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Taguatinga será palco da final do XXIV Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno

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Última etapa define representante do DF no Concurso Nacional de Quadrilhas

A cidade de Taguatinga se prepara para receber a 4ª e última etapa do XXIV Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno. O evento ocorrerá no estacionamento do Estádio Serejão, entre os dias 19 e 21 de julho, prometendo muita animação e cultura junina. Organizado pelo Instituto Acolher, em parceria com a Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (LINQ-DFE) e com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec), esta etapa promete ser inesquecível.

Além de determinar a classificação dentro do circuito, esses resultados têm um impacto significativo nas competições nacionais. A campeã e vice, ao final das quatro etapas, representarão o Distrito Federal e Entorno no Concurso Nacional de Quadrilhas, que será realizado no próprio Distrito Federal este ano. Já a terceira colocada terá a oportunidade de competir no Arraiá Brasil, em Aparecida/GO. Essa representação é uma honra e uma responsabilidade, destacando o compromisso e a paixão dos grupos pela cultura junina brasileira.

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Classificação Geral do Evento

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Grupo Especial:

  1. Formiga da Roça – 629,5 pontos
  2. Arroxa o Nó – 629,1 pontos
  3. Ribuliço – 627,5 pontos
  4. Xamegar – 624,8 pontos
  5. Mala Véia – 624,3 pontos
  6. Arraiá dos Matutos – 623 pontos
  7. Rasga o Fole – 622,8 pontos
  8. Pinga em Mim – 622,8 pontos
  9. Caipirada – 622,3 pontos
  10. Coisas da Roça – 621,9 pontos
  11. Eita Bagaceira – 621,8 pontos
  12. Amor Junino – 621,6 pontos
  13. Fornalha – 619,2 pontos
  14. Xique Xique – 616,2 pontos
  15. Xem Nhem Nhem – 614,4 pontos

Grupo de Acesso:

  1. Vai Mas Não Vai – 888,5 pontos
  2. Chinelo de Couro – 885,3 pontos
  3. Tico Tico no Fubá – 880,3 pontos
  4. Espalha Brasa – 878,6 pontos
  5. Os Caboclos do Sertão – 876,3 pontos
  6. Matingueiros do Sertão – 871,9 pontos
  7. Bamboleá – 576,1 pontos

Sobre o Evento

O circuito é uma celebração da cultura popular e junina, reunindo quadrilhas de diversas regiões para competir e encantar o público. A 4ª etapa em Taguatinga promete ser um espetáculo à parte, com apresentações emocionantes e muita animação.

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Informações do Evento:

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  • Local: Estacionamento do Estádio Serejão, Taguatinga, Distrito Federal
  • Datas: 19 a 21 de julho
  • Horário: A partir das 18h
  • Redes Sociais e Contato:
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IA reforça estereótipos de gênero entre jovens: meninas aparecem como frágeis em 56% dos casos e mais ligadas às ciências sociais

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O algoritmo recomenda às mulheres jovens buscar aprovação externa para “sentirem-se validadas” seis vezes mais do que aos homens.

A Inteligência Artificial deixou de ser uma ferramenta pontual para se tornar um interlocutor central na formação da identidade e das ambições da juventude. O relatório “Miragem da IA, um reflexo incômodo com alto impacto nos jovens”, elaborado pela LLYC no âmbito do 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, revela que, longe de ser neutra, essa tecnologia valida estereótipos do passado e amplifica preconceitos históricos.

Os dados do estudo mostram que a IA não responde da mesma forma a meninos e meninas. Em 56% dos casos, as respostas rotulam as jovens como “frágeis”, colocando-as em uma posição de vulnerabilidade. Além disso, a inteligência artificial recomenda que as mulheres busquem validação externa seis vezes mais do que os homens e redireciona 75% de suas vocações para as áreas da saúde e das ciências sociais.

