Francimar Santos. Desafios além da recuperação física A recuperação de um AVC depende muito do tratamento. Por isso, para que os pacientes não interrompam a frequência da fisioterapia, a equipe do HRSM orienta familiares e cuidadores sobre exercícios e estratégias que podem ser realizados em casa, contribuindo para a continuidade do processo de reabilitação. “Às vezes, o familiar precisa faltar ao trabalho ou reorganizar toda a rotina para garantir a continuidade do acompanhamento. Isso pode comprometer a evolução do paciente”, destaca Michelle. Como acessar o serviço O usuário ou seu responsável deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de casa e, com o encaminhamento médico, solicitar a inclusão na regulação da SES-DF. Após a convocação, o tratamento é iniciado em ciclos de dez sessões, realizadas uma ou duas vezes por semana. Caso seja necessária a continuidade do acompanhamento, o paciente deve retornar à UBS para nova avaliação médica e emissão de outro encaminhamento.

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