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Governo convoca mulheres em situação de violência doméstica para entregar documentação do Aluguel Social

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Entrega do benefício será realizada depois que as 172 habilitadas entregarem documentos que comprovam requisitos

O Governo de Goiás, por meio do Goiás Social, da Agência Goiana de Habitação (Agehab) e da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), publicou nova lista de 172 candidatas habilitadas para a etapa de entrega de documentação do programa Para Ter Onde Morar – Aluguel Social, no edital destinado exclusivamente a mulheres em situação de violência doméstica e familiar. As listas de habilitadas e inabilitadas estão disponíveis no site goias.gov.br/agehab.

As candidatas habilitadas terão prazo de 30 dias para anexar os documentos comprobatórios dos requisitos por meio do mesmo endereço eletrônico. Entre eles, boletim de ocorrência, sentença condenatória da ação penal e relatório elaborado por assistente social; ou medida protetiva emitida por autoridade judicial. “Ao contrário da regra geral, o edital para esse público específico não determina comprovação de residência por tempo mínimo em município em particular, desde que ele esteja localizado no estado”, frisa a coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado.

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O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, explica que, como se tratam de vítimas de violência, a segurança é prioridade. “Por isso, além dessa mobilidade, o anonimato também é importante. As beneficiárias recebem um atendimento personalizado com esse objetivo”, arremata Baldy. Após a entrega da documentação, as candidatas devem preencher a declaração de aceitação do programa e anexá-la no site da Agehab. Após esse período, o não cumprimento da formalidade implicará na exclusão do programa. Mais informações podem ser obtidas pelo número (62) 3096-5000.

Foto: Edgard Soares

Legenda: Mulheres em situação de violência doméstica e familiar habilitadas para o Aluguel Social devem entregar a documentação

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Agência Goiana de Habitação | Secretaria de Estado da Infraestrutura – Governo de Goiás

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Mulheres lideram práticas de sustentabilidade no país e priorizam embalagens recicladas, aponta pesquisa

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Crédito: Getty Images
Levantamento da Nexus a pedido do Sindiplast mostra que 25% das mulheres dizem sempre escolher produtos com material reciclado; entre homens, índice é de 19%

As mulheres lideram o consumo consciente no Brasil quando o assunto é escolher produtos com embalagens recicladas. É o que mostra a pesquisa “Hábitos Sustentáveis & Percepções sobre o Plástico”, realizada pela Nexus encomendada pelo Sindiplast (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo).
Segundo o levantamento, 25% das mulheres afirmam que sempre optam por produtos com material reciclado na hora da compra. Entre os homens, o percentual é menor: 19% dizem adotar essa prática de forma constante.
A pesquisa analisou homens e mulheres separadamente. Em cada grupo, os entrevistados se dividem entre as opções “sempre”, “na maioria das vezes”, “na minoria das vezes” e “nunca”, fechando 100% da amostra de cada gênero.
Mulheres lideram práticas de reciclagem e reaproveitamento de embalagens

A diferença vai além das prateleiras do supermercado. O estudo indica que o público feminino também declara maior frequência na adoção de práticas relacionadas à reciclagem no ambiente doméstico.

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  • Separação do lixo: 49% das mulheres dizem que sempre separam resíduos para reciclagem, contra 46% dos homens.
  • Reaproveitamento de embalagens: 36% afirmam que sempre reutilizam embalagens após o uso. Entre os homens, o índice é de 29%.

O levantamento também classificou os entrevistados em perfis de sustentabilidade. De acordo com os dados, 35% das mulheres estão no grupo considerado mais engajado, adotando práticas sustentáveis com maior frequência.

Já entre os homens, a maioria (58%) afirma reconhecer a importância do tema, mas não realiza ações em prol do meio ambiente com regularidade.
Preocupação com as mudanças climáticas

O estudo identificou diferenças na forma como homens e mulheres percebem os impactos ambientais.

Entre as mulheres, 24% apontam alagamentos e enchentes como a principal preocupação ambiental, quase o dobro do índice registrado entre os homens (13%).
Na avaliação dos responsáveis pelo estudo, a maior atenção a efeitos que impactam diretamente o cotidiano pode ajudar a explicar um comportamento mais ativo do público feminino na escolha de produtos e na gestão de resíduos.
Para Paulo Teixeira, diretor-superintendente do Sindiplast, os dados indicam que as mulheres apresentam maior adesão a práticas sustentáveis. “Elas transformam preocupação em atitude no momento da compra. Não é apenas discurso, mas um comportamento recorrente. Quando a sustentabilidade se torna parte do dia a dia, passa a influenciar diferentes etapas do consumo”, afirma o executivo.
A pesquisa ouviu 2.009 pessoas por telefone, em todas as 27 Unidades da Federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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