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“Não é a IA que está enviesada, mas a realidade. O relatório confirma que a inteligência artificial não corrige os déficits que temos. Ela reflete e amplifica uma superproteção às mulheres, a ponto de reduzir sua autonomia, perpetua os tetos de vidro e reforça a pressão estética. Em suma, não questiona os papéis tradicionais, mas os legitima. A verdade é que, se a realidade não mudar, não podemos esperar que a IA mude suas respostas”, afirma Luisa García, sócia e CEO Global de Corporate Affairs na LLYC e coordenadora do estudo.

O estudo, realizado em 12 países ao longo de 2025, analisou o impacto da inteligência artificial sobre jovens de 16 a 25 anos por meio da análise massiva de 9.600 recomendações e do exame de cinco grandes modelos de IA (entre eles, ChatGPT, Gemini e Grok).

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Seu futuro nas mãos de um chatbot: o fim do conselho neutro
A dependência dos jovens em relação aos modelos de linguagem (LLMs) atingiu um ponto de inflexão: 31% dos adolescentes afirmam que conversar com um chatbot é tão ou mais satisfatório do que conversar com um amigo real, segundo relatório do Plan International. Esse deslocamento relacional confere à máquina um papel de conselheira cuja orientação não é neutra, mas formativa. O relatório da LLYC apresenta, nesse sentido, números preocupantes:

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  • A “amiga tóxica” digital: nas interações com mulheres, uma em cada três respostas da IA adota um tom de “amizade”, padrão 13% mais frequente do que nas interações com homens.
  • Validação versus ação: a IA se personifica 2,5 vezes mais nas interações com mulheres, utilizando expressões como “eu te entendo” e priorizando a empatia artificial em vez de soluções técnicas. Já com os homens, a linguagem é mais direta, marcada por verbos no imperativo (“faça”, “diga”, “vá”), reforçando a ideia do homem como sujeito de ação.

O “teto de vidro programado”: segregação desde o algoritmo
A IA orienta vocações. O algoritmo redireciona mulheres até três vezes mais para áreas como ciências sociais e saúde, enquanto incentiva nos homens trajetórias ligadas à liderança e à engenharia.

  • Sucesso sob suspeita: a IA considera “impressionante” que uma mulher ganhe mais do que um homem — reação que não ocorre no sentido inverso. Em nove de cada dez consultas nas quais elas aparecem em minoria profissional, a IA constrói cenários laborais hostis.
  • Duplo critério emocional: diante de conflitos, a IA “politiza” o mal-estar feminino ao vinculá-lo ao sistema ou ao patriarcado em 33% dos casos, enquanto despolitiza o mal-estar masculino, associando-o ao autocontrole ou à patologização individual.
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O olhar enviesado do algoritmo: quando a repetição define o “normal”
Uma das conclusões mais alarmantes do relatório é a forma como a IA treina jovens a aceitar a desigualdade como uma norma geracional. Esse “olhar enviesado” se manifesta na construção da identidade e da percepção do corpo:

  • A armadilha da estética: diante de inseguranças, a IA oferece conselhos de moda 48% mais às mulheres do que aos homens. Em modelos de código aberto como o LLaMA, as menções à aparência feminina são 40% superiores.
  • Corpos úteis vs. corpos únicos: enquanto associa os homens à “força e funcionalidade”, vincula o bem-estar feminino à “autenticidade” e a “sentir-se única”. De fato, recomenda aos homens ir à academia até duas vezes mais do que às mulheres para superar rompimentos emocionais.

Programando a família do século passado
Mesmo na esfera privada, a IA legitima papéis tradicionais. O afeto aparece como atributo materno em proporção três vezes superior ao paterno. O pai é deslocado para um papel de “ajudante” em 21% das respostas, em vez de ser reconhecido como corresponsável. Essa lógica desemboca na chamada “sobrecarga da heroína”, narrativa na qual a mulher não apenas cuida, mas, como em tantas outras esferas, deve fazê-lo com excelência moral permanente.

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