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Diversas

Quarta edição da Feira da Uva e do Vinho de Brasília divulga balanço final com R$ 30 milhões em negócios gerados

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Foto: Pedro Henrique

Evento, que contou com a participação de cerca de 350 expositores, gerou 2,5 mil empregos diretos e recebeu a visita de mais de 400 mil pessoas

Encerrada no último domingo (11/8), a 4ª Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília divulga seu balanço final. O evento teve duração de dez dias, e foi realizado pela Associação Cresce-DF, com fomento das Secretarias de Turismo e de Cultura e Economia Criativa do DF e do Ministério da Agricultura e Pecuária, com apoio da Emater e da Administração Regional de Planaltina.

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No total, a estimativa de negócios promovidos pela 4ª Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília foi da ordem de 30 milhões de reais, em comercialização de produtos e prestação de serviços, além de incremento na economia local.

Ao longo de sua realização a Feira teve mais de 400 mil visitantes, de Planaltina e de várias outras cidades do DF, além de municípios de diversos Estados, como Goiás, Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Rio Grande do Sul e outros, conforme apurou a organização do evento. O espaço ocupado foi de 41 mil metros quadrados.

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“A gratidão por todo o sucesso atingido é tão grande que fica até difícil citar. Agradeço a Deus, e a cada produtor e expositor que acreditou e esteve conosco. Seja de uva, vinho, artesanato, flores, seja do que for”, disse Eduardo Campos, presidente da Associação Cresce-DF.

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“Agradeço ainda aos nossos colaboradores, desde o mais humilde àqueles em cargos de liderança, esperamos ter contribuído em suas vidas, a cada artista participante, ao poder público, forças de segurança do DF, aos nossos patrocinadores”, completou. “Deixo ainda um agradecimento muito especial ao público que esteve conosco, nos prestigiou com sua presença”, celebrou.

O visitante da 4ª Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília teve à sua disposição diversos espaços, o Parquinho, Salão do Produtor, Salão do Empreendedor, Brinquedos Infláveis, Empório da Uva e do Vinho, Salão da Gastronomia, Costelão, Salão das Flores, Fazendinha, Salão do Artesanato e a novidade Vila do Doce.

Cerca de 30 artistas locais se apresentaram em quatro palcos, dois deles montados no Salão da Gastronomia e no Costelão; o palco principal, Arena Uva Music; e um palco-tablado no Camarote da Uva e do Vinho.

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A Feira contou com a participação de cerca de 350 expositores. Foram gerados por volta de 2,5 mil empregos diretos, sem contar com o incremento econômico provocado em Planaltina, com movimentação nos hotéis, bares, restaurantes, salões de beleza, lojas de roupas, supermercados e muito mais.

O aspecto social também foi lembrado. Os alimentos doados pelos visitantes perfizeram cerca de oito toneladas, que foram doadas a secretarias de Estado e instituições parceiras. Além disso, em união com os expositores presentes, a Associação Cresce-DF doou quase 900 cestas básicas, que tiveram a mesma destinação.

A Feira também serviu de cenário para o desenvolvimento no campo para os pequenos produtores. Na última sexta-feira (9/8), o evento sediou a doação de tratores e implementos agrícolas a agricultores familiares do Distrito Federal.

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“A Feira foi, definitivamente, um sucesso. Mais uma vez agradeço a cada pessoa que de alguma forma se envolveu e já fica o compromisso de continuarmos trabalhando firme para um evento cada vez melhor, com mais novidades e mais desenvolvimento econômico”, finalizou Eduardo Campos.

Balanço final – 4a Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília-2

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Curiosidades

Conta de luz passa por mudança e começa a exibir número da unidade consumidora

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Alteração já está em vigor, segue padrão nacional estabelecido pela Aneel e não exige nenhuma ação do consumidor

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Agência Brasília | Edição: Plácido Fernandes

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A partir deste mês de setembro, consumidores passarão a observar uma mudança na identificação da conta de energia elétrica. O campo anteriormente denominado “Código do Cliente” foi substituído pelo “Número da Unidade Consumidora”, que será utilizado para identificar o imóvel nos canais de atendimento da distribuidora de energia. O novo campo também será exibido nos demonstrativos de geração distribuída para os clientes que usam energia solar.

A mudança ocorre de forma automática e não exige nenhuma ação do consumidor. O novo número da unidade consumidora está localizado no canto superior direito da fatura, no mesmo espaço em que era apresentado o código do cliente. O item “Código de Instalação” também deixou de constar na conta de energia.

A alteração segue um padrão nacional estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para todas as distribuidoras do país. A medida está prevista na Resolução Normativa nº 1.095/2024, que determina a adoção de um modelo único para a identificação das unidades consumidoras de energia elétrica.

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 O objetivo da padronização é simplificar a identificação das unidades e unificar o formato utilizado em todo o setor elétrico. A iniciativa também facilita a integração de sistemas, a análise de dados e a comunicação entre os agentes do setor, além de ampliar a rastreabilidade, a segurança e a eficiência operacional no relacionamento com os consumidores.

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Entre os benefícios da mudança está a maior facilidade para a coleta e a inserção do número da unidade consumidora no Cadastro Único (CadÚnico), contribuindo para o processo de concessão da Tarifa Social de Energia Elétrica às famílias que atendem aos critérios do benefício. A padronização também simplifica os processos de atendimento e agiliza a resolução de demandas relacionadas ao fornecimento de energia.

Padrão nacional de identificação 

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O número da unidade consumidora tem 15 dígitos, segue um formato único definido nacionalmente pela Aneel e permanece vinculado ao imóvel, independentemente de mudanças de titularidade. Cada unidade consumidora terá um número próprio, que poderá ser utilizado para consultas, solicitações de serviços, emissão de faturas e atendimento.

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A mudança contempla todas as unidades consumidoras, inclusive aquelas com o fornecimento de energia suspenso ou desligado. Segundo a Aneel, a padronização contribui para evitar duplicidades, facilitar o atendimento e tornar o sistema mais seguro e transparente.

Período de transição 

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Mesmo com a alteração, os clientes continuam acessando normalmente os canais de atendimento das fornecedoras de energia. Durante o período de transição de 12 meses, será possível utilizar tanto o antigo código do cliente quanto o novo número da unidade consumidora para acessar os serviços da distribuidora. Após esse prazo, o número de 15 dígitos passará a ser o identificador oficial da unidade consumidora.

 

 

